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Além da qualidade do futebol e dos craques que se destacam nos gramados, o público também volta sua atenção para outras coisas na Copa do Mundo. Na tentativa de medir como que as marcas que investem no maior torneio de futebol do planeta são percebidas pelos internautas, criamos um indicador chamado Copa das Marcas.
O objetivo da iniciativa é mensurar como que as grandes marcas e anunciantes que patrocinam a Copa da África do Sul ou simplesmente aqueles que fazem ações e campanhas baseadas na competição de futebol são percebidas pelo público internauta.
Como palco dessa análise, elegemos o microblog Twitter e, diariamente, captaremos e analisaremos os posts dos usuários que mencionam alguma marca relacionada à Copa do Mundo. Aquelas que foram mais comentadas e também as mais bem avaliadas aparecerão no nosso ranking diário.
O principal objetivo foi oferecer aos anunciantes uma forma direta de mensurar o impacto de seus investimentos, que costumam sem bem altos em eventos desse porte. O site Copa das Marcas exibirá atualizações diárias do ranking dos anunciantes.
O dia do jogo do Brasil – terça-feira 15 – registrou o seguinte ranking:
As preferidas:
1- Petrobras 2- Brahma 3- Visa 4- Coca-Cola 5- Adidas 6- Sony 7- Pepsi 8- Nike 9- Seara 10- Itaú
Para saber mais, é só ficar de olho no site ou nos seguir twitter @predicta. Gostou da iniciativa? Nos acompanhe no twitter, dê um retweet ou apenas comente com seus amigos mesmo!!
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Não?! Então vou tentar explicar o que significa este termo um tanto quanto diferente…
Etnografia Digital é um estudo observatório-interativo, que tem como objetivo entender o comportamento do consumidor na Web, observando sua navegação, interagindo com ele enquanto está online e coletando informações sobre sua relação com o ambiente digital.
Simplificando, é uma metodologia para observação e registro do comportamento do consumidor na internet.
Mas você deve estar se perguntando: Ok…já ouvi falar um pouco disso. Quais os diferenciais dessa metodologia em relação às técnicas tradicionais de pesquisa na Web?
Pois então…algumas diferenças são:
- Esta nova forma de observar traz para o universo online as ferramentas tradicionais etnográficas, que pressupõe uma observação do comportamento humano;
- Além disso, integra o poder das métricas com uma leitura qualitativa dos dados;
- E o principal: inverte o olhar do comportamento dos usuários de um site para o comportamento de um público-alvo em toda a Web! Sim…em toda a WEB!
E mais! Algumas perguntinhas podem ser respondidas aplicando a metodologia de Etnografia Digital à um grupo especial de internautas, cruzando com sua navegação…por exemplo:
Que tipo de mudanças o uso da Internet provocou em relação à televisão e os outros meios de comunicação e entretenimento, para alguém que esta começando a ter acesso a esse meio?
O que representa poder dar sua opinião sobre o que gosta ou não gosta nos produtos que consome, empresas e marcas com quem se relaciona?
Como você se sente entrando nas redes sociais, tendo a possibilidade de conversar com pessoas que conhecem pessoalmente mas estão distantes ou amigos de todo o dia e aqueles novos amigos virtuais? Que tipo de mudanças isso causa no seu relacionamento pessoal e familiar?
E os novos conhecimentos que adquire? Por onde as pessoas navegam à procura de melhores oportunidades de vida?
Além de bastante interessante, responder a essas questões, contribui também para divulgar um conhecimento que é da maior importância para todos aqueles que produzem, comercializam e se comunicam com esse importante meio do mercado brasileiro.
É importante ressaltar que a Etnografia Digital permite adaptações para qualquer perfil de internautas, sejam eles buscados nas comunidades da Web ou nos próprios sites das empresas, de forma a montar painéis que atendam aos mais diversos objetivos e questionamentos de quem tem necessidade de informações sobre esse meio, que vem mudando claramente o comportamento do consumidor no Brasil e no mundo.
