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Nem todos os cliques geram visitas, pois uma parte dos usuários desiste da página antes dela ser exibida. Veja como determinar quantos são os desistentes, a partir da métrica connect rate.
Alguns anunciantes têm o pensamento que se o veículo mostra 1.000 cliques em sua campanha, significa que 1.000 visitas foram geradas para o seu site. Na realidade isso não acontece.
O usuário pode clicar sem querer ou pode também sair do site antes que a página carregue. Desta forma, este usuário não visitou o site de fato.
Através da métrica de taxa de conexão ou connect rate (“visitas From Click/Clicks”) podemos analisar a porcentagem de usuários que clicaram e efetivamente acessaram o site.
Para uma análise correta do connect rate, é necessária uma ferramenta de web analytics, como o Predicta Atmosphere, integrada a um third party adserver, como o Predicta Maestro. Apenas com esta integração podemos separar os usuários de acesso direto dos usuários de campanha.
Não existe uma campanha com um connect rate de 100%. Ao analisarmos uma série de campanhas monitoradas pela Predicta constatamos que um connect rate ideal gira em torno de 80% em um site sem Flash. Em alguns sites mais pesados, o connect rate pode chegar a apenas 20%.
A principal causa de um baixo connect rate é o peso da página. Isso acontece porque alguns usuários possuem conexões discadas, computadores obsoletos ou simplesmente falta de paciência e tempo. Sites em Flash também influenciam para baixo o connect rate, pois alguns usuários saem do site antes do carregamento total do Flash.
Cabe aos criativos desenvolverem landing pages mais leves ou pré-homes para uma abertura mais rápida do site.
Os mídias também são responsáveis pelo baixo connect rate de suas campanhas, pois algumas peças podem fazer com que os usuários cliquem sem querer.
Isso pode ser provado ao comparar um DHTML (que normalmente apresenta um connect rate mais baixo, pois aparece no meio do conteúdo) com um superbanner (que aparece apenas no topo da página).
Os canais escolhidos também podem influenciar em um baixo connect rate – a “home” de um portal tende a ter um connect rate inferior a um canal mais segmentado, pois os usuários mais segmentados têm uma pretensão maior de acessar o site. Por isso a escolha dos formatos e canais deve ser feita cuidadosamente.
O aumento do connect rate reflete diretamente a eficiência do investimento em uma campanha online.
No que se refere à mídia gráfica, o objetivo da campanha pode ser institucional com o intuito de gerar cobertura (impactar usuários) sem a pretensão ao clique. Por outro lado, se o objetivo é gerar visitas, o connect rate deve ser cuidadosamente analisado, mesmo que a negociação de mídia gráfica muitas vezes seja em CPM (custo por mil impressões).
Cabe aos mídias calcularem a sua contratação prevendo estes usuários perdidos, em vez de acompanhar seus resultados apenas utilizando o CTR médio.
Devemos lembrar também que em algumas iniciativas, como nos links patrocinados, por exemplo, a negociação é baseada no número de cliques (pay-per-click). Neste caso o connect rate está diretamente relacionado ao investimento, pois o anunciante irá pagar, mas o clique não necessariamente proporcionará uma visita real.
O connect rate é uma métrica ainda pouco explorada, mas pode causar grandes alterações no resultado de uma campanha publicitária online.
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Com mais de dez anos de experiência em marketing e inteligência de mercado, Fred Pacheco assume a divisão de Business Intelligence da Predicta com o objetivo de expandir nossa atuação no negócio de consultoria de marketing online.
Diz ele sobre o novo trabalho: “Os resultados das ações de nossos clientes, quando analisados da forma correta, criam aprendizado e inteligência para ações futuras. O principal objetivo da área de BI é ajudá-los a compreender essa informação e a utilizá-la para melhorar a eficiência de suas estratégias na web, otimizando custos”.
Entender o comportamento do cliente é o melhor insumo para atingir ou superar os objetivos de um plano de comunicação. A Internet oferece essa possibilidade. Desperdiçar esse insumo é desperdiçar investimento, explica Fred, que terá ainda a responsabilidade de desenvolver novos produtos focados em melhorar a experiência do consumidor na Internet e nas demandas de mercado observadas pela Predicta.
Ele já gerenciou a área de inteligência de mercado da Michelin Brasil e de Customer Service de Trademarketing da Nokia e passou por empresas de tecnologia como GoDigital Tecnologia, Neoris Consultoria e IBM Brasil. Com MBA em Gestão de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e em Executivo Internacional, pela Ohio University (EUA), Fred é Graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal Fluminense.
Seja bem-vindo!
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Jakob Nielsen, diretor da Nielsen Norman Group, famoso consultor sobre usabilidade, divulgou mais um relatório anual de sua empresa sobre os hábitos dos usuários.
