Office na web vai rodar também em Macs e Linux
Por Rodrigo Polacco em 14 dUTC novembro 2008, 03:11
 

A Microsoft reiterou esta semana que a versão web-based do Office não será restrita ao Windows ou ao Internet Explorer.

Em um artigo no blog Channel 10, uma blogueira da Microsoft observou que, devido ao apoio do Firefox e Safari, o próximo Office Web Applications irá rodar em Linux e no iPhone.

A blogueira da Microsoft, Sarah Perez, também disse que não será obrigatória a utilização do Silverlight contra o rival Flash, da Adobe. “O Silverlight não é necessário”, disse Perez, num destaque em formato de perguntas e respostas. “Mas usando o Silverlight, a experiência do usuário irá melhorar na renderização de imagens. Além disso, o Office Live Workspace tem integrada a tecnologia Silverlight, com a função multi-file upload que melhora a experiência.”

Um versão técnica deverá ser lançada no final deste ano e a Microsoft ainda não disse explicitamente se haverá ou não uma versão gratuita, embora os executivos tenham dito que os aplicativos farão parte do Office Live, que poderá ter uma versão paga e outra com anúncios.

Sobre o lado corporativo, a Microsoft tem dito que o Office Web Applications será vinculado ao SharePoint.

windows_apps.jpg

 

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Assista o Web 2.0 Summit aqui mesmo
Por Douglas Tokuno em 13 dUTC novembro 2008, 10:11
 

O Web 2.0 Summit ocorreu semana passada, entre 5 e 7 de novembro, São Francisco, USA. Reuniu as principais personalidades da web atual, importantes analistas de mercado e algumas celebridades para discutir temas relacionados ao futuro da web e o posicionamento dos principais players.

Naturalmente a “reunião de cúpula” repercutiu nas redes sociais e toda a programação foi disponibilizada na web em um canal na Blip.tv.

Assisti alguns eventos e estão realmente muito bons. Destaco a apresentação da Mary Meeker, analista da Morgan Stanley que fala sobre as causas da crise e faz um comparativo com o que ocorreu no mercado de publicidade online entre 2000 e 2003. Ela também destaca algumas tendências de crescimento para os próximos anos.

Há muito conteúdo interessante para assistir e com certeza postarei novamente mais algum destaque.

Ah, e se você ainda não sabe muito bem o que é web 2.0, leia o clássico texto de Tim O’Reilly: What Is Web 2.0.

web2000_01.jpg

 

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Uma rede social para passageiros, por que não?
Por Rafael Uceda em 12 dUTC novembro 2008, 04:11
 

Se você acha que já viu todos os tipos de redes sociais, você está enganado.

Por acaso você é uma pessoa que vive viajando? E não consegue desgrudar da internet? Que ótimo, você se encaixa perfeitamente no perfil dessa nova rede social.

As companhias aéreas Air France e KLM lançaram uma rede social para seus passageiros, com informações sobre hotéis, restaurantes e opções de entretenimento em diferentes locais.

A idéia de ambas as empresas é gerar conteúdo para que os passageiros possam trocar informações sobre suas viagens e deixar acertado uma ida do aeroporto para o hotel com o mesmo táxi, por exemplo.

Os passageiros podem postar sobre suas viagens, gerando um valor maior à rede, já que as pessoas tendem a comparar as experiências vividas por outras pessoas com as informações fornecidas pelas empresas.

A rede social da Air France e da KLM: Bluenity.com.

bluenity.jpg

 

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Você já alcançou o seu nível de incompetência?
Por Douglas Tokuno em 11 dUTC novembro 2008, 09:11
 

Sim, isso é possível. Pelo menos de acordo com o Princípio de Peter.

Formulado em 1968 por Laurence J. Peter e Raymond Hull, o Princípio de Peter diz que em uma hierarquia os funcionários são promovidos enquanto eles são competentes.

Em algum momento eles serão promovidos para uma posição no qual não são mais competentes e atingem o seu “nível de incompetência”. O corolário do Princípio de Peter diz que “todo posto de trabalho tende a ser ocupado por um empregado que é incompetente para realizar suas obrigações e o trabalho é realizado por aqueles empregados que ainda não atingiram o seu nível de incompetência”.

O Princípio de Peter inspirou muitas séries de TV, filmes, quadrinhos e, principalmente, outro clássico do mundo corporativo: o Princípio de Dilbert.

Vocês acham que isso ainda é válido?

Mais na Wikipedia:
Peter Principle
The Dilbert Principle.

 

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TEDTalks em português, com palestras legendadas no YouTube
Por Gian Arena em 10 dUTC novembro 2008, 10:11
 

Creio que muitos já conhecem o TED, cada vez mais importante devido ao fácil acesso às informações e discussões que a internet possibilita (por mais batido que possa soar).

Para quem não conhece, uma breve apresentação: o TED começou com uma conferência nos idos de 1984, reunindo grandes pensadores nas áreas de tecnologia, design e entretenimento, com a premissa de disseminar conhecimento e expor idéias para mudar atitudes, comunidades e o mundo. Ideas worth spreading é o lema.

Desde então o evento foi crescendo em escala exponencial. Ocorre anualmente na cidade de Long Beach, na Califórnia, durante quatro dias. São cerca de 50 palestrantes de diversos países, compartilhando avanços em diversas áreas, como ciência, economia, questões globais e artes.

Todos têm o grande desafio de apresentar suas idéias e descobertas em apenas 18 minutos! Tim Brown, Al Gore, Stephen Hawking e Johnny Lee são alguns dos colaboradores. Pouco, não?

O mais fascinante neste conceito é a criação de uma verdadeira rede global de pensadores, com diversos povos e culturas pensando na compreensão profunda do mundo e também como esta compreensão poderia mudar nossas vidas e nosso futuro. Quanto mais pessoas conhecerem estas idéias, mais forte e completa ela será.

A participação do público é concorridíssima e as reservas para o evento esgotam com um ano de antecedência.

Mas como disponibilizar o rico conteúdo para o resto do mundo, seguindo o ideal de compartilhar idéias?

Desde 2007 o site TED Talks foi a saída encontrada. Um repositório online com mais de 300 palestras, com excelente qualidade, todas em caráter colaborativo (Creative Commons). Você pode acompanhar os vídeos e as discussões por RSS/Podcast, em alta definição, ou acompanhar as novidades pelo TED blog.

Voltando ao título do post: todas as palestras estão em inglês e se você ficou interessado e quer acompanhar estes pensadores mas tem dificuldade com o idioma, uma boa notícia: foi criado no Youtube o grupo TEDTalks em português. Está no ar desde o final de setembro e já conta com 16 vídeos legendados e mais de 150 participantes!

Aliás, você tem uma idéia? Eles querem ouvir você!

 

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Usuário norte-americano gosta de TV e internet ao mesmo tempo
Por Clecia Simões em 06 dUTC novembro 2008, 09:11
 

Cerca de um terço das atividades de internet nos domicílios norte-americanos acontece enquanto os usuários assistem à televisão.

A informação foi divulgada pela Reuters, a partir de relatório da Nielsen. Os usuários mais intensos de internet estariam entre os mais dedicados telespectadores, atentos por mais de 250 minutos diários ao aparelho, ante os 22 minutos de televisão a que as pessoas que nunca usam a internet em média assistem.

Isso explicaria porque o uso de TV é elevado, quando há muito mais gente utilizando a internet – ou seja, o uso é simultâneo para parte do público.

O uso de internet em termos gerais continua a crescer fortemente, em um total de nove por cento nos 12 meses até maio, em amostra de 3 mil pessoas, em mais de mil domicílios, durante o mês de maio. No entanto, a TV ainda supera em muito as atividades online domésticas -127 horas mensais versus 26, entre aqueles que utilizam a internet.

Leia a notícia da Reuters no UOL:
Nielsen vê forte sobreposição no uso de Internet e TV nos EUA.

 

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Internet funcionou como boca de urna antecipada
Por Rafael Uceda em 05 dUTC novembro 2008, 10:11
 

Diante a corrida eleitoral, Obama e McCain duelavam pela luta da presidência nos EUA. Diversos debates, discussões e aparições em talk shows fizeram parte da campanha. Até mesmo artistas de Hollywood apoiaram seus respectivos candidatos.

Até aí tudo normal; no Brasil é a mesma situação – propaganda e debates em redes nacionais fazem parte da corrida eleitoral.

O que realmente chamou atenção foi que Obama também venceu o duelo na internet. Em comparação às visualizações no Youtube, Obama obteve um número de 84 milhões de visualizações contra pouco mais de 22 milhões de visualizações no vídeo de McCain.

No dia 3 de novembro Obama foi mencionado 6.230 vezes na blogosfera, de acordo com a Technorati – sistema de busca em blogs.

De acordo com matéria no UOL, “Obama também dominou no Facebook, com 2 milhões de apoiadores, comparados aos 564 mil para McCain. O candidato democrata também lidera no MySpace, com mais de 830 mil apoiadores, comparados aos 215 mil do republicano.”

Podemos assim definir a internet como uma possível fonte de tendência, onde a informação chega primeiro às pessoas e os resultados começam aparecer primeiramente na web.

 

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Vá trabalhar: entre no Orkut e no Facebook!
Por Rafael Uceda em 05 dUTC novembro 2008, 09:11
 

Quem não tem ou já teve uma conta em algum site de rede social?

Para muitas pessoas, participar destes sites virou um vício – tem gente que gosta de entrar de hora em hora para ler e responder recados e bisbilhotar um pouquinho a vida alheia.

Justamente por considerá-los um fator de desvio da atenção dos empregados, que deveria estar focada no trabalho, muitas empresas bloquearam o acesso a esses sites, em decisão controversa. No entanto já há sinais de que essa proibição é repensada. Uma pesquisa realizada na Inglaterra, por exemplo, sugere que as empresas e gestores permitam sim o acesso a sites de relacionamento no ambiente de trabalho.

Nestes casos, o objetivo é que os funcionários aprimorem o relacionamento com parceiros e clientes. Não deixa de ser uma melhoria na comunicação da empresa. A fronteira entre o trabalho e a diversão nas redes sociais parece estar diminuindo.

É um pensamento interessante em relação à comunicação, até porque uma boa relação em grupo no trabalho pode acabar fazendo a diferença e trazer benefícios para os funcionários e os clientes da empresa.

 

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Vídeo mostra as diferenças entre o iPhone e o primeiro Android
Por André Fatala em 03 dUTC novembro 2008, 08:11
 

Video muito legal do David Pogue, colunista do New York Times, comparando o iPhone com o G1 (o “celular do Google”), que na verdade é um HTC com o Android, sistema operacional desenvolvido pelo Google para dispositivos móveis.

Particularmente eu esperava mais do G1. Achei que seria lançado com um hardware realmente “killer” e com funcionalidades revolucionárias do sistema operacional, mas o caras se limitaram a copiar o iPhone em quase tudo.

Vamos esperar o que outros fabricantes, como a Motorola vão fazer utilizando o Android como sistema de seus celulares.

Veja o vídeo na CNBC ou em português, com imagem maior, no UOL.

 

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É caro, mas você pode comprar o domínio www.brasil.suamarca
Por Bruno Mori em 03 dUTC novembro 2008, 09:11
 

Um domínio é composto de duas partes, o nome do domínio (predicta) e o sufixo (.com.br). O sufixo é importante para determinar a origem e o tipo do site. Deste modo podemos ter domínios .gov.br para um site governamental brasileiro ou .org.jp para uma organização japonesa.

No início da internet, tínhamos apenas alguns sufixos como .com, .net e sufixos de origem (.br). Depois de algum tempo foi necessário um aumento no numero de sufixos para melhor organizar os domínios. Foram criados os domínios .edu, .org, dentre outros sufixos bem comuns hoje em dia. Algum tempo atrás foram criados outras variações, como para médicos (.med), aviação (.aero) e redes de televisão (.tv).

Depois de anos de argumentação entre o board do ICANN (The Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão que cuida registros de domínios de praticamente toda a internet decidiu que os sufixos agora podem ser escolhidos baseando-se no nome da empresa ou qualquer outro nome.

Por exemplo, a IBM pode comprar o domínio www.brasil.ibm ou a empresa Dell poderia comprar o www.brasil.dell. De fato estas empresas poderão comprar o seu próprio sufixo criando o seu próprio gTLD ou Top-Level Domains ao invés de usar sub domains como brasil.dell.com.br. As grandes empresas que estiverem dispostas a comprar estes prefixos podem pagar uma taxa de U$ 200 mil ao ICANN e esperar na fila pela liberação do prefixo.

Mais informações no site do ICANN.

 

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