Convenhamos que é fascinante do ponto de vista da evolução da pesquisa social e sua utilização para a área de marketing!! Não acha?
Quer saber mais?
Nos dias 22 e 23 de março a Predicta, em parceria com a Multifocus, apresentará o estudo “Etnografia Digital: Um estudo observatório-interativo do comportamento das mulheres na internet”, no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa – Mercado, Opinião e Mídia que será realizado em São Paulo.
Mais informações sobre o Congresso no site:
http://www.abep.org/novo/Content.aspx?ContentID=291
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Queridos leitores do NaMedida,
Depois de quatro anos alimentando nossa audiência cativa com informações interessantes sobre mercado, conquistas, tendências, inovações e mais um monte de coisas, estamos cometendo um enorme desrespeito com você, a partir do momento que ignoramos o seu apetite e não lhe damos novidades saídas do forno.
Mas não se sinta desprestigiado. Assumimos o débito e pedimos desculpas. Mas o fato é que estamos precisando de mudança e acreditamos que você também. Quem vai agüentar olhar para o mesmo blog, com a mesma cara, depois de tanto tempo? Nem os autores, nem os leitores, não é mesmo? Por enquanto são detalhes estéticos e técnicos, que já farão alguma diferença. O que uma maquiagem não é capaz de fazer por um relacionamento, não é mesmo?
Esperamos que goste, entenda, tenha paciência com os pequenos problemas que podem acontecer nesse processo e o mais importante: nos ajude a melhorar. Esse espaço é construído única e exclusivamente para você, então fique à vontade para dizer o que pensa.
Abraço carinhoso,
Amigos da Predicta
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Menino, deixa de ser teimoso!
Jesus, o Luz, teima em dizer que não está namorando a Madonna; Ronaldo, o fenômeno, teima em voltar a jogar bola… Ihh! Você já leu esse texto!
Vamos começar de novo… a Predicta está entre as 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar, no guia Você S/A – Exame.
Calma, esse não é o mesmo texto que você leu outro dia. Aquela lista era do Great Place to Work e da Época Negócios; essa é outra.
Mais uma vez um longo processo, do qual participaram umas mil empresas, conduzido pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Mas pra nós, o orgulho não está em receber o prêmio, mas em receber o prêmio pelo nosso jeito de ser, mesmo sabendo que na maioria das vezes ele é o caminho mais difícil. O respeito e a confiança nas pessoas, sejam Predictors, parceiros, fornecedores, clientes ou concorrentes, vêm antes de qualquer coisa.
É, a gente continua teimando em confiar nas pessoas, você continua teimando em confiar na gente e a área de marketing continua teimando em te mandar spam. Mas é por uma boa causa. Vamos sempre te agradecer por fazer parte dessa história, construída com muitos joãos, marias, josés e você.
Continua lendo? Então, obrigado em dobro!
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Este é o tema de palestra de Claudia Woods amanhã no Fórum Mobile+, no dia 11 de setembro, sobre as ações que estão dando certo na comunicação com o usuário de Internet Móvel.
É inegável que o celular já tenha se consolidado como um importante canal de comunicação entre as empresas e seus consumidores, mas seu crescimento ainda depende de muito aprendizado e observação do comportamento desse público.
Justamente para estimular a troca de experiências sobre o tema, a 2ª edição do Fórum Mobile+, que está acontecendo agora (ontem, hoje e manhã, 9, 10 e 11 de setembro), no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, conta com a participação de agências, integradoras, desenvolvedores, fabricantes de dispositivos móveis e consultorias.
Eles estão apresentando inovações, desafios, cases de sucesso do Brasil e do exterior e promovendo o debate sobre o atual estágio e as formas mais eficientes de explorar essa nova mídia.
