Precisando abrir documentos do MS Word, planilhas Excel, apresentações, imagens?
Uma boa opção é o complemento para o Firefox Open IT Online 1.5. O plug-in para o browser é gratuito e funciona com os seguintes formatos de documentos: *.doc, *.rtf, *.odt, *.sxw, *.xls, *.csv, *.ods, *.sxc, *.ppt, *.pps, *.odp, *.sxi, *.jpg, *.gif e *.png.
Quando o usuário abre um arquivo de qualquer um desses formatos usando o Firefox aparece uma tela oferecendo um serviço online com recursos de edição. Clicando OK, o Open It Online redireciona para uma ferramenta online com capacidade para editar o arquivo (Google Docs, por exemplo).
Além de simples, o complemento é bem rápido, claro, dependendo da sua conexão de internet.
Foram divulgados esta semana resultados da pesquisa Novos Consumidores, do Núcleo Jovem da Editora Abril. O objetivo da editora de tantos títulos “teens” é entender melhor a relação do jovem brasileiro com a publicidade.
O estudo levou em consideração a percepção dos jovens sobre espaços e formatos publicitárias novos e tradicionais. Um dado curioso foi a rejeição do pop-up junto a esse tipo de público. Como sabemos, o pop-up é um tipo de anúncio online considerado invasivo porque salta no centro da página recém carregada e é impossível não notá-lo (e por este motivo agrada a alguns anunciantes).
No estudo, o pop-up foi o formato mais rejeitado, seguido por panfletos e faixas na rua.
Os eventos, por outro lado, são os formatos de propaganda mais apreciados, seguidos pelos comerciais de TV de 30 segundos e os advergames customizados.
Há outros formatos que não incomodam mas também não entusiasmam: os jovens são neutros em relação ao busdoor e ao outdoor.
Foram contactados garotos e garotas de 13 a 24 anos, em cerca de 1.500 entrevistas online e análises de fotologs de jovens de todo o país. Uma segunda fase realizou 129 entrevistas pessoais nas capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife.
Um dado que obviamente a pesquisa não revelou, mas é difícil não comentar: se fosse abordado o universo adulto também, a rejeição ao pop-up seria maior. Você concorda?
Por Marcelo Marzola em
10 dUTC dezembro 2008, 10:12
A gente sempre quer mais, não é? O mais rápido, o mais bonito, o mais novo, o mais tecnológico, o mais quieto… ou não?
O artigo abaixo conta um problema pelo menos inusitado.
Os engenheiros da Airbus conseguiram fazer do A380 (o über-jumbo) um avião tão quieto, mas tão quieto, que os pilotos estão reclamando que não conseguem dormir nos seus horários de intervalo.
A justificativa é simples (e tinha sido prevista pelo VP da Boeing no blog dele): o “barulho” que incomoda não é o barulho constante – a esse o nosso cérebro se adapta. O que incomoda são os barulhos descontínuos que se sobressaem ao ruido ambiente.
O problema é tão ruim que a Airbus está pensando em produzir, artificialmente, ruido na cabine do A380. É mole?
Aprofundando mais nas informações da pesquisa encomendada à Datafolha pela F/Nazca, que citei no post anterior, vemos uma evolução no perfil 2.0 dos internautas brasileiros. Mais força tem sido dada a conteúdos de segunda geração como redes sociais, instant messengers, blogs, vídeos etc.
Um dos pontos de maior destaque da pesquisa diz respeito ao conteúdo colaborativo que circula pelas páginas da internet nacional. Dos 64,5 milhões de internautas identificados pela pesquisa, 55% disseram já terem incluído algum conteúdo na rede. Desses, 46% disseram que essa é uma forma de estreitar o relacionamento com outras pessoas e amigos, enquanto 10% esperam divulgar um trabalho autoral e 7%, ilustrar um fato, história ou notícia veiculado na internet.
Dentre as formas de relacionamento online, a maioria ainda mantém a comunicação por e-mail (53%), messenger (52%) e perfil do Orkut (49%). Do total, apenas 7% disseram se relacionar através de um blog ou site pessoal; 6% postando comentários em endereços de notícias; 4% postando ou comentando vídeos no YouTube; e 4% navegando pela blogosfera em páginas de terceiros.
48% dos pesquisados garantiram levar em consideração a opinião de outras pessoas – mesmo que desconhecidas – antes de efetuar uma compra de qualquer natureza. Já importante ferramenta para a pesquisa de produtos, serviços e melhores condições, cada vez mais se mostra um importante canal de relacionamento com consumidores, uma vez que 26% dos internautas já publicaram opiniões na rede e 20% já efetuaram alguma reclamação online sobre produtos e serviços.