Segundo ele, houve uma mudança no comportamento dos usuários, que teriam muito menos paciência na hora de navegar do que no passado recente.
Esta mudança pode ser confirmada com base em vários dados levantados pelo relatório.
Hoje, em 2008, o usuário consegue atingir mais suas metas do que em 1999 (75% de sucesso contra 60% anos atrás) e prefere ir “diretamente ao ponto”, ao invés de ficar navegando “à deriva” pelos sites.
Esta seria uma influência direta dos buscadores – em 2004, diz a consultoria, 40% das pessoas visitavam primeiro a home de um site e a partir de lá chegavam à informação que procuravam.
Hoje apenas 25% dos usuários mantém esse padrão, enquanto a maioria dos usuários prefere acessar um determinado site rapidamente, completar uma tarefa e sair.
Segundo Nielsen em entrevista à BBC, as pessoas preferem sites que vão direto ao ponto. Por estarem mais habituadas ao ambiente interativo estão também mais resistentes às promoções e outras escolhas editoriais que tentam distraí-los.
Neste sentido, defende ele, os usuários não toleram sinais sonoros e outras aplicações adicionadas com o objetivo de tornar interfaces mais amigáveis – mas que no fundo atrapalham, pois deixam as páginas mais pesadas, o que aumenta a impaciência dos usuários com relação ao site.
Muita gente discorda de Jakob Nielsen, designers especialmente. O especialista em usabilidade pode até defender interfaces espartanas demais para nós brasileiros e ser realmente o “profeta do óbvio”. Mas enxergar o óbvio nem sempre é uma qualidade muito comum.
Mais detalhes na BBC Brasil: Usuários da internet estão mais egoístas, diz especialista.
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Quando você pensa em avôs e avós, qual a primeira coisa que vem à cabeça? Objetos relacionados à costura (tesouras, crochê) para as mulheres e talvez dominó para os homens. Também podemos imaginar velhinhos e velhinhas em cadeiras de balanço contando como eram bons os velhos tempos.
Nada disso. No meu caso, pelo menos, quando chego em casa é sempre a mesma coisa – o meu pai e a minha mãe estão na mesa da sala, cada um com seu laptop – no MSN, no e-mail ou pesquisando sobre alguma coisa na internet.
Até minha avó ganhou um PC no dia das mães e meus primos estão dando uma força para que ela aprenda a usar a internet.
De acordo com o Emarketer, 87% dos pais de hoje já estão online. Outro dia vi uma comunidade no Orkut chamada “Minha mãe tem Orkut”. A minha tem e já possui mais de 400 amigos – alguns deles são meus amigos também.
Os meus pais podem até ser um pouco mais high-tech comparados com outros pais, porém estão no caminho certo. Quando mostrei a eles o MSN pela primeira vez, acharam interessante mas não deram muita importância. Mas logo adotaram e já têm muitos amigos na lista; quando faço alguma coisa errada, as broncas podem chegar também por mensagens no MSN.
Logo logo os asilos de idosos terão velhinhos jogando paciência em laptops e enviando mensagens pelo MSN para o amigo do outro lado da sala. Serão praticamente uma lan house e o crochê e o dominó não farão mais parte do conceito.
Mais detalhes no eMarketer: How Many Moms Are Online?
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O acordo da Apple com a América Movil, que prevê a chegada do iPhone no Brasil, via operadora Claro, ainda este ano, não deve aplacar a busca frenética dos brasileiros pelos aparelhos no país.
Mesmo com o anúncio, os dados de crescimento dos acessos à internet via iPhone, apurados pela Predicta, comprovam que o brasileiro não está disposto a esperar o gadget chegar ao Brasil. Entre os meses de março e abril foram contabilizados mais de 330
mil acessos à internet via iPhone, um crescimento de aproximadamente 1% ao dia.
Se continuar nesse ritmo alucinante, nem dependerá da venda legalizada para se superar a marca de 1 milhão de acessos até o final de 2008.
Mas o que faz do iPhone objeto de cobiça em todo o mundo? Alguns diferenciais importantes em relação a outros aparelhos, mas o principal deles é sem dúvida, o fato de oferecer ao usuário, que utiliza a internet, uma experiência mais próxima a de um computador convencional.
Analistas calculam que existam cerca de 300 mil iPhones desbloqueados no Brasil. Em junho de 2007 eram apenas 10 mil.
E não vai parar por aí. A Nortel Networks – maior fabricante de telefones da América do Norte, acaba de divulgar um estudo conduzido pela empresa de pesquisa IDC, onde descobriu que mais de 30% dos trabalhadores, se tivessem que sair de casa por 24 horas e pudessem levar consigo apenas um objeto, adivinha o que eles levariam? Um celular.