Para falar sobre a experiência do consumidor nas pequenas telas (e sobre como a observação do seu comportamento pode nortear a criação de novos produtos e gerar novas receitas) e o que está dando resultado no cenário atual, o evento traz Claudia Woods, Diretora de Inteligência da Predicta.
Claudia fará a palestra de fechamento do evento, no dia 11 de setembro, às 14h e abordará casos de sucesso. “Com a diversidade de opções de comunicação que surgem a cada dia, focadas nessa audiência, é muito importante observar os sinais deixados pelo próprio usuário, para entender o funciona e o que não funciona para cada público e cada marca”, analisa.
Painel 3
“Novas frentes em mobile marketing” – 11 de Setembro – 14h
Realidade aumentada, widgets, aplicativos, portais móveis… Tecnologias e estratégias inovadoras que podem trazer sucesso para campanhas de marketing no universo celular.
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Menino, deixa de ser teimoso!
Jesus, o Luz, teima em dizer que não está namorando a Madonna; Ronaldo, o fenômeno, teima em voltar a jogar bola, e até o Rubinho, o vice, teima em querer ganhar uma corrida de Fórmula 1.
A Predicta também é teimosa e uma das nossas maiores artes é teimar em confiar nas pessoas. “Menino, deixa de ser teimoso, não da pra confiar em todo mundo!” … mas a gente teima em confiar.
Semana passada a teimosia rendeu frutos: fomos reconhecidos pelo Instituto Great Place to Work (GPTW) e pela revista Época Negócios como a 18a melhor empresa para se trabalhar no Brasil. Foi um processo extenso com mais de 500 inscritos, onde cada empresa foi julgada por seus funcionários e pela maior autoridade do mundo no quesito ambiente de trabalho.
Esse prêmio representa muitas coisas, mas para nós serve principalmente para confirmar que é possível confiar nas pessoas. A Predicta confia na sua equipe (afinal de contas onde você já ouviu falar de uma empresa que tem cerveja 24 horas por dia e nenhum funcionário membro do AA???), a equipe confia no ideal da empresa, e o cliente, confia na gente.
É claro que os clientes têm um papel importante, que é o de nos proporcionar os desafios necessários para perseguirmos o ideal de conciliar a busca por resultados com o respeito e carinho que fazemos questão de manter por nossos Predictors, clientes e mercado, igualmente e por isso merecem um agradecimento especial.
É… pensando bem, o Luz tava lá semana passada de mãozinha dada, o Ronaldo brilha muito no Corinthians, e o Rubinho venceu domingo a sua primeira corrida desde 2004*.
Um muito obrigado teimoso de todos os Predictors.
* mas continua vice no campeonato … nem tudo é perfeito.
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Ainda sobre a Digital Age 2.0, na sequência do post anterior, sobre a apresentação de Tony Hsieh, CEO da Zappos.com
As outras palestras foram boas também, mas ofuscadas pelo brilho da primeira.
David Moore, CEO da Realmedia 24/7, falou muito simploriamente sobre banners, CTRs e AdNetworks. Mais do mesmo. Mas teve uma coisa bastante interessante (pelo menos eu achei): ele exemplificou que, para o anunciante, dependendo se o seu cliente está na “curva de compra” ou “ciclo de compra”, é determinante onde anunciar.
Ou seja, um site de vendas de passagens aéreas não deveria anunciar em sites de turismo porque seriam pequenas as chances de converter, pois as pessoas naquele momento ainda não buscam passagens, mas estudam passeios e pesquisam lugares.
Achei a teoria interessante. Claro que existem exceções, mas vale a pena um exercício mental e aplicar este conceito para outras atividades.
No painel dos portais, UOL, MSN, Yahoo, Google e RealMedia Latam se prenderam aos mesmos debates: se o banner vai morrer e como podemos ganhar uma fatia maior do bolo publicitário.
E todos deram os parabéns publicamente ao UOL (com salva de palmas merecida) pelo material publicado meses atrás com o objetivo de educar o mercado publicitário.
