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Ainda sobre a Digital Age 2.0, na sequência do post anterior, sobre a apresentação de Tony Hsieh, CEO da Zappos.com
As outras palestras foram boas também, mas ofuscadas pelo brilho da primeira.
David Moore, CEO da Realmedia 24/7, falou muito simploriamente sobre banners, CTRs e AdNetworks. Mais do mesmo. Mas teve uma coisa bastante interessante (pelo menos eu achei): ele exemplificou que, para o anunciante, dependendo se o seu cliente está na “curva de compra” ou “ciclo de compra”, é determinante onde anunciar.
Ou seja, um site de vendas de passagens aéreas não deveria anunciar em sites de turismo porque seriam pequenas as chances de converter, pois as pessoas naquele momento ainda não buscam passagens, mas estudam passeios e pesquisam lugares.
Achei a teoria interessante. Claro que existem exceções, mas vale a pena um exercício mental e aplicar este conceito para outras atividades.
No painel dos portais, UOL, MSN, Yahoo, Google e RealMedia Latam se prenderam aos mesmos debates: se o banner vai morrer e como podemos ganhar uma fatia maior do bolo publicitário.
E todos deram os parabéns publicamente ao UOL (com salva de palmas merecida) pelo material publicado meses atrás com o objetivo de educar o mercado publicitário.
O palestrante da IBM, diretor de marketing, mostrou porque a IBM perde seu poder de marca a cada dia. Falou sobre os blogs da IBM e como os seus 500 milhões de funcionarios interagem através deles. Nada social, nada internet, IBM style.
Sobre o painel de capital social prefiro não comentar. Foi muito fraco e a apresentadora só fez muitas piadas sem graça. Marcelo Tripoli foi sensato e tentou mudar o rumo da prosa, sem sucesso.
Uma frase legal no meio do debate:
“Ao apresentar conceitos inovadores para alguns clientes, sempre me perguntam:
- Você tem algum case de sucesso ?
Ninguém entende que se a reposta for positiva, deixa de ser uma inovação.”
Chad Hurley, sócio-fundador do Youtube, foi Google style: sem divulgar números e sem apresentação. Preferiu responder perguntas dos editores e do público. Perguntas que foram muito mal organizadas pelo evento, que botou uma reporter sonolenta para fazer as perguntas.
Algumas das melhores perguntas :
- Are you ashamed of your first release? Feita por mim mas que não chegou a ser lida e respondida (em homenagem ao PK).
- What is the first thing Google’s CEO Eric Schmidt asks you? E a resposta foi - What should I be watching on Youtube?.
Resposta que deixa claro um dos principais pontos a incomodar os Tubers: content recommendation e content segmentation. São itens de muita importância para Chad Hurley.
Ele também falou que o streaming e a velocidade x qualidade também é uma fonte de muito investimento e preocupação ainda.
E citou um exemplo interessante de bandas de rock que decidem as cidades da turnê a partir de informações de acesso do YouTube. E preparam playlists para cada cidade baseado no interesse da cidade em cada música. Muito interessante!
Outro assunto que Chad destacou bastante: o modelo de comercialização de vídeos de parceiros, onde produtoras de videos podem vender seus conteúdos para a base de usuários do YouTube. O modelo será implementado em breve nos EUA.
No geral o evento foi muito interessante. Ver e conversar com gente do nosso mercado é sempre gratificante. Encontrar clientes e parceiros nesse ambiente é muito importante para a Predicta e nosso crescimento. Sempre nos mostra que estamos muito bem posicionados e que nosso conhecimento é, de fato, mais desenvolvido.
Nesses momentos podemos testemunhar o quanto a marca Predicta pesa neste mercado, o quanto somos considerados e o quanto o mercado nos admira e respeita. Sempre que volto destes eventos sinto um orgulho maior ainda de participar desta empresa.
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A propósito do lançamento do Predicta Atmosphere Mobile e do Predicta Maestro Mobile, vale a pena olhar alguns números que mostram o crescimento do marketing para dispositivos móveis.
Segundo informações do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), houve um aumento de 45,92% no setor no Brasil, que recebeu investimento na ordem de R$ 748 milhões em 2008.
