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A quarta edição do Congresso Brasileiro de Publicidade ocorre exatamente três décadas após o último encontro, em 1978, que culminou com a criação do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar).
A entidade nasceu a partir do temor do mercado que o então governo militar sancionasse uma lei que estabelecesse censura prévia às atividades publicitárias.
Mais sobre a programação no site do IV Congresso Brasileiro de Publicidade.
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Pesquisa mostra que o peso médio das páginas na internet triplicou e ultrapassa 300kb hoje em dia.
No último ano, as mil páginas mais populares cresceram 24.2% de dezembro de 2006 a dezembro de 2007, ou seja, de 250K para 310.4K. Seguindo esta linha de crescimento, uma home típica vai ter mais de 385K até o fim deste ano.

Mais no WebSiteOptimization.com: Average Web Page Size Triples Since 2003.
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Quando as campanhas buscam cada vez mais conceitos novos, criatividade e mais velocidade de expansão das mídias o marketing ganha mais força para atingir públicos-alvo.
Nas campanhas segmentadas, as propagandas são criadas com o intuito de que os próprios consumidores repassem aos demais as informações, com o objetivo claro de propagar o conhecimento, desejo e possibilidade de possuir o produto em suas mãos, da mesma forma que impactou o remetente da mensagem.
“Trata-se de uma das novas estratégias de marketing que encoraja indivíduos da sociedade a repassar uma mensagem de marketing para outros, criando potencial para o crescimento exponencial tanto na exposição como na influência da mensagem. Como os vírus reais, tais estratégias aproveitam o fenômeno da rápida multiplicação para levar uma mensagem a milhares e até milhões de pessoas”. (Esta definição é creditada a Arthur D. Little em verbete buzz marketing da Wikipedia).
O buzz marketing tem características similares ao marketing viral. Com a comodidade da internet, torna-se cada dia mais forte, rápido e atinge um público cada vez maior.
É claro que tudo isto só ocorre quando há o interesse do consumidor em mostrar, enviar, conversar e conhecer mais a fundo todos os atrativos do produto, repassando a mensagem para pessoas que, por seu conhecimento, possuem gostos parecidos e estão sempre atrás de novidades, notícias e informações sobre os mesmos tipos de produtos.
O buzz marketing não faz barulho, age de forma calma, sem muito alarde e que cativa seu público-alvo, apenas por causar curiosidade sobre um produto ou por uma prospecção muito bem feita pela empresa.
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A Predicta agora conta com Daniel Checchia no cargo de gerente de TI. Ele é o responsável pela área de infra-estrutura e segurança da empresa e vai acompanhar crescimento planejado de 40% na equipe de “predictors” em 2008.
Daniel vem completar a divisão de TI já existente, trazendo mais governança corporativa e melhores práticas no gerenciamento da infra-estrutura e segurança, com foco na gestão da operação do Datacenter da Predicta e na melhoria do nosso Service Desk.
Com 22 anos na área de informática, Daniel Checchia passou pela B2W – Companhia Global de Varejo, e Bicbanco (Banco Industrial e Comercial SA), onde acumulou experiência em projetos e gestão de infra-estrutura, segurança e redes.
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Tradicionalmente o marketing de relacionamento é visto como o contato que a empresa mantém com seus clientes, com o objetivo de novas relações comerciais.
Hoje temos um conceito mais abrangente, sempre com o mesmo objetivo. A forma de atuação é que foi ampliada pela compreensão de como as relações se estabelecem na sociedade, e, portanto, no mercado.
A nossa sociedade é constituída de uma rede de relacionamentos. Se nos isolamos, somos um bando de eremitas, cada um em seu canto tendo que produzir o que for necessário para o sustento e a saúde.
Com as empresas não é diferente. O marketing de relacionamento foi acrescido das múltiplas redes de contatos e de todos aqueles que se relacionam com a empresa.
Mas quem são as pessoas que se relacionam com a empresa e que meios podem fazer parte de uma rede de interações e influência?
- Clientes. Os antigos, os novos e os insatisfeitos.
- Empregados. Devem ser os primeiros a fazer comentários favoráveis em sua rede de influência. Não é endomarketing, que visa agradar o empregado para que produza melhor. É tornar o empregado uma fonte de referências positivas para a empresa e para o que ela produz.
- Fornecedores. Também uma fonte importante de referência dentro do mercado.
- Intermediários. Aqueles que ajudam sua empresa a ser o que é.
- Influência. Pessoas ou entidades com atuação importante em sua área ou próxima à sua empresa.
Leia mais no Merkatus.
