Foram divulgados esta semana resultados da pesquisa Novos Consumidores, do Núcleo Jovem da Editora Abril. O objetivo da editora de tantos títulos “teens” é entender melhor a relação do jovem brasileiro com a publicidade.
O estudo levou em consideração a percepção dos jovens sobre espaços e formatos publicitárias novos e tradicionais. Um dado curioso foi a rejeição do pop-up junto a esse tipo de público. Como sabemos, o pop-up é um tipo de anúncio online considerado invasivo porque salta no centro da página recém carregada e é impossível não notá-lo (e por este motivo agrada a alguns anunciantes).
No estudo, o pop-up foi o formato mais rejeitado, seguido por panfletos e faixas na rua.
Os eventos, por outro lado, são os formatos de propaganda mais apreciados, seguidos pelos comerciais de TV de 30 segundos e os advergames customizados.
Há outros formatos que não incomodam mas também não entusiasmam: os jovens são neutros em relação ao busdoor e ao outdoor.
Foram contactados garotos e garotas de 13 a 24 anos, em cerca de 1.500 entrevistas online e análises de fotologs de jovens de todo o país. Uma segunda fase realizou 129 entrevistas pessoais nas capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife.
Um dado que obviamente a pesquisa não revelou, mas é difícil não comentar: se fosse abordado o universo adulto também, a rejeição ao pop-up seria maior. Você concorda?
É simples: qualquer pessoa que tenha um blog pode postar o vídeo do grupo e avisá-los – e assim ganha um par de ingressos para a peça deles em São Paulo.
Simples assim: eles ganham divulgação de seu trabalho espalhando os vídeos pela web e em troca os blogueiros ganham um ótimo programa cultural.
Já vou me preparar para aproveitar os ingressos que ganharei. Para saber mais da promoção, veja o vídeo dos artistas explicando como funciona.
O resultado da ação? Se você buscar “Promoção Blogresso” no Google, encontrará mais de 2.500 resultados espontâneos falando sobre a ação – não pagos.
Foram recebidos 400 e-mails referentes à promoção. Uma ação de sucesso em marketing viral, ao chegar perto de 1 milhão de acessos em menos de dois meses. Haja cadeira no teatro!
Um domínio é composto de duas partes, o nome do domínio (predicta) e o sufixo (.com.br). O sufixo é importante para determinar a origem e o tipo do site. Deste modo podemos ter domínios .gov.br para um site governamental brasileiro ou .org.jp para uma organização japonesa.
No início da internet, tínhamos apenas alguns sufixos como .com, .net e sufixos de origem (.br). Depois de algum tempo foi necessário um aumento no numero de sufixos para melhor organizar os domínios. Foram criados os domínios .edu, .org, dentre outros sufixos bem comuns hoje em dia. Algum tempo atrás foram criados outras variações, como para médicos (.med), aviação (.aero) e redes de televisão (.tv).
Depois de anos de argumentação entre o board do ICANN (The Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão que cuida registros de domínios de praticamente toda a internet decidiu que os sufixos agora podem ser escolhidos baseando-se no nome da empresa ou qualquer outro nome.
Por exemplo, a IBM pode comprar o domínio www.brasil.ibm ou a empresa Dell poderia comprar o www.brasil.dell. De fato estas empresas poderão comprar o seu próprio sufixo criando o seu próprio gTLD ou Top-Level Domains ao invés de usar sub domains como brasil.dell.com.br. As grandes empresas que estiverem dispostas a comprar estes prefixos podem pagar uma taxa de U$ 200 mil ao ICANN e esperar na fila pela liberação do prefixo.
Por Rodrigo Polacco em
23 dUTC outubro 2008, 08:10
A crise financeira pode se converter em oportunidade definitiva para a publicidade digital, já que se trata do único setor que cresce em meio à turbulência atual.
O corte de investimentos em publicidade coloca para as empresas o desafio de conseguir os mesmos clientes em potencial com menos impacto. Nesse sentido, a maior capacidade de segmentação da publicidade digital pode ajudar e muito.
Os meios digitais, e também a televisão, permitem às marcas obter maior retorno sobre o investimento. As opções mais evidentes são novos formatos em redes sociais, marketing em buscadores de celular e os advergames, jogos interativos que comunicam os valores de uma marca.
Em tempo de crise, informação é a arma contra a perda nos investimentos. Seria estranho associar o tema à idéia de marketing ou até mesmo web, certo?
Engano seu, em tempos de crise, bolsa e web têm tudo a ver. Em matéria no G1, no portal Globo.com, ficou evidente a grande importância da internet como meio de informação clara e precisa.