Pesquisas realizadas pela Nielsen no último trimestre do ano passado constataram que o mercado de dispositivos móveis obteve crescimento de 18% na América Latina e que, no total, há mais de 400 milhões de devices na região.
No mundo, onde são mais de seis bilhões de habitantes, 63,32% possuem celulares e 23,5% são usuários de internet, de acordo com dados do Phonecount.
No ano passado, o investimento mundial em mobile marketing foi de US$ 2,7 bilhões, sendo US$ 1 bilhão dos Estados Unidos, US$ 640 milhões do Japão e US$ 40 milhões da América Latina.
Do total aplicado em mobile marketing, 80% foi destinado à SMS, mas a previsão é que em 2011 o número caia para 48%, pois outras ferramentas ganharão cada vez mais destaque. A expectativa para 2012 é de que o investimento em mobile marketing chegue a US$ 12 bilhões.
A publicidade em celular já possui 74% de penetração na Espanha, 63% na França e 30% na Alemanha.
No Japão, o gasto com mobile marketing por usuário é de US$ 6, enquanto no restante do mundo apenas US$ 0,70. E 70% dos japoneses usam 3G, 75% têm QR Code e 60% usam cupons móveis. Já na América Latina, apenas 3% possuem 3G.
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Ferramentas de web analytics e adserver pioneiras no Brasil gerenciam e medem ações de marketing e conteúdo em celulares e smartphones
A popularização das redes 3G e dos smartphones, com telas maiores e mais nítidas, introduzidas pelo fenômeno iPhone, revolucionaram a experiência do usuário com a internet, aproximando-a cada vez mais da navegação dos computadores convencionais.
Esse movimento expôs um novo mercado publicitário, o de mobile marketing. Para ajudar anunciantes, veículos e agências nas suas estratégias de comunicação dentro desse novo canal, a Predicta desenvolveu duas novas ferramentas, pioneiras no mercado brasileiro, para operacionalizar e analisar o comportamento do consumidor nas ações realizadas em ambientes mobile.
Para garantir ações eficientes em dispositivos móveis, o cliente precisa entender a audiência do seu site, proveniente desse canal e todas as suas particularidades. Aprendemos isso observando, nas nossas ferramentas para mídia online, que o público de mobile se comporta de forma diferente dos demais.
Em uma mídia tão direta é fundamental entender como o seu público interage com você, para saber a melhor forma de comunicar com ele.
As ferramentas lançadas pela Predicta auxiliam o cliente em todo esse ciclo, da viabilização das campanhas nessa plataforma à análise comportamental dessa audiência.
O Predicta Atmosphere for Mobile é a ferramenta de web analytics para dispositivos móveis, com a qual possível observar o comportamento dos usuários de celular quando visitam um site. Por meio dessa ferramenta entendemos o que o usuário de internet móvel tem de diferente do visitante convencional e claro, informações mais técnicas e aprofundadas sobre o seu perfil.
A interpretação desses dados possibilita ações mais objetivas e subsídios que podem ser usados no direcionamento dos investimentos em mobile marketing.
Já o Predicta Maestro for Mobile é um adserver capaz de gerenciar o inventário publicitário de veículos que criaram sites especiais para mobile. O módulo foi desenvolvido para os sites e portais que querem comercializar publicidade nesse canal. Ele permite entregar e medir os resultados das peças veiculadas para internet móvel.
Além de tornar o processo operacional possível, o Predicta Maestro for Mobile ainda pode identificar o tipo de aparelho do visitante e usar essa informação para apresentar a ele, automaticamente, a peça que melhor se adequar à tela do seu aparelho.
A Predicta desenvolve suas próprias ferramentas é por isso que mantemos a veia de inovação. Esse lançamento reflete agilidade e capacidade de antever as necessidades dos clientes e parceiros. Nossas ferramentas são conhecidas por sempre oferecerem uma visão geral e consolidada dos resultados das estratégias de comunicação digital, independente do ponto de contato do consumidor, mesmo que para isso tenhamos que criar módulos, integrações e funcionalidades.
Mas nesse caso, o maior diferencial está no detalhamento das particularidades de cada canal, para que os dados forneçam informações realmente estratégicas para a tomada de decisão.
Os dois módulos de mobile podem ser usados por qualquer empresa que queira investir para se relacionar da melhor maneira com esse público tão exigente. Só no Brasil a base de assinantes de telefonia celular já é de 157,5 milhões, sendo que 4,3 milhões são assinantes de 3G.
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O EWD (Encontro de Webdesign) e o ETI (Encontro de Tecnologia da Informação) serão um evento único.
A primeira edição deste ano terá início no Rio de Janeiro, dia 28/03 (sábado), no Centro de Convenções SulAmérica e seguirá para mais oito cidades nos próximos meses.
- Conteúdo Espaço Design: entretenimento (conceitos e cases), interfaces ricas, inovação digital e redes sociais.
- Conteúdo Espaço Tecnologia: CMSs livres, arquitetura Java, aplicações ricas (Flex e Air), desenvolvimento ágil e RoR.
- Conteúdo Espaço Oficinas: emprendedorismo e Wordpress.
A Arteccom oferece um desconto especial no ingresso para quem ler esse post e enviar e-mail para publicidade@arteccom.com.br com o título “desconto para parceiros”.
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Saiu no último dia 16 de março os resultados e previsões de 2009 do IAB. O documento preparado pelo comitê de métricas do instituto traz diversas informações sobre o mercado de internet brasileira.
Um dos destaques do documento é a projeção do faturamento da internet que para 2009 ficou em R$ 987 milhões. O crescimento de 30% projetado representa uma desaceleração de 15 pontos percentuais se compararmos com o crescimento médio apresentado em 2007 e 2008. Sinal de que a marolinha do Lula já está começando a fazer efeito na internet.
A boa notícia é que o mercado de marketing digital irá crescer. Afinal, em anos de crise as empresas costumam cobrar mais eficiência de suas agências e o mercado digital é ambiente mais propício em mostrar resultados.

Outros destaques da apresentação são:
- A internet brasileira já atinge 62,3 milhões de usuários deve fechar o ano atingindo aproximadamente 1/3 da população brasileira com 68,5 milhões de usuários;
- As vendas de PCs superaram em 50% as vendas de TVs;
- 39% da classe C já acessa a internet, tornando-se a classe que mais com maior adoção ao meio;
- 83% dos acessos residenciais à internet são via banda larga.
Namastê!
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Para quem está procurando dados sobre conversões, o Bryan Eisenberg acabou de colocar em seu blog as dez maiores taxas de conversão dos sites de e-commerce nos EUA.
A informação é calculada baseada no painel da Nielsen Netratings e o mais impressionante são as taxas de conversão superiores a 19%. Segue o ranking publicado no blog dele:
- ProFlowers 31.1%
- LL Bean 25.7%
- Amazon 23.7%
- VitaCost 23.0%
- Coldwater Creek 22.4%
- QVC 21.1%
- Roamans 20.4%
- Office Depot 20.2%
- LandsEnd 19.3%
- Victoria’s Secret 19.2%
Fonte: Nielsen Online, Marketing Charts
Ele também publicou outras informações de varejo baseadas num estudo da Coremetrics:
- Page Views Per Session 12.01
- Product Page Views Per Session 2.99
- Average Time on Site (in seconds) 503.01
- Average Items/Order 4.76
- Average Order Value $124.48
- Shopping Cart Conversion Rate 38.16%
- Shopping Cart Abandonment 61.84%
- New Visitor Conversion Rate 2.69%
- On-site Search Session 18.97%
Fonte: LIVEmark Benchmarks US da Coremetrics (PDF). Veja também benchmarks do Reino Unido em pdf.
Mais no FutureNow: Top 10 Online Retailers by Conversion Rate: December 2008.
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É impressionante como a internet está crescendo no Brasil e já alcança todas as classes sociais, tornando-se a segunda mídia de massa no país.
Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha a pedido da F/Nazca, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões em agosto de 2008 – 5,5 milhões a mais do que o número registrado no primeiro semestre do ano.
Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede. Ao todo foram realizadas 3.003 entrevistas, distribuídas em 172 municípios, sendo que 40% envolvem regiões metropolitanas e 60%, o interior.
Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados mostraram que, mais uma vez, a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, uma vez que 28% acessaram a rede a partir de locais públicos de acesso pago, como as lan houses; 21% o fazem de computadores de amigos ou parentes; 13%, do ambiente de trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades. Pela primeira vez incluída no estudo, a internet móvel (smartphones, celulares, PDAs e iPhones) apareceu com 6% do total de acessos.
A freqüência com que ocorre o contato do brasileiro com a internet também cresceu, sendo que 38% dos entrevistados afirmaram acessar a web diariamente e 10%, de quatro a seis vezes por semana, o que resulta em 48% de usuários considerados heavy users.
Contabilizando os 21% que navegam de duas a três vezes por semana e os 18% que o fazem uma vez por semana, a pesquisa concluiu que 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente e que a média de acessos é de quatro dias nesse período. Esses dados confirmam a rede como segunda maior mídia de massa do Brasil, o que justificaria mais investimentos na mídia online.
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Cerca de um terço das atividades de internet nos domicílios norte-americanos acontece enquanto os usuários assistem à televisão.
A informação foi divulgada pela Reuters, a partir de relatório da Nielsen. Os usuários mais intensos de internet estariam entre os mais dedicados telespectadores, atentos por mais de 250 minutos diários ao aparelho, ante os 22 minutos de televisão a que as pessoas que nunca usam a internet em média assistem.
Isso explicaria porque o uso de TV é elevado, quando há muito mais gente utilizando a internet – ou seja, o uso é simultâneo para parte do público.
O uso de internet em termos gerais continua a crescer fortemente, em um total de nove por cento nos 12 meses até maio, em amostra de 3 mil pessoas, em mais de mil domicílios, durante o mês de maio. No entanto, a TV ainda supera em muito as atividades online domésticas -127 horas mensais versus 26, entre aqueles que utilizam a internet.
Leia a notícia da Reuters no UOL:
Nielsen vê forte sobreposição no uso de Internet e TV nos EUA.
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Diante a corrida eleitoral, Obama e McCain duelavam pela luta da presidência nos EUA. Diversos debates, discussões e aparições em talk shows fizeram parte da campanha. Até mesmo artistas de Hollywood apoiaram seus respectivos candidatos.
Até aí tudo normal; no Brasil é a mesma situação – propaganda e debates em redes nacionais fazem parte da corrida eleitoral.
O que realmente chamou atenção foi que Obama também venceu o duelo na internet. Em comparação às visualizações no Youtube, Obama obteve um número de 84 milhões de visualizações contra pouco mais de 22 milhões de visualizações no vídeo de McCain.
No dia 3 de novembro Obama foi mencionado 6.230 vezes na blogosfera, de acordo com a Technorati – sistema de busca em blogs.
De acordo com matéria no UOL, “Obama também dominou no Facebook, com 2 milhões de apoiadores, comparados aos 564 mil para McCain. O candidato democrata também lidera no MySpace, com mais de 830 mil apoiadores, comparados aos 215 mil do republicano.”
Podemos assim definir a internet como uma possível fonte de tendência, onde a informação chega primeiro às pessoas e os resultados começam aparecer primeiramente na web.
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No dia 26 de novembro próximo, às 15h, vamos acompanhar o webinar do pessoal da comScore, que vai tratar do público e do movimento que produz na internet no Brasil. Na pauta:
- Uma visão global e regional de internet, com o foco em tendências da utilização da internet no Brasil;
- As diferenças nos padrões de consumo entre regiões do mundo inteiro, proporcionando uma visão local do consumidor e suas preferências;
- Uma análise da evolução recente no Brasil, com crescimento da audiência e mudanças demográficas dos consumidores;
- Consumo de internet e comportamento online no Brasil;
- Penetração e nível de engajamento em e-commerce, redes sociais e sites multimídia.
É um evento curto e vale a pena assistir. Para se inscrever, visite State of the Internet in Brazil.
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