O Google divulgou recentemente um acordo feito com as associações americanas de autores e editores, na disputa judicial sobre o projeto de digitalização de livro.
O acordo permite aos escritores e editores dos livros receberem uma compensação econômica pela publicação de suas obras no Google Search Book, um acervo de livros na internet.
O Google está digitalizando um grande número de livros das principais bibliotecas dos EUA, como a biblioteca de Nova York e a de Harvard.
O acordo permite ao Google digitalizar as obras e disponibilizá-las na rede – o público poderá ver de graça até 20% do livro e adquirir o livro todo se quiser.
No dia 26 de novembro próximo, às 15h, vamos acompanhar o webinar do pessoal da comScore, que vai tratar do público e do movimento que produz na internet no Brasil. Na pauta:
- Uma visão global e regional de internet, com o foco em tendências da utilização da internet no Brasil;
- As diferenças nos padrões de consumo entre regiões do mundo inteiro, proporcionando uma visão local do consumidor e suas preferências;
- Uma análise da evolução recente no Brasil, com crescimento da audiência e mudanças demográficas dos consumidores;
- Consumo de internet e comportamento online no Brasil;
- Penetração e nível de engajamento em e-commerce, redes sociais e sites multimídia.
É um evento curto e vale a pena assistir. Para se inscrever, visite State of the Internet in Brazil.
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Depois do Facebook e do Orkut massificarem o uso de aplicativos em suas redes sociais, agora foi a vez do Linkedin entrar nessa arena.
O Linkedin é a maior rede social profissional e buscou integrar aplicações da Web 2.0 que tivessem sinergia com seu negócio, como WordPress e SlideShare. Veja abaixo as aplicações disponíveis:
Para trabalhar colaborativamente
- Box on LinkedIn: compartilha arquivos na rede.
- Huddle on LinkedIn: cria espaços privados de trabalho para projetos.
Para receber e compartilhar informações
- Amazon on LinkedIn: o que as pessoas de sua rede estão lendo.
- TripIt on LinkedIn: onde as pessoas de sua rede estão viajando.
- SixApart on LinkedIn: os posts mais recentes de sua rede.
Para apresentar você e seu trabalho
- Google Docs on LinkedIn: para criar uma apresentação sobre o seu perfil.
- SlideShare on LinkedIn: para compartilhar, ler e comentar apresentações.
- WordPress no Linkedin: sincroniza blogs em WordPress ao seu perfil.
Para ter insights
- Company Buzz by LinkedIn: o que as pessoas estão dizendo sobre a sua empresa.

A Yahoo acaba de lançar o Zimbra Desktop – um client de e-mail que a pessoa instala em sua máquina e pode configurar inúmeras contas e centralizar calendário e contatos em um só lugar. Todo o serviço fica hospedado em cloud computing.
A idéia é competir com o Outlook Exchange da Microsoft, permitindo acessar seus dados mesmo estando offline.
Já a Microsoft pensa em algo mais ousado com o seu Windows Azure. A idéia é ter um sistema operacional em cloud que permita o desenvolvimento de aplicações todas voltadas à internet.
O mais legal é que o sistema não será amarrado apenas para rodar linguagens da própria Microsoft – será possível desenvolver em PHP, Ruby e Python. Para a linguagem da casa, ASP.NET, o Visual Studio 2008 tem SDK que permite o desenvolvimento offline de aplicações para depois colocá-las no Azure.
No Yahoo, o Zimbra Desktop.
Na Microsot, o WindowS Azure.
Quantas vezes, assistindo a um filme de terror, nos nos perguntamos “Se fosse eu seria diferente?” ou temos vontade de dizer ao personagem “Não fica parado, sai daí agora”?
Esta sensação é aproveitada em um site que promove um filme de terror: ele coloca o público na pele de um dos protagonistas do filme “The Outbreak” e dá ao usuário o desafio de sobreviver a um ataque de zumbis.
O filme é composto por cenas (são 21 cenas) que duram em média 1 minuto e apresentam 10 paradas, onde o usuário deve decidir qual a próxima ação a ser tomada. A combinação dessas ações pode levar o personagem à morte ou à salvação.
Caso o personagem morra, você tem a oportunidade de iniciar o filme novamente ou voltar a uma parada onde acha que poderia ter tomado outra ação para se salvar.
Como analista de BI, acredito que seria muito interessante fazer uma análise do comportamento dos usuários nesse site.
Quais seriam os caminhos mais percorridos? Quantas vezes os usuários morrem até conseguirem se salvar? Qual a morte mais comum? Quanto tempo os usuários passam interagindo com o filme?
O filme e o site são muito interessantes e muito bem feitos e testei todos os caminhos possíveis.
Os produtores pensam em lançar outro filme deste tipo, porém com maior duração e mais pontos de interação com os usuários. Vamos aguardar!
Mais no site Survive the outbreak.

Uma nova ferramenta chamada MetaPlayer é capaz de buscar palavras-chave dentro de um vídeo e direcionar o usuário para o ponto onde a palavra é mencionada. É um avanço na busca por palavras-chave em vídeos, além da busca por tags e na descrição do vídeo.
É um media player desenvolvido em Flash pela EveryZing que já indexa vídeos do YouTube. Deste modo, o website que possua este software poderá facilmente gerar um sistema de busca que procura dentro dos vídeos puxados do YouTube. O software não é capaz de interpretar o que é falado no vídeo, mas armazena uma “legenda”.
A possibilidade de buscar dentro do que é falado nos vídeos é importante para os usuários e também para ações de marketing e propaganda localizadas em pontos estratégicos do vídeo. Vejo futuro neste tecnologia, considerando a grande quantidade de vídeos já online. Comparada com uma busca no Google, onde a palavra-chave é procurada em grande parte dos textos de um site, a busca em um vídeo traz mais dificuldades para o usuário.
Mais detalhes na Cnet: New media player searches for spoken words in videos.

Desde o dia 15 deste mês, o Google disponibilizou em um seu Blog Oficial Webmaster Central um apanhado de vídeos com o objetivo de ajudar os webmasters a entenderem melhor o processo de indexação dos sites e o posicionamento nos resultados de busca.
Os vídeos trazem explicações rápidas sobre como o buscador descobre, rastreia e indexa as páginas do seu site – e o Google as exibe nos resultados da pesquisa. E abordam outros assuntos, entre eles os desafios que webmasters e buscadores enfrentam – conteúdos duplicados e a indexação de conteúdo em Flash e Ajax.
São menos de 25 minutos e vale muito a pena o investimento do tempo.
Assista: Video Tutorial: Google for Webmasters.
Já quis causar inveja nas pessoas mostrando você deitado em um lindo dia na praia?
O site Qik.com faz com que os seus amigos vejam você na praia ao vivo, pois possibilita o streaming de vídeos direto do seu celular.
É isso mesmo, o site possibilita uma transmissão ao vivo de vídeos da câmera do seu celular direto para a internet.
Depois de instalar o software no seu celular e fazer o cadastro no site, você já pode transmitir seu streaming. A ferramenta do Qik transmite e mostra os vídeos com uma boa imagem e som com velocidade na transmissão e visualização do vídeo. O Qik é compatível com a maioria dos celulares, mas obviamente é necessário uma conexão à internet. Mesmo utilizando uma conexão que não seja 3G ou Wi-Fi, os streamings são exibidos com velocidade e qualidade.
A comunidade do Qik ainda é pequena, mas há muito mercado a ser conquistado, já que se trata de um serviço ainda pouco explorado. Eu já me cadastrei no site e transmiti meus primeiros streamings. Vale a pena conferir.

A crise financeira pode se converter em oportunidade definitiva para a publicidade digital, já que se trata do único setor que cresce em meio à turbulência atual.
O corte de investimentos em publicidade coloca para as empresas o desafio de conseguir os mesmos clientes em potencial com menos impacto. Nesse sentido, a maior capacidade de segmentação da publicidade digital pode ajudar e muito.
Os meios digitais, e também a televisão, permitem às marcas obter maior retorno sobre o investimento. As opções mais evidentes são novos formatos em redes sociais, marketing em buscadores de celular e os advergames, jogos interativos que comunicam os valores de uma marca.
É o que defende este artigo interessante na newsletter da Wharton:
Crise, o grande trampolim para a publicidade digital.
Pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Hall & Partners com homens entre 18 e 34 anos de idade constatou que mais de 75% dos entrevistados utilizam mais que 10 horas de internet por semana.
O aumento no tempo médio de navegação semanal na internet “rouba” este público da televisão. Tanto que 69% dos entrevistados não conseguiriam viver sem internet, comparado com os 31% que disseram o mesmo sobre a televisão.
A propaganda online é ideal para atingir estes público, já que 60% dos entrevistados quando offline lembram-se das ofertas que viram na internet. A propaganda online deste modo, a um custo mais baixo, serve para reforçar investimentos em outras mídias offline. E 47% dos entrevistados compraram produtos ou serviços por influência de publicidade online.
A pesquisa também apurou que está cada dia menor o receio diante do comércio eletrônico – 35% dos pesquisados já realizaram uma compra online, o que reforça ainda mais o poder da mídia online.
Mais detalhes no eMarketer: Young Online Males Choose Web over TV.