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Quando se fala em blogs corporativos, pensamos logo na definição padrão: é um canal que a empresa abre aos seus consumidores para ter uma conversa bilateral e mais informal com eles. Mas é só isso? Não. No mundo corporativo esta ferramenta pode ser explorada de diversas formas diferentes. Do ponto de vista de negócios, há potencialmente inúmeras razões para se ter um – ou vários blogs.
Embora não haja nenhuma classificação formal, pode-se dizer que, basicamente, blogs corporativos podem ser divididos entre externos ou internos:
Blogs externos são aqueles que a empresa publica para acesso de qualquer pessoa na internet. Têm propósitos de interação externa, seja como canal de comunicação, como iniciativa de reforço de marca, feedback para desenvolvimento de produtos, gerenciamento de crises, relações públicas e relacionamento com a mídia, posicionamento estratégico e assim por diante. O NaMedida é um exemplo de blog externo.
Blogs internos são aqueles que a empresa utiliza como ferramenta de interação entre os funcionários, com objetivos de comunicação interna, base e gerenciamento de conhecimento, acompanhamento de projetos e colaboração interna, integração e reforço de iniciativas de recursos humanos etc.
Definir sua estratégia ou o tipo de blog do qual sua empresa mais poderá se beneficiar depende da definição dos seus objetivos. Isso é fundamental. Nenhuma empresa deve criar um blog somente porque alguém disse que blogs são o novo “hype”. Entrar neste universo desconhecido pode ser difícil sem a assessoria adequada. Contar com o expertise de uma empresa especializada pode fazer toda a diferença, não só na definição de metas e estratégias, mas também na implementação, manutenção e mensuração de resultados do seu blog.
A criação de um blog pressupõe comprometimentos por parte da empresa. A definição de quem – ou qual departamento – será responsável pela publicação e manutenção do blog é crítica. Lentamente as empresas estão começando a criar cargos e/ou departamentos exclusivamente para este propósito. E este é um bom investimento. Se sua empresa terá um blog, é importante que as pessoas responsáveis por ele saibam o que estão fazendo e conheçam sua empresa e seus objetivos o suficiente para falar em seu nome. Que compreendam a dinâmica da “blogosfera” e estejam preparadas para lidar com o dia-a-dia de um blog, mostrando segurança, transparência e conhecimento.
Na prática, o dia-a-dia de um blog é um crescente aprendizado. A cada dia torna-se mais palpável a localização dos assuntos que trazem mais retorno, que promovem mais – e melhores – discussões, que têm maior impacto nos seus objetivos. O termômetro destes resultados não é somente a quantidade e a qualidade dos comentários deixados no blog. São também as citações, referências e links que vão aparecer na blogosfera em resposta ao que é postado no seu blog. Monitorar e mensurar este retorno é também uma parte fundamental de se ter blog corporativo.
Também parte importante desta atividade é definir os assuntos que serão abordados, a linguagem que será utilizada (por definição, blogs usam uma linguagem informal), políticas sobre como responder aos comentários (e se serão ou não moderados), como abordar e lidar com as coisas que serão escritas sobre sua empresa. Todas estas definições podem ser feitas com a ajuda da empresa que estiver lhe assessorando.
Esteja sempre aberto às infinitas possibilidades que um blog corporativo pode lhe oferecer. E fique atento, seus concorrentes logo estarão conversando com o seu mercado. Agora que você já sabe o que é um blog corporativo, avalie se esta forma de comunicação com seu público interno ou externo se aplica ao seu caso.
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A Adobe lançou nesta quarta-feira (09/04) uma correção para sete falhas críticas no Flash Player. A nova versão agora é a 9.0.124.0 e a empresa recomenda a imediata atualização pelos usuários.
Uma das principais modificações é no comportamento do plugin para execução de códigos Javascript a partir do swf. A propriedade allowScriptAccess, configurada no código HTML de carregamento do Flash define como o plugin vai gerenciar o uso de script no swf. Até essa correção se essa propriedade não estivesse definida no código (o que é muito comum) , internamente o plugin a definia como “always” o que permitia a execução sem limitações de scripts a partir do swf.
Porém o comportamento agora é que se não for definido, o valor padrão será “sameDomain” o que representa que o Flash só executará scripts presentes no mesmo domínio de hospedagem do arquivo swf, inviabilizando por exemplo a interação de peças publicitárias com a página e hotsites em Flash com frames de se comportarem como o esperado.
Agências, sites, veículos e desenvolvedores devem estar atentos a essa importante mudança e avaliarem o impacto nos seus arquivos swf. A correção para a maioria destes casos é simples e bem rápida, bastanto apenas adicionar ao trecho HTML responsável pelo carregamento do Flash (tags embed e object) o atributo allowScriptAccess com o valor “always”
Uma outra importante correção adiciona o Cross-domain policy check. O Flash Player usa os chamados policy files em XML para correta manipulação de conteúdos de outros domínios, como por exemplo o carregamento dinâmico de outro arquivo swf ou postagem de formulários dinâmicos. Essa configuração de política de acesso era opcional até a versão anterior, mas a Adobe alerta que se tornará obrigatória para futuras atualizações.
Veja no site da Adobe os detalhes sobre as correções e instruções para modificações.
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No site OpenAd.net você faz um briefing para a criação de uma campanha, define seu prazo, calcula o preço online, recebe um monte de opções e licencia a criação durante um período de tempo.
Estima-se que mais de 10 mil designers freelancers de vários países prestem serviços e o site fica com uma comissão de um pouco mais de 20%.
Trata-se de um mercado online para compra e venda de idéias criativas para uso em propaganda, marketing e design. O processo de compra e venda de idéias ocorre online, diretamente entre anunciantes e criativos, sem a intermediação de uma agência no processo.
O nome não tem nada a ver com o antigo adserver OpenAds, que virou OpenX.
Visite o OpenAd.net.
Veja o cálculo de preços online.
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Um dos primeiros passos para ter o padrão WiMax no Brasil. Para quem não sabe, o padrão WiMax (ou IEEE 802.16) é a “banda larga de conexão sem-fio”, com maior velocidade a quilômetros da antena.
“A Embratel lançou hoje em Brasília serviços com a rede WiMax, tecnologia de banda larga e telefonia sem fio. O foco será nas pequenas e médias empresas, com pacotes que variam de R$ 129 a R$ 189 e incluem entre duas e quatro linhas de telefone fixo e banda larga 1 Mbps (Megabite por segundo).”
Mais na Folha Online: Embratel lança tecnologia de banda larga sem fio em 12 capitais.
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Apesar de muitas empresas terem percebido que os blogs podem trazer oportunidades de negócios, poucas já aderiram à prática.
O interesse pelos blogs corporativos começa a aparecer. Muitas empresas já compreendem que o potencial dos blogs de abrir as janelas da empresa para os clientes pode ser uma arma competitiva fantástica – desde que usada corretamente. Entretanto, uma rápida pesquisa na web mostra que ainda existem poucos blogs corporativos.
É inegável que as iniciativas de blogging começam a surgir nas companhias, seja internamente, seja com os primeiros passos de blogs corporativos externos. De qualquer maneira, estamos falando de investimentos em tempo, recursos computacionais e dinheiro.
Em breve, não dará mais para manter os blogs apenas com orçamentos informais. Afinal, as coisas não são de graça: para manter blogs demanda-se tempo dos autores, implementação da plataforma para armazenar e gerenciar os blogs, criação de procedimentos de acompanhamento dos posts, comentários e assim por diante.
Retorno sobre investimento
Como medir, então, o ROI dos blogs corporativos? É muito difícil mensurar de forma tangível os benefícios do blogging. Como medir o benefício de alguma sugestão ou reclamação de clientes ou mesmo de funcionários, que transforme tudo em um processo de negócios? Como medir o valor monetário das informações sobre as deficiências de seu produto, fornecidas diretamente pelos clientes? Qual o valor da criação de uma comunidade virtual de clientes favoráveis à marca?
Além disso, se blogar significa liberdade de expressão, tentar medir seu resultado de forma muito rígida (olhando apenas o lado financeiro), pode gerar medidas de controle indesejáveis, que tirarão deles exatamente seus pontos positivos.
Benefícios intangíveis
Mas por que não avaliar os benefícios intangíveis? Alguns exemplos de benefícios podem ser uma maior visibilidade da marca (propaganda viral é a palavra-chave neste contexto), feedback e maior conhecimento da percepção do cliente sobre sua empresa, seus produtos e serviços dos clientes, obtidos instantaneamente.
Mesmo de forma intangível, podemos fazer algumas medições, como referências do blog na mídia, número de visitantes únicos, número de “blog posts”, número de vezes que comentários e sugestões dos blogs afetaram processos e procedimentos internos, e assim por diante.
Para medir acesso aos blogs e monitorar conversações sobre sua empresa, existem ferramentas interessantes como o Technorati, o Blogs Trend Tool, da Icerocket, e o Google Blog Search.
Criar um blog corporativo ou incentivar blogs dos funcionários é questão de tempo. Parodiando Shakespeare, que tal, em vez do famoso “To Be or Not To Be?” começarmos a pensar em “To Blog or Not To Blog?”. Mais sobre blogs corporativos nos próximos posts.
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