Behavioral targeting no Webmotors
Por Clecia Simões em 31 dUTC março 2008, 04:03
 

A Predicta divulgou press release hoje e vale a pena colocar um resumo dele aqui. O assunto foi o crescimento de 55% no número de usuários do site da WebMotors e a participação da ferramenta de segmentação Behavioral Targeting nestes resultados.

Identificamos cerca de 8 milhões de usuários únicos no site da Webmotors no mês de fevereiro de 2008, um crescimento de 55% em relação ao mesmo período de 2007, quando o portal já registrava mais de cinco milhões de visitantes por mês. Durante os dois primeiros meses – janeiro e fevereiro – foram 268 milhões de pageviews, contra 173 milhões em 2007.

Os números refletem o aquecimento do setor automotivo e o investimento significativo da Webmotors em seu site, através da inserção das seções Vídeo Vendas e Classificados de Motos, além de ações de marketing direcionadas, como o alerta SMS.

E por que exibir no Rio de Janeiro o anúncio de um automóvel à venda em Belo Horizonte?

Outro fator importante foi o uso da ferramenta Predicta BT (de Behavioral Targeting), que analisa o comportamento do consumidor para traçar suas preferências e exibir apenas as campanhas e/ou conteúdos que mais se aproximam do seu perfil.

A segmentação comportamental foi um dos facilitadores do crescimento da audiência e tornou mais relevante a publicidade exibida.

O aumento na taxa de clicks e de conversão é resultado de uma estratégia de mídia online otimizada, com percentual de dispersão cada vez menor, focada no verdadeiro público-alvo da campanha.

A ferramenta de Behavioral Targeting ajudou também a melhorar a experiência do consumidor no portal. O visitante tem a impressão de que acabou de entrar em uma loja onde é reconhecido pelo vendedor – o site visivelmente lembra suas preferências e oferece produtos que se encaixam no seu perfil.

A Predicta BT captura os dados de navegação, compila e os agrupa de acordo com as similaridades, criando segmentos. É ótima opção para anunciantes e agências que buscam novas formas de apresentar produtos e serviços aos clientes de maneira mais objetiva e eficaz.

No ar desde 1995, a WebMotors atua no segmento de classificados de veículos e conta com mais de 200 mil anúncios de todo o Brasil. Atualmente reúne o maior estoque de veículos da internet, conteúdo editorial e diversos serviços e iniciativas que contribuem para a manutenção preventiva e melhoria da qualidade do trânsito dos grandes centros urbanos.

Veja o site da Webmotors.

 

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Para onde vai a propaganda?
Por Marina Zogbi em 31 dUTC março 2008, 10:03
 

Já há dois anos podemos dizer que o vídeo na internet mudou o rumo da propaganda. O Youtube, site mais conhecido pelos diversos tipos de públicos para assistir vídeos, oferece espaço e facilidades para amadores e profissionais mostrarem seu talento.

Enquanto isso, comerciais criados por consumidores são cada vez mais usados na propaganda. Mais do que uma forma barata de produção, o objetivo é envolver o público e criar peças mais inteligentes e inovadoras.

A chegada da TV digital reafirma uma perspectiva incômoda para os publicitários. O meio de comunicação mais popular e lucrativo do país está prestes a sofrer uma transformação. Os filmes de 30 segundos, o “ganha pão” da maioria das agências, podem perder a importância.

Se a a propaganda não acompanhar esta mudança, aprender a vender produtos e serviços com interatividade e sob demanda, pode perder ouvintes. Não há mais como tentar convencer pela imposição um consumidor cada vez mais arredio, crítico e capaz de opinar.

Mas há rumos animadores, aponta o diretor de branding, planejamento e pesquisa da F/Nazca, “apesar dos tropeços, das inseguranças e da caretice. Propaganda deve ser conteúdo, entretenimento, manifestação cultural ou pura informação. Sempre que ela for percebida de uma forma ou de outra, ela será apreciada na medida de sua qualidade”.

Fernand Alphen, no Webinsider: A propaganda e o sufrágio do povo.

 

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A escolha do assunto no e-mail marketing
Por Marina Zogbi em 28 dUTC março 2008, 05:03
 

Você ultrapassou a parte mais difícil: preparou o e-mail marketing da sua marca, escolheu os destinatários e está prestes a enviá-lo. Preste atenção na parte mais importante: não erre no campo Assunto, pois é esse o fator que irá determinar se o destinatário irá ler, apagar ou ignorar o seu e-mail.

Resultados de pesquisas mostram que 35% dos usuários abrem seus e-mails de acordo com o conteúdo do assunto. Você compete com outras milhares de mensagens nas caixas de entrada para conquistar um pouco da atenção dos usuários.

