Crise? Desastre? E agora, você sabe o que fazer?
Por Douglas Tokuno em 22 dUTC outubro 2007, 09:10
 

Recorrentemente somos surpreendidos com acontecimentos como ataques terroristas, furacões, tsunamis, crise no mercado imobiliário americano etc. Esses acontecimentos têm impacto direto em empresas e sociedades. Entretanto, um tema pouco explorado é o gerenciamento de crises e desastres.

O artigo de John Reh discute como o desastre do dia 11 de setembro de 2001 mudou a forma de como muitas empresas tratam o gerenciamento de crises. Segundo o autor, um desastre é um evento que resulta em uma grande perda, dificuldade ou morte. Uma crise é uma situação que resulta em uma grande dificuldade ou ponto de perigo.

Uma enchente é um desastre. O recall de um produto importante, como a Mattel fez com seus brinquedos, é uma crise. O não gerenciamento de um desastre normalmente gera uma crise.

Alguns setores, por sua própria natureza, possuem um gerenciamento de crise mais apurado. Os bancos, usualmente, possuem sua estrutura de mainframe replicada em um backup e procedimentos e pessoal treinado para assumir o negócio em algumas horas em caso de desastre no prédio central do mainframe. Tudo isso a um custo de milhões de dólares.

A parte boa da discussão é como (ou se) as empresas estão preparadas para o gerenciamento de crises.

O que aconteceria se perdêssemos nosso maior cliente? O que faríamos se não conseguíssemos entregar nosso maior projeto? E se… ? No fundo, tudo isso tem a ver com riscos e planos de contingência, mas acredito que essa discussão seja válida em todos os níveis e é útil para estarmos preparados para momentos de crise.

O importante é evitarmos o “Princípio de Calvin” e como disse John Reh “ride it out”.

Existe um artigo muito interessante sobre gerenciamento de crise em projetos. Recomendo a leitura!

Artigo de John Reh no About.com: How 9-11 Fundamentally Changed Business.
Artigo de Paulo Fernando Vasconcellos no Finito: Apagando Incêndios.

 

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Alguns conteúdos ficam online para sempre
Por Bruno Mori em 15 dUTC outubro 2007, 09:10
 

Dizem que tudo que é incluído ou enviado a um website – posts, comentários em blogs ou mesmo as fotos em um fotolog – permanecerá online por um bom tempo, muitas vezes por um tempo indeterminado.

A maioria dos sites tem pouca idade. Raramente encontramos sites mais antigos que não evoluíram, possuem “rústicos” códigos em puro HTML e foram desenvolvidos com pouco design e estrutura.

Ao pesquisar por servidores para o antigo mIRC (chat que chegou a competir quase diretamente com os chats dos grandes portais quando os messengers ainda não eram muito utilizados e que hoje em dia possui um público mais restrito), percebemos que muitos deles não são atualizados há algum tempo, mas por algum motivo não saíram do ar.

Estranho, pois a maioria desses sites não trouxe nenhum beneficio para a minha pesquisa, pois quase todos os servidores de mIRC indicados não funcionam mais. Então em alguns anos teremos um arquivo muito grande diminuindo ainda mais a credibilidade das informações encontradas online?

Por outro lado, fiquei emocionado ao entrar em websites como o Archive.org, que armazena informações sobre os websites mais antigos e as atualizações que sofreram. Podemos olhar o site da Predicta, por exemplo, desde os seus primórdios.

Ao acompanhar a história dos portais podemos ver claramente as inovações e mudanças que aconteceram desde o inicio. As transformações os tornaram fontes importantes de informações, mas no início os portais possuíam apenas algumas páginas “bobinhas”.

Esse post, por exemplo, talvez fique online ainda por algum tempo e vai mostrar algum dia que alguém já havia pensado sobre esse assunto.

Veja o site da Predicta em 26 de agosto de 2005:

site_em_2004.jpg

E depois, em 6 de fevereiro de 2006:

site_em_2006.jpg

 

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Google Analytics desviou rota da Urchin
Por Herman Fuchs em 11 dUTC outubro 2007, 12:10
 

Artigo sobre a aquisição da Urchin pelo Google, o que originou o Google Analytics.

Pena que a aquisição de certa forma emperrou o ótimo avanço que vinha fazendo a Urchin, prejudicada pela descontinuidade dos outros produtos e falta de suporte.

Leia no Ars Technica:
When Google acquisitions go wrong: the disappointing story of Urchin.

 

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Uma transformação ocorre na compra de mídia no Brasil
Por Rafael Uceda em 10 dUTC outubro 2007, 07:10
 

Uma reportagem publicada no Meio & Mensagem mostrou a visão de agências e anunciantes em relação aos meios digitais.