O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à internet aumenta quanto maior a renda e a escolaridade. Dentre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço.
Por Douglas Tokuno em
08 dUTC dezembro 2008, 04:12
É a primeira parceria entre dois grandes players de cloud computing: o Google App Engine e o Force.com poderão se integrar através de uma API.
A integração trará muitos benefícios para os aplicativos desenvolvidos para os consumidores do App Engine que buscam e realizam operações nos serviços corporativos do Force.com.
Qual será o movimento do serviço de cloud da Microsoft?
É simples: qualquer pessoa que tenha um blog pode postar o vídeo do grupo e avisá-los – e assim ganha um par de ingressos para a peça deles em São Paulo.
Simples assim: eles ganham divulgação de seu trabalho espalhando os vídeos pela web e em troca os blogueiros ganham um ótimo programa cultural.
Já vou me preparar para aproveitar os ingressos que ganharei. Para saber mais da promoção, veja o vídeo dos artistas explicando como funciona.
O resultado da ação? Se você buscar “Promoção Blogresso” no Google, encontrará mais de 2.500 resultados espontâneos falando sobre a ação – não pagos.
Foram recebidos 400 e-mails referentes à promoção. Uma ação de sucesso em marketing viral, ao chegar perto de 1 milhão de acessos em menos de dois meses. Haja cadeira no teatro!
Do you Yahoo!? Este foi o bordão que mais me marcou no início da revolução ponto-com. O Yahoo! foi uma empresa precursora deste mercado e a única já capitalizada para fazer propagandas de TV.
Mas talvez este marco tenha ficado apenas na história, pois ninguém pode ao certo dizer para onde vai.
Após várias quase-reviravoltas neste ano (uma quase compra pela Microsoft, uma quase parceria com o Google, uma quase fusão com a AOL), alguns lançamentos de produtos quase novos (o Yahoo! Web Analytics) e até um quase patrocínio, o Yahoo parece agora sem um rumo definido e sem um posicionamento definido.
Analisando os dados da comScore, podemos observar que desde agosto o Yahoo! perdeu a segunda posição em buscas para o You Tube e outras empresa de buscas do Google (vídeo, mapas, etc.). Assim o Google fica cada vez mais folgado na liderança de busca de todos os tipos na web, o que aponta também a importância de novos formatos da rede, como vídeos, imagens indexadas, informações georreferenciadas e conteúdos colaborativos e outros.
A situação se complicou também na cúpula administrativa da empresa e culminou na retirada do fundador Jerry Yang da presidência. O movimento começou com as diferenças entre o fundador e os acionistas da empresa, após Yang dificultar ao máximo a proposta de compra da empresa pela Microsoft a US$ 33,00 por ação – atualmente os papéis estão cotados a US$ 11,63.
A empresa também anunciou um corte de 10% em sua força de trabalho mundial.
A única coisa que está claro é que a empresa inovadora que criou modelos de negócios como portais, serviços gratuitos, buscadores e marketing online, dentre outros, precisa voltar a inovar e se recriar!
Não fazê-lo significa correr o risco de se tornar apenas uma sombra de sua versão melhorada e ampliada – o Google.
É impressionante como a internet está crescendo no Brasil e já alcança todas as classes sociais, tornando-se a segunda mídia de massa no país.
Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha a pedido da F/Nazca, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões em agosto de 2008 – 5,5 milhões a mais do que o número registrado no primeiro semestre do ano.
Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede. Ao todo foram realizadas 3.003 entrevistas, distribuídas em 172 municípios, sendo que 40% envolvem regiões metropolitanas e 60%, o interior.
Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados mostraram que, mais uma vez, a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, uma vez que 28% acessaram a rede a partir de locais públicos de acesso pago, como as lan houses; 21% o fazem de computadores de amigos ou parentes; 13%, do ambiente de trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades. Pela primeira vez incluída no estudo, a internet móvel (smartphones, celulares, PDAs e iPhones) apareceu com 6% do total de acessos.
A freqüência com que ocorre o contato do brasileiro com a internet também cresceu, sendo que 38% dos entrevistados afirmaram acessar a web diariamente e 10%, de quatro a seis vezes por semana, o que resulta em 48% de usuários considerados heavy users.
Contabilizando os 21% que navegam de duas a três vezes por semana e os 18% que o fazem uma vez por semana, a pesquisa concluiu que 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente e que a média de acessos é de quatro dias nesse período. Esses dados confirmam a rede como segunda maior mídia de massa do Brasil, o que justificaria mais investimentos na mídia online.