O aparelho ganha da carteira, laptop, mp3, e qualquer outra coisa que provavelmente eles nem se lembram mais que existe. E sabe por quê? Porque é possível fazer qualquer coisa pelo celular. Ele já substitui praticamente todos esses itens.
Agora a questão é: as empresas estão se preparando para receber essas pessoas nos seus sites? Quem não se preparar vai perder um espaço importante.
Os dados foram obtidos pela ferramenta Predicta Atmosphere. Cobrem o universo dos sites dos clientes da Predicta e não incluem suas versões WAP.
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Nelson Mattos, um brasileiro nos altos escalões da Google, é vice-presidente de engenharia do buscador para a Europa, Oriente Médio e África e chefia 500 engenheiros espalhados em doze capitais européias.
Segundo ele, a missão da Google é organizar toda a informação do mundo e fazer com que essa informação esteja disponível a qualquer usuário e que seja útil para ele.
É um objetivo bastante ousado, pois nem toda a informação no mundo é baseada em texto. Como resultado, a famosa janela inicial do buscador, com apenas um formulário e os botões, pode mudar um dia.
Sobre privacidade, ele afirma que para chegar a melhor servir o usuário, a política da Google é que o usuário permita que a empresa monte esse histórico, ainda que os dados nos diferentes serviços, como Gmail e Orkut, não sejam cruzados.
“Não fazemos o cruzamento de dados recolhidos nos diferentes aplicativos, pois não sabemos se é isso que o usuário realmente gostaria. Hoje em dia, se você se registrou e está fazendo consultas, eu tenho condições de saber as consultas que você fez dentro daquela sessão e utilizo essa informação para tentar melhorar a resposta. Se o mesmo usuário se conectar em Orkut, o fato de que você possa ter feito dez consultas antes não é levado para o sistema de Orkut da Google como informação para aquele contexto”.
Leia no SEM Brasil: A missão da Google é organizar toda a informação do mundo.
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Saíram os novos guidelines do IAB para mensuração de publicidade com vídeos.
Há um grande crescimento no interesse para veicular anúncios em vídeos e o objetivo é padronizar os formatos, buscando a simplicidade, a eficiência e também formas de medir resultados.
The guidelines focus on the most widely used current in-stream ad products, including linear video ads, non-linear video ads and companion ads. They were created in order to meet the following marketplace needs:
* Simplifying digital video ad buying across multiple sites through minimum common ad specifications for video, overlay and companion ads.
* Achieving more efficient operations through a common set of creative submission guidelines.
* Increasing consumer understanding of ad interactions and environments through best practice recommendations for creative development and player environments.
Mais detalhes no site do IAB: Digital Video Ad Format Guidelines & Best Practices.
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É sempre bom ler notícias boas…
Texto de Fernando Murad fala sobre o crescimento da Predicta no primeiro trimestre, com aumento no volume de trabalho em 100% e crescimento de 47% no faturamento, principalmente devido a consultoria e avaliação de campanhas.
O volume de peças publicitárias gerenciadas aumentou 120%, indo para 20 mil unidades, expostas cerca de 14 bilhões de vezes.
O mercado cresceu como um todo e a Predicta se posicionou como uma fornecedora de inteligência. Amplificou sua atenção para a área de mobile marketing e na aplicação da ferramenta Behavioral Targeting. E mais novidades vêm por aí.
Leia mais no Meio & Mensagem: Predicta supera meta de crescimento.
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Seguindo a linha de criações de campanhas sem agências, o Google também lançou seu Ad Creation Marketplace, para que anunciantes encontrem profissionais de criação:
What is the Google Ad Creation Marketplace?
In the Ad Creation Marketplace, you’ll find industry professionals who can provide script writing, editing, production, and voice-over talent at an affordable package cost. It’s free to search for and send project bids to specialists, and you aren’t under any obligation to work with them until you accept a bid.
Qualified production experts
We maintain quality in the Marketplace by screening specialists based on technical and creative criteria, and by requiring that specialists offer a full suite of services (concept creation, script writing, voice-over, and production) at reasonable prices.
Timely turnarounds – from your request to final ad delivery
Finding a specialist and getting an ad delivered to your account can take as little as a few days to a week, on average. Final ads will be available in your account so you can immediately activate your campaign once they’re delivered.
Cost of ad creation
Once you accept a specialist’s bid, you might expect to spend anywhere between $100 and $1000 for your ad, depending on a variety of factors.
Por enquanto está em fase de testes, mas alguns screenshots já circulam pela web:




Aliás, tudo isso coincide com o lançamento do Google TV Ads, para anúncios segmentados para TV digital.
Mais detalhes no site do GoogleAdWords: Advertising on TV just got easier with Google TV Ads.

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