Alguns pontos podem ser destacados, considerando que o uso da internet vem crescendo de forma exponencial no Brasil.

Hoje cerca de 30% da população já acessa de alguma forma a rede mundial de computadores. São 18 milhões de usuários domiciliares, contra apenas 5 milhões no ano 2000.

Números como estes provocam uma série de mudanças na ótica dos anunciantes, que podem ser vistas em ações com:

  • uso intensivo da internet;
  • proliferação de sites de empresa;
  • ampliação dos negócios (via e-commerce);
  • comunicação ágil sobre eventos.

Anunciantes e agências já reconhecem uma série de vantagens nas mídias digitais, a começar pela trato com o consumidor. A mídia digital permite maior interação com o cliente, agiliza a atualização dos anúncios, fornece ampla cobertura e facilita na segmentação.

Mesmo com todas as vantagens citadas sobre a mídia online, ainda é necessário aumentar o acesso à internet e usar a tecnologia de forma adequada nas ações de comunicação endereçadas ao público certo.

É possível deixar os sites mais atraentes aos usuários, tornar a tecnologia mais fácil de ser entendida, melhorar a comunicação com o consumidor e estabelecer com ele uma relação de fidelidade.

São desafios grandes, assim como as agências devem convencer o anunciante do poder da mídia digital.

A tendência é que a internet tenha um crescimento acelerado e alcance cada vez mais pessoas. O uso das mídias digitais vai se generalizar entre as empresas, que serão mais eficientes em termos de resultado publicitário.

Os veículos de comunicação tradicionais não serão descartados, obviamente, porém agências e anunciantes consideram muito caros os anúncios em jornais, por exemplo. O meio continuará existindo, embora tenha que se reciclar.

A televisão ainda é vista como um meio importante e continuará forte como mídia de massa devido aos grandes varejistas.

O cenário atual aponta para a preocupação das empresas em buscar alternativas para se aproximar de seus diferentes públicos de modo mais efetivo, sabendo que as pessoas desejam ser tratadas como únicas e querem também maior proximidade com as marcas.

A demanda é por novos formatos que destaquem no meio da efervescência atual. Ou seja, novos meios de contato e novas soluções que busquem se encaixar com o cotidiano das pessoas e estar em linha com as estratégias das empresas.

 

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Sony cria agência para publicidade no Playstation 3
Por Herman Fuchs em 09 dUTC outubro 2007, 11:10
 

Depois de fazer parceria com a Nielsen para estabelecer modelos de mensuração e criar uma agência interativa voltada ao marketing digital, a Sony anuncia uma rede para veiculação de anúncios em torno do Playstation 3.

Mais detalhes no ClickZ:
Sony’s New Game: In-Game Ad Biz.
Nielsen and Sony Pair to Measure Game Network Advertising.
Sony Pictures Combines Internal Units to Go After Outside Clients.

 

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Uma nova bolha, agora com a Web 2.0?
Por Douglas Tokuno em 04 dUTC outubro 2007, 02:10
 

Com as recentes notícias de empresas e grupos comprando outras empresas, alguns analistas estão prevendo uma nova bolha na internet. A notícia ganhou força quando rumores de que a Microsoft estaria negociando uma fatia de 5% na rede social Facebook por 500 milhões de dólares. Assim, o valor do Facebook seria de 10 bilhões de dólares.

Especialmente no mercado de publicidade online, a onda de grandes aquisições se iniciou quando o Google anunciou a compra da DoubleClick por US$ 3,1 bilhões. Logo após, outros grandes grupos anunciaram aquisições de empresas de publicidade online (Microsoft compra a Quantative por US$ 6 bilhões; WPP compra a 24/7 Real Media por US$ 649 milhões; Yahoo compra Digital Right por US$ 300 milhões).

Será que essa grande demanda de compra de empresas não gerará mais uma bolha na internet?

Veja as últimas do Google, Yahoo e Microsoft:
Google compra serviço de rede social para celulares.
Yahoo compra empresa de anúncios online BlueLithium por US$ 300 milhões.
Microsoft compra site de comparação de preços Jellyfish.com.

 

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Brasileiros são os que mais acreditam em propaganda
Por Heloisa Pontes em 03 dUTC outubro 2007, 07:10
 

Os brasileiros encabeçam um ranking das nacionalidades que mais acreditam em mensagens publicitárias, entre 47 países pesquisados pela consultoria Nielsen.

Dois em cada três brasileiros (67%) disseram confiar em propagandas. Na outra ponta da lista, os dinamarqueses se mostraram os mais desconfiados em relação a anúncios (apenas 28% confiam), seguidos pelos italianos (32%), