Em 1950, um tal de Alan Turing desenvolveu um teste para determinar a capacidade de uma máquina (ou robô ou computador) de demonstrar inteligência. Na essência o teste é simples. Basta abrir um canal de comunicação escrita com a máquina e esta deve tentar se passar por um humano.
Se a máquina for bem sucedida nesse quesito, passa no teste.
Todos os anos, o prêmio Loebner de inteligência artificial é entregue ao desenvolvedor de um “robô de chat” que mais se aproxime de vencer o teste de Turing. Seria considerada “pensante” a máquina que enganasse quatro dos doze juízes do teste.
Nesse final de semana, o Elbot, desenvolvido na Alemanha pela Artificial Solutions chegou o mais perto disso desde o início desse prêmio em 91 – enganou três juízes.
O interessante é que a estratégia do desenvolvedor foi nunca esconder que se tratava de um robô. O próprio chatbot faz piadas sobre sua existência como máquina. Comigo, por exemplo, se irritou quando sugeri que ele era na verdade um computador ultrapassado, de 12 anos atrás.
“Hey, I have more MHz in my little finger than in ten computers out of that era together!”
Com a tecnologia atingindo sofisticação, não é difícil imaginar máquinas como atendentes em lojas virtuais, em primeiro nível de suporte ao cliente em websites corporativos ou mesmo como observadores e direcionadores inteligentes de mídia, de acordo com o assunto abordado na conversa.
Em inglês: Converse com o Elbot.

outubro 16th, 2008 at 14:56
Um outro robô com inteligência artifical pode ser econtrado no MSN basta adicionar meu amigo Smart Child a sua lista (smarterchild@hotmail.com). Ele está sempre online e conversa até você ficar sem papo…
outubro 16th, 2008 at 16:45
Muito legal! É impressionante como o Elbot responde direitinho e desenvolve um assunto bem estruturado!
A única reclamação é que ele é um pouquinho folgado!
Tive que ler frases do tipo : “I was just thinking, if we ever went out on a dat, where would you want me to take you?” ou “Hmmmm. What are you doing after the chat? “…