  • Procure apresentar alguma coisa valiosa que instigue o usuário a ler o e-mail;
  • Escreva um assunto relevante à mensagem (se o usuário não encontrar nada relacionado no conteúdo do e-mail ele ficará frustrado);
  • Personalize com informações do usuário (nome, cidade, estado) e reforce sua marca/produto para que o usuário tenha mais confiança para clicar;
  • Faça um teste com os e-mails que você recebe: quais assuntos mais lhe atraem? Use a mesma inspiração;
  • Não use textos muito longos. Cada leitor de e-mail mostra um número de caracteres como limite, 50 é um número razoável;

Criar um bom texto como assunto faz toda a diferença nos resultados de suas ações de e-mail marketing, pois o início do relacionamento com o cliente começa com um bom assunto.

Leia mais no Webinsider: A escolha do assunto no e-mail marketing.

 

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Vídeo sob demanda vai renovar a televisão
Por Marina Zogbi em 27 dUTC março 2008, 01:03
 

O mercado de vídeo sob demanda cresce rapidamente e segundo pesquisas poderá ocupar mais de um terço do tempo gasto nas TVs em 2012, pelo menos nos domicílios norte-americanos.

É importante perceber que o usuário prefere assistir programas em horários de sua conveniência, em comparação a programas exibidos em horas determinadas.

A conclusão é que o foco da propaganda vai mudar conforme os usuários mudam a maneira de ver TV. O vídeo sob demanda vai permitir publicidade mais dirigida, baseada em perfis de usuários e nos hábitos de assistir programas. Desta forma a TV pode garantir seu apelo como plataforma de marketing para anunciantes, graças a métricas típicas da internet.

Mais detalhes no ArsTechnica: Report: One-third of TV watching to be video-on-demand by 2012.

 

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Vídeos sob demanda esbarram em banda pouco larga
Por Marina Zogbi em 27 dUTC março 2008, 12:03
 

Até agora, o maior obstáculo para a implementação de transmissão de vídeos “on demand” em alta qualidade é a infra-estrutura presente na maior parte dos provedores de acesso à internet banda larga no país.

A maior parte dos acessos à internet nos domicílios brasileiros já é por banda larga (em relação ao acesso por linha discada). Boa parte inclui adolescentes buscando músicas, vídeos e filmes, ou mesmo mais velocidade para duelos e partidas em games online. Uma alta porcentagem dos assinantes de banda larga no Brasil está satisfeita com velocidades entre 512k e 1MB e não vê necessidade de migrar a conexão para velocidades mais elevadas.

Mas para se obter uma transmissão relativamente boa, com imagem de qualidade de vídeos sob demanda, são necessários pontos de acesso de no mínimo 2MB – ou valores maiores de transferência em alguns casos, o que pouquíssimos usuários possuem.

Mais no IPTV Brasil: Google de olho na IPTV.

 

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Google parte para os banners
Por Gian Arena em 25 dUTC março 2008, 11:03
 

Buscador deseja gerenciar a publicidade online.

Com a aquisição da DoubleClick agora finalizada, o Google dá mais passos em direção ao mundo dos displays ads (banners, vídeo, rich media), após ter conquistado a liderança nos links patrocinados.

São modelos de comercialização bastante diferentes e o Google se prepara oferecendo adservers a donos de sites e a anunciantes, o que pavimentaria seu propósito de gerenciar a publicidade no mundo, ou pelo boa parte dela.

Mais no Poucas&Boas: Agora é oficial, adquirimos a DoubleClick.

 

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Para o cliente receoso de investir em mídia online
Por Marina Zogbi em 24 dUTC março 2008, 11:03
 

A adoção da internet pelo consumidor não mostra sinal de redução em nenhum país do mundo.

Pelo contrário, o cenário da mídia evolui e os consumidores adquirem mais conhecimento sobre quem e quais mensagens podem chegar a eles.

A internet ganha novos usuários todos os dias e por isso é muito importante para qualquer plano de marketing e comunicação, pois fica próxima do consumidor em todo o ciclo. Ao incorporar componentes online ao mix de marketing é possível ficar mais perto dos consumidores do anúncio inicial da marca até o ponto real de compra.

Uma estratégia de mídia online permite que você fique mais próximo de seu consumidor, pois os consumidores cada vez ficam mais tempo online e integram cada vez mais a internet em suas vidas.

Eles navegam, compram, enviam e-mails, lêem notícias, usam os serviços bancários, pesquisam e entregam-se a comunidades online. Com uma estratégia de mídia na internet você escolhe esses momentos, dependendo dos seus objetivos de marketing digital.

A internet é a única mídia que realmente oferece uma conversação bidirecional, participativa e ativa entre o consumidor e a marca. Como resultado, há um número cada vez maior de consumidores ativos, tornando o ambiente online mais do que uma necessidade, mas uma saída real e uma maneira relevante de comunicação com os consumidores.

O ambiente online pode ajudar nas estratégias de mídia off-line existentes em todos os estágios do ciclo de marketing. A mídia online melhora a comunicação entre uma marca e o consumidor através da interação. Um mix de mídia online e off-line pode elevar as vendas de forma mais eficiente do que o modelo off-line sozinho.

A experiência digital é criada com a participação do consumidor e, portanto, pode colocar uma empresa, produto ou marca mais próximo de seus consumidores do que qualquer outra mídia.