Enquanto a crise se alastra, provoca quedas na bolsa e desvaloriza as moedas, especialistas criam ferramentas para manter as pessoas informadas sobre o que acontece e dão dicas sobre o que fazer para evitar perdas acentuadas.
Diversas palestras e cursos estão disponíveis para as pessoas aprenderem sobre a bolsa e seus mitos. Mas o que chama a atenção é o poder da tecnologia e da comunicação frente à essa discussão.
A corretora Win, por exemplo, disponibiliza material sobre como investir pela internet neste momento. Uma das ferramentas mais utilizadas é o podcast para especialistas, que funciona como uma mesa redonda e discute os problemas ocorridos e as perspectivas para a próxima semana.
Para investidores com mais experiência, a empresa disponibiliza uma página onde um analista fica à disposição durante todo o dia para responder dúvidas. Segundo a empresa, o site teve um aumento de 20% nos acessos. O que mostra que a internet não tem temas específicos para propagar, mas premia quem sabe o quê e como comunicar.
Há uma mudança nos sites dos grandes jornais dos EUA em relação a apontar links para outros veículos (concorrentes).
Normalmente uma página de determinada notícia no New York Times não oferece links a conteúdos de terceiros, especialmente quando os terceiros são concorrentes diretos, como a NBC, por exemplo.
O pensamento até então é o de manter o usuário mais tempo em seu site, para que veja mais páginas e mais publicidade.
Essa idéia já é passado.
Grande parte da audiência dos sites de notícias vem do buscador do Google. Sendo assim, a troca de links pode ser benéfica. A idéia é a de que fazer boas indicações é fazer um bom trabalho, cujo retorno será trazer mais pessoas de volta.
New York Times, NBC e outras veículos de jornalismo vão derrubar esta norma de não oferecer links que levam ao site de seus concorrentes.
Apesar de soar bem simples, acaba sendo uma mudança de conceito.
Hotsite desenvolvido para uma campanha das batatas Frito-Lay, o Hotel 626 é um hotel mal assombrado onde apenas os mais corajosos conseguem a noite.
Fãs de filmes de terror sem medo do escuro vão gostar de saber que o Hotel 626 tem este nome porque o site só abre entre seis da noite e seis da manhã. Só ao cair da noite podemos fazer o “check-in”. Porque terror é mais divertido à noite.
Ao fazer o check-in, o hotsite pede ao usuário para apagar as luzes e colocar os fones de ouvido. Se quiser habilitar a webcam e o microfone terá uma noite ainda mais aterrorizante.
Depois de meses de testes, o Google lança a versão beta do seu software AdSense for Games, que insere publicidade em Flash em games e pode trazer receita para os desenvolvedores dos jogos.
É a primeira incursão do Google no mercado da publicidade em games. Semelhante aos anúncios de texto em sites, o produto insere anúncios em jogos, exibidos enquanto o jogo se desenvolve e assim que encerra.
O fato do Google lançar este produto significa que a publicidade em games já é um mercado lucrativo o bastante para atrair uma grande empresa.
Por Karen Calligaris Wojtowicz em
13 dUTC outubro 2008, 04:10
Já foi o tempo em que os blogs eram considerados conteúdos pouco importantes, como registros na visão imatura de meninas falando sobre a vida, os amores e os anseios.
Esta percepção mudou e hoje quem tem um blog de qualidade é considerado uma pessoa importante. Se antes manter um blog era nerd ou fútil, hoje é possuir uma opinião a ser ouvida.
Por este motivo, portais como Yahoo e Abril tomam a iniciativa de trazer autores e conteúdos para dentro de suas propriedades.
Semana passada como de costume entrei no site da Tenisbrasil para conferir os resultados e noticias sobre o tênis no mundo todo.
Em uma semana diversos torneios estavam acontecendo, mas o que me chamou a atenção foi a etapa da Copa Petrobras realizado no Brasil, mais precisamente em Aracaju.
Havia um link que possibilitava o usuário assistir o jogo ao vivo pelo computador.
Já me deparei com placares ao vivo em diferentes portais, mas que demoravam para atualizar o placar e pulavam alguns pontos.
Na semana passada, antes de sair do trabalho fiz o teste e cliquei no link para ver a qualidade da transmissão. O resultado foi surpreendente. Consegui assistir um set do jogo que estava acontecendo no momento antes de ir para casa.
Isso mostra que a internet é também uma fonte “alternativa” de comunicação que pode entregar ao usuário o conteúdo na hora em que ele deseja.