O palestrante da IBM, diretor de marketing, mostrou porque a IBM perde seu poder de marca a cada dia. Falou sobre os blogs da IBM e como os seus 500 milhões de funcionarios interagem através deles. Nada social, nada internet, IBM style.
Sobre o painel de capital social prefiro não comentar. Foi muito fraco e a apresentadora só fez muitas piadas sem graça. Marcelo Tripoli foi sensato e tentou mudar o rumo da prosa, sem sucesso.
Uma frase legal no meio do debate:
“Ao apresentar conceitos inovadores para alguns clientes, sempre me perguntam:
- Você tem algum case de sucesso ?
Ninguém entende que se a reposta for positiva, deixa de ser uma inovação.”
Chad Hurley, sócio-fundador do Youtube, foi Google style: sem divulgar números e sem apresentação. Preferiu responder perguntas dos editores e do público. Perguntas que foram muito mal organizadas pelo evento, que botou uma reporter sonolenta para fazer as perguntas.
Algumas das melhores perguntas :
- Are you ashamed of your first release? Feita por mim mas que não chegou a ser lida e respondida (em homenagem ao PK).
- What is the first thing Google’s CEO Eric Schmidt asks you? E a resposta foi - What should I be watching on Youtube?.
Resposta que deixa claro um dos principais pontos a incomodar os Tubers: content recommendation e content segmentation. São itens de muita importância para Chad Hurley.
Ele também falou que o streaming e a velocidade x qualidade também é uma fonte de muito investimento e preocupação ainda.
E citou um exemplo interessante de bandas de rock que decidem as cidades da turnê a partir de informações de acesso do YouTube. E preparam playlists para cada cidade baseado no interesse da cidade em cada música. Muito interessante!
Outro assunto que Chad destacou bastante: o modelo de comercialização de vídeos de parceiros, onde produtoras de videos podem vender seus conteúdos para a base de usuários do YouTube. O modelo será implementado em breve nos EUA.
No geral o evento foi muito interessante. Ver e conversar com gente do nosso mercado é sempre gratificante. Encontrar clientes e parceiros nesse ambiente é muito importante para a Predicta e nosso crescimento. Sempre nos mostra que estamos muito bem posicionados e que nosso conhecimento é, de fato, mais desenvolvido.
Nesses momentos podemos testemunhar o quanto a marca Predicta pesa neste mercado, o quanto somos considerados e o quanto o mercado nos admira e respeita. Sempre que volto destes eventos sinto um orgulho maior ainda de participar desta empresa.
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Como representante da Predicta me sinto na obrigação de compartilhar com vocês – no menor prazo que consegui – o que vi, ouvi, testemunhei e não acreditei no Digital Age 2.0.
A seguir algumas ideias em formato desorganizado seguindo minhas anotações. Vamos começar pela principal apresentação: Tony Hsieh, da Zappos.com.
O evento começou com a melhor atração do dia. Tony Hsieh, o CEO da Zappos.com, deu uma aula de cultura organizacional em uma empresa moderna. Sua palestra foi quase motivacional e tocou muito o assunto de delivering happiness – a nova missão da Zappos.
Muito se falou sobre customer service e sua importância dentro da Zappos.com. Tony citou bastante o livro de cultura da Zappos – o Culture Book, do qual temos uma cópia na Predicta para quem se interessar – e mostrou com exemplos como a teoria sai do papel dentro da empresa.
Também foi comentada a aquisição da Zapps pela Amazon e Tony se diz confiante de que a Amazon ajudará a Zappos, muito mais do que o contrário. Ou seja, ele ganhará força para expandir seu negócio mundialmente.
O interessante de sua apresentação foi a semelhança com a Predicta: a Zappos também ganhou pela primeira vez o prêmio Fast Company (50 Most Innovative Companies; ficou em vigésimo lugar) em 2009 e foi número 23 no prêmio da Fortune Magazine (100 Best Companies To Work For). Acho que estamos no rumo certo…
Uma das grandes coisas que ele falou (foram muitas mesmo…) foi que os gestores confiam no instinto dos atendentes para tomarem as decisões mais pertinentes na solução de problemas. E deu vários exemplos incríveis de customer Service – como a atendente que ligou para um cliente e, ao saber que a mãe dele havia falecido, enviou flores e conquistou o cliente para sempre.