O ambiente online permite que uma marca influencie links emocionais não disponíveis em outra mídia. Como a experiência online coloca a marca nas mãos do consumidor. Há uma diferença fundamental entre a marca que fala com seus clientes e aquela que lhes permite experimentar e interagir com ela.

Cada vez mais pessoas usam a compra comparativa e freqüentemente compram online; o e-mail é o principal meio de comunicação com amigos e familiares e a pesquisa é a maneira mais fácil de procurar informações online. Os usuários mais avançados já estão fazendo download de músicas e fotos, conversando ao vivo e usando serviços bancários. E é por isso que a mídia online funciona: praticidade.

 

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O que padrões de navegação e conteúdo visitado indicam
Por Marina Zogbi em 20 dUTC março 2008, 02:03
 

Bahavioral Targeting visa entregar mensagens publicitárias mais relevantes a cada um.

Para quem não acredita que o Behavioral Targeting funcione, é só prestar atenção na febre das redes de relacionamentos e blogs que tomaram conta do Brasil nos últimos meses: as pessoas buscam interagir com aquelas que têm os mesmos gostos e hábitos.

Imagine um usuário que entra em um site de carros e faz uma busca por minivans. Depois entra em livraria virtual à procura de livros sobre etimologia dos nomes. Lê notícias, horóscopo, usa o site de seu banco. No final do dia, em casa, entra no Live Search e faz uma busca sobre roupas para bebê e maternidades. Depois de procurar um bom filme no cinema, ouve músicas, e finalmente antes de dormir, entra no Orkut.

Que conclusões podemos tirar com esse usuário? Entre as várias coisas que ele fez no seu dia tudo, parece ele está interessado em informações sobre bebês, certo? E, se na próxima vez que ele acessar meu site, eu exibir a ele um anúncio relacionado a esse tema? Em linha geral, isso é Behavioral Targeting ou Targeting Comportamental.

Com base em padrões de navegação e no conteúdo visitado podemos tentar entender o comportamento do usuário e seus interesses, para que ele possa receber mensagens comerciais bastante relevantes.

No entanto, não estamos falando especificamente do conteúdo das páginas que esse usuário navegou, mas sim do seu comportamento na internet. A maioria dos veículos online já oferece o que chamamos de publicidade contextual, ou seja, aquela que relaciona a mensagem comercial ao conteúdo da página.

Alguém pode visitar uma página sobre carros e não demonstrar interesse em uma compra. Mas, com base em padrões de comportamento, podemos supor que um usuário interessado em minivans, nomes e roupas de bebê, provavelmente está pensando em aumentar a família ou conhece alguém nessa situação. Daí a importância em exibir publicidade relacionada a esse assunto, mesmo quando ele estiver em uma página lendo conteúdos sobre outras notícias não relacionadas a esse assunto.

Mais no Conexão MSN: Behavioral targeting: o hábito faz o monge.

 

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Aceita um cookie?
Por Marina Zogbi em 19 dUTC março 2008, 09:03
 

Cada vez que alguém se conecta ao provedor de acesso, ganha um número IP e tudo o que faz na web fica registrado.

Esses registros servem para identificar fraudadores que infestam a rede e servem também para trazer comodidade aos consumidores, através do cookie. É dessa forma, por exemplo, que uma loja eletrônica dá as boas vindas para o cliente, chamando-o pelo nome e até oferecendo produtos similares aos comprados anteriormente.

Ao acessar uma página na internet, o browser disponibiliza uma série de informações, de modo que os cookies podem ser utilizados para manter referências contendo informações de seu computador, como o hardware, o sistema operacional, softwares instalados e, em alguns casos, até o seu endereço de e-mail.

Geralmente o navegador permite que o usuário gerencie o recebimento desses arquivos, barrando, avisando ou permitindo cookies de algumas páginas. Quando um site tiver uma diretiva P3P, o usuário pode decidir, através de configurações do browser, se aceita ou não os cookies que não correspondam às suas configurações de privacidade.

Mais no Diário do Comércio: Xô invasor.
E aqui mesmo no NaMedida: P3P é importante para sites que dependem de cookies.

 

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Na TV digital o telespectador tem postura mais ativa
Por Marina Zogbi em 18 dUTC março 2008, 03:03
 

A grande novidade da TV digital está na interatividade. Como o sinal é composto por dados, é possível transmitir junto com imagens e sons, o software para permitir interatividade entre o telespectador e o programa de TV.

Através do controle remoto, algumas dessas interações (como votações e compras) podem ser enviadas à emissora por um canal de interatividade – por transmissão sem fio, pelo cabo da TV por assinatura ou pela linha telefônica.

Há possíveis novos serviços e aplicações com interatividade local (sem retorno de dados à emissora), como guias de programação e conteúdo multimídia adicional.

Em maior ou menor grau, o telespectador se tornará um usuário, com uma postura mais ativa diante do aparelho.

Mais detalhes no Vomicae: O que é TV Digital.

 

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