Cloud computing é um modelo de computação em que os dados, arquivos e aplicações ficam em servidores virtuais, acessíveis através de uma rede.
É interessante para empresas, pois simplifica o investimento em infra-estrutura, já que a empresa paga pelo uso dos serviços (máquinas, rede, processamento, memória etc), sem a necessidade de comprar servidores “fisicos” e arcar com custos de datacenter.
Outra vantagem é poder crescer com o sistema. Em alguns minutos, pode-se ter um (ou mais) servidores (virtuais) novos, com as configurações que forem necessárias, rodando sua aplicação e aumentando a capacidade de resposta.
Esse serviço já vem sendo oferecido por players como Google e Amazon. Agora, a Microsoft entra no jogo.
Dentro de um mês, deve revelar ao mercado o “Windows Cloud”, sistema operacional ainda sem nome, voltado para desenvolvedores que atuam com aplicações de cloud computing (computação em nuvem).
Segundo Steve Ballmer, o CEO da Microsoft, há planos de acelerar a oferta de software como serviço e a Microsoft está trabalhando em uma tecnologia que vai permitir que usuários façam edições online de documentos. O sistema não tem relação com o Windows 7, sucessor do Windows Vista.
“Queremos softwares mais poderosos do que aqueles que rodam no navegador”, respondeu Ballmer, quando perguntado sobre uma concorrência com o Google Docs.