Outra história foi protagonizada pelo próprio Tony, que fez um de seus amigos, bêbado num hotel em Santa Barbara, CA, ligar para a Zappos as duas da madrugada e pedir uma pizza… só para descobrir a receptividade da atendente. E o atendente entrou na internet e em cinco minutos ditou uma lista de lugares que ainda estavam fazendo entregas na região naquela hora.
Após contar sobre a Zappos, seu amor pela cultura da empresa e customer service, Tony falou sobre Happiness e como impacta produtividade, sucesso do negócio e engagamento dos seus funcionários. Ele fez o link que qualquer que seja seu objetivo na vida, a resposta é sempre happiness. Quando você foca em o que é Happiness para você, você enxerga seu trabalho e seus deveres de uma forma diferente e mais eficiente. Bem interessante. Recomendou a leitura de um livro de – Study of Happiness chamado Happiness Hypothesis do Jonathan Haidt.
Lembrou que faz questão que todas as páginas do seu site tenham as informações básicas de seu customer retention plan:
- toll free number em todas as páginas em destaque;
- free shipping;
- free return shipping;
- 365-day return policy.
Outros pontos interessantes :
1. Segundo ele, o telefone é a melhor ferramenta de branding que existe.
2. No primeiro dia, seus novos empregados recebem uma oferta de 2 mil dólares para pedirem demissão (hoje só 1% aceita a oferta).
3. Duas perguntas feitas em entrevistas de emprego na Zappos:
- De 1 a 10: How weird are you?
- De 1 a10: How lucky are you?
4. Algumas frases de impacto:
- Chase the vision, not the money;
- Whatever you’re thinking, think bigger!
- We tell our Customer Service: Do what you feel is right!
Outra grande sacada da palestra dele foi seu mindset de best practice :
“Best practice is a fast way to become an average company“.
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A Predicta foi reconhecida pela revista Época Negócios como uma das 25 Empresas Mais Inovadoras do Brasil.
As empresas foram selecionadas com o apoio técnico da FGV-EASP, Fundação Nacional de Qualidade (FNQ) e do Great Place to Work (GPTW).
O processo que definiu a lista dos vencedores envolveu questionário com funcionários, entrevistas presenciais e buscou gerar uma radiografia dos processos de inovação, abordando os aspectos tecnológicos, organizacionais e humanos.
Ser reconhecida como uma das empresas mais inovadoras representa o reconhecimento da nossa visão de gestão e participação de cada funcionário em nossas inovações.
O artigo na revista aborda cada um dos diferenciais das empresas, e apresenta algumas das propriedades que levaram a Predicta a fazer parte da seleção. O artigo destaca nosso blog e fórum de discussão e nossos termômetros de clima interno, que salientam nosso valor de transparência.
Entretanto, nós gostaríamos de falar um pouco o que é a gente acha fundamental para direcionar a inovação na Predicta.
Vamos começar com nossa declaração de missão. Nós temos uma metáfora que descreve o que a gente acredita como derradeira máquina da inovação: Drosophila melanogaster, também conhecida como mosca da fruta.
Biologia, genética, fisiologia… todos usam a mosca da fruta para testar suas hipóteses. A competência que queremos imitar é a habilidade de adaptação Darwiniana, a capacidade de rapidamente compreender e responder através de gerações.
Veja agora alguns valores que guiam nossa missão:
Vision without Execution is hallucination. Albert Einstein
Inovação é entrega. Qualquer um pode ter ideias, mas transformá-las em produtos ou serviços que possam ser vendidos é o que acreditamos ser inovação. Nosso departamento de inovação não é somente orientado ao número de ideias geradas, mas sim em relação ao número de produtos de mercado que oferecemos.
I don’t know which company I’ll be working for next year – but I know it will be called Predicta. Predicta employee tweet
A inovação real é sobre mudança verdadeira. A Predicta nasceu com um modelo de negócio totalmente diferente do que é praticado hoje. Na verdade, um modelo de negócio que falhou. Entretanto, nós fomos capazes de reconhecer nossos ativos e redirecionamos a empresa em uma direção completamente nova. Nós temos, pelo menos, meia dúzia de projetos em nosso pipeline que pode gerar mais da metade do faturamento do próximo ano.
Don’t worry, be crappy. Guy Kawasaki
A agilidade reina suprema na Predicta. Responder rápido é provavelmente nossa maior competência. Nós entendemos que criar produtos e serviços inovadores é um processo contínuo de aprendizado e ser capaz de modificar e adaptar é crucial para ser bem sucedido. Muitas vezes algumas das funcionalidades chave terão que esperar um release futuro e algumas vezes estas funcionalidades nunca serão feitas (o que é uma coisa boa!).
Nothing fuels like passion. Twitter response on Predicta project
Contar pageviews e cliques em banners é provavelmente comparável a assistir a tinta secar em termos de entusiasmo. Mas saber que a informação que estamos coletando está sendo usada em tempo real para otimizar conversões é a nova forma como o marketing funciona e o que faz nossa roda girar.
Sim, isso é um trabalho, mas isso também é onde nós investimos mais o nosso tempo e onde nós queremos deixar nosso legado. Nós passamos cada dia pensando: hoje valeu a pena?
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Uma das reuniões previstas no Scrum é a Sprint Retrospective. Nesse encontro, a equipe discute o sprint anterior, o que foi bom (e deve ser mantido), o que não foi bom (e precisa ser melhorado ou não repetido) e o que poderia ser feito de novo para melhorar ainda mais os próximos sprints.
É um momento excelente para captar opções de melhorias vindas do próprio time, com base em fatos concretos e experiências reais.
Contudo, fica uma questão: como manter esse conhecimento ao longo do tempo e transformá-lo em um ‘asset’ da empresa, aplicável não apenas para o time em questão, para todos os times de scrum, replicando as melhores práticas e evitando cometer os mesmos erros?
Uma forma que aplicamos, com relativo sucesso (importando a ideia dos métodos de gerenciamento da rotina) foi a criação de um checklist – uma lista de perguntas que é aplicada sempre ao final das reuniões de planning e atualizada ao final de cada reunião de retrospective.
Serve como uma verificação de que os pontos principais levantados pela equipe no passado estão sendo considerados no planejamento e não foram esquecidos. Questões como:
- Reservamos tempo suficiente para testes? E homologação?
- Existe algum item de backlog que não está claro?
- Todos sabem o objetivo de cada um?
- Temos algum evento previsto para ocorrer durante o próximo sprint?
- Algum membro do time tem algum compromisso marcado, férias, ou precisará se ausentar? Se sim, irá impactar nos prazos?
Essa lista, que pode parecer simples e óbvia para equipes mais experientes, pode auxiliar muito novas equipes, evitando falhas comuns no planejamento e auxiliando a alcançar o objetivo assumido pela equipe.
No modelo que implementamos, fica a critério dos Scrum Masters (ou do PMO, quando existir um) selecionar os pontos que devem ou não ser incluídos nessa lista comum.
É importante separar o que é específico de um projeto, e portanto deve ser incluído apenas naquele contexto, e o que pode beneficiar todos os demais times de Scrum. É uma tarefa importante, que irá transformar o conhecimento adquirido pelas equipes em conhecimento corporativo, fazendo com que velhos erros não sejam repetidos, mesmo por equipes novas.
O checklist pode ficar disponivel online, em ferramentas como blogs e wikis corporativos, e ser consultado por todos.
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