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Fonte: Comscore.com
Do you Yahoo!? Este foi o bordão que mais me marcou no início da revolução ponto-com. O Yahoo! foi uma empresa precursora deste mercado e a única já capitalizada para fazer propagandas de TV.
Mas talvez este marco tenha ficado apenas na história, pois ninguém pode ao certo dizer para onde vai.
Após várias quase-reviravoltas neste ano (uma quase compra pela Microsoft, uma quase parceria com o Google, uma quase fusão com a AOL), alguns lançamentos de produtos quase novos (o Yahoo! Web Analytics) e até um quase patrocínio, o Yahoo parece agora sem um rumo definido e sem um posicionamento definido.
Analisando os dados da comScore, podemos observar que desde agosto o Yahoo! perdeu a segunda posição em buscas para o You Tube e outras empresa de buscas do Google (vídeo, mapas, etc.). Assim o Google fica cada vez mais folgado na liderança de busca de todos os tipos na web, o que aponta também a importância de novos formatos da rede, como vídeos, imagens indexadas, informações georreferenciadas e conteúdos colaborativos e outros.
A situação se complicou também na cúpula administrativa da empresa e culminou na retirada do fundador Jerry Yang da presidência. O movimento começou com as diferenças entre o fundador e os acionistas da empresa, após Yang dificultar ao máximo a proposta de compra da empresa pela Microsoft a US$ 33,00 por ação – atualmente os papéis estão cotados a US$ 11,63.
A empresa também anunciou um corte de 10% em sua força de trabalho mundial.
A única coisa que está claro é que a empresa inovadora que criou modelos de negócios como portais, serviços gratuitos, buscadores e marketing online, dentre outros, precisa voltar a inovar e se recriar!
Não fazê-lo significa correr o risco de se tornar apenas uma sombra de sua versão melhorada e ampliada – o Google.
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O Google divulgou recentemente um acordo feito com as associações americanas de autores e editores, na disputa judicial sobre o projeto de digitalização de livro.
O acordo permite aos escritores e editores dos livros receberem uma compensação econômica pela publicação de suas obras no Google Search Book, um acervo de livros na internet.
O Google está digitalizando um grande número de livros das principais bibliotecas dos EUA, como a biblioteca de Nova York e a de Harvard.
O acordo permite ao Google digitalizar as obras e disponibilizá-las na rede – o público poderá ver de graça até 20% do livro e adquirir o livro todo se quiser.
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Uma nova ferramenta chamada MetaPlayer é capaz de buscar palavras-chave dentro de um vídeo e direcionar o usuário para o ponto onde a palavra é mencionada. É um avanço na busca por palavras-chave em vídeos, além da busca por tags e na descrição do vídeo.
É um media player desenvolvido em Flash pela EveryZing que já indexa vídeos do YouTube. Deste modo, o website que possua este software poderá facilmente gerar um sistema de busca que procura dentro dos vídeos puxados do YouTube. O software não é capaz de interpretar o que é falado no vídeo, mas armazena uma “legenda”.
A possibilidade de buscar dentro do que é falado nos vídeos é importante para os usuários e também para ações de marketing e propaganda localizadas em pontos estratégicos do vídeo. Vejo futuro neste tecnologia, considerando a grande quantidade de vídeos já online. Comparada com uma busca no Google, onde a palavra-chave é procurada em grande parte dos textos de um site, a busca em um vídeo traz mais dificuldades para o usuário.
Mais detalhes na Cnet: New media player searches for spoken words in videos.

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Desde o dia 15 deste mês, o Google disponibilizou em um seu Blog Oficial Webmaster Central um apanhado de vídeos com o objetivo de ajudar os webmasters a entenderem melhor o processo de indexação dos sites e o posicionamento nos resultados de busca.
Os vídeos trazem explicações rápidas sobre como o buscador descobre, rastreia e indexa as páginas do seu site – e o Google as exibe nos resultados da pesquisa. E abordam outros assuntos, entre eles os desafios que webmasters e buscadores enfrentam – conteúdos duplicados e a indexação de conteúdo em Flash e Ajax.
São menos de 25 minutos e vale muito a pena o investimento do tempo.
Assista: Video Tutorial: Google for Webmasters.
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Realmente os vídeos estão dominando a internet. O release da comScore de agosto de 2008 para Search Engine mostra que o Google continua liderando o mercado americano com 63% do share de buscas enquanto o Yahoo está em segundo com 19.6%.
Até aí nenhuma novidade. Mas analisando quais sites do Google representam os 63% é que vem a surpresa. No Google foram efetuadas quase 7,6 bilhões de buscas e o Youtube vem com 2,6 bilhões contra 2,4 bi do Yahoo.
Será que o Youtube passa o próprio Google?
Veja os números completos no comScore:
comScore Releases August 2008 U.S. Search Engine Rankings.
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Hoje saiu um post no Google Webmaster Central, blog oficial do Google, desaconselhando o uso de URLs amigáveis para sites que utilizam páginas dinâmicas.
A discussão está a todo vapor, pois isso contradiz as estruturas e URLs sugeridas em projetos de SEO. O blog já tem mais de 50 comentários, alguns mais ácidos outros mais amenos.
Eu discordo da recomendação e acho um pouco contraditório com o posicionamento do Google, que sempre argumentou que posicionava melhor sites que disponibilizavam informações relevantes ao cliente final.
Eu como cliente final gosto mais de URLs amigáveis, mas isso sou eu. Parece que os bots vão preferir ler as URLs de outra forma.
Foi interessante ver que o blog usa URLs amigáveis ao invés de parâmetros na sua estrutura.
Mais no Webmaster Central Blog do Google: Dynamic URLs vs. static URLs.
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Vale a pena conferir a evolução do Knol, ainda em versão beta. Trata-se de um site de conteúdo, onde as pessoas compartilham seus conhecimentos, uma espécie de Wikipedia do Google.
Ainda é recente, mas vale uma olhadinha.
A home do Knol.
Leia mais no Adnews: O Google é uma empresa de mídia?.
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Acaba de ser publicada nos EUA a pesquisa mensal da comScore, apontando que de maio para junho o Google sofreu leve perda de terreno no segmento de buscas na web, beneficiando seus principais competidores, Yahoo! e Microsoft.
Lá nas terras do Tio Sam, o Google caiu de 61,8 por cento em maio para 61,5 por cento mês passado, enquanto o Yahoo ganhou 0,3 ponto chegando a 20,9 por cento em junho e a Microsoft saltou 0,7 ponto chegando a 9,2 por cento, segundo a comScore.
Aqui no Brasil, no entanto, dados da Predicta apontam que o Google teve crescimento no total de buscas que direcionaram os usuários aos maiores portais do país, às custas dos seus principais concorrentes.
Na categoria notícias e esporte, por exemplo, o Google subiu de 89,1% para 90,8% das buscas, ao passo que o Yahoo! que em maio tinha 5,4% caiu 1,2 ponto percentual. A Microsoft, que tinha 2,5%, caiu 0,5 ponto percentual.
Já a soma dos principais buscadores nacionais (Terra, UOL e Globo.com) manteve-se estável com 2,8% das buscas em ambos os meses.
Nota: as buscas no Cadê? contam para seu controlador Yahoo! e as buscas no iG contam para o motor do Google.
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Um dos grandes problemas de se utilizar sites em Flash sempre foi a indexação do conteúdo do SWF em buscadores. Tudo isso tende a mudar, agora que a Adobe está apoiando os buscadores para deixar esse tipo de conteúdo mais facilmente “procurável”, sem que os usuários ou desenvolvedores precisem fazer nada.
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Com a chegada anunciada da Web 3.0, ambiente que terá como principal pilar a inteligência e melhor organização do conteúdo da rede através da semântica, começam a pipocar os experimentos que fundem a organização semântica com a navegação 3D.
O TagGalaxy, por exemplo, acredita que em breve as buscas tenderão a ser 3D e não mais listas enfileiradas como é feito atualmente. Assim, ao pesquisar uma determinada palavra-chave, o usuário recebe uma quantidade de fotos na forma de um planeta e a navegação é totalmente 3D.
E à medida que o usuário pesquisa, são exibidas tags relacionadas. Por exemplo, em volta da palavra pet orbitam as palavras dog e cat, entre outras.
O projeto é experimental e defendido na Universidade de Ciências Aplicadas de Nuremberg pelo desenvolvedor Steven Wood.
Teste o TagGalaxy. Compare com o resultado de busca de imagem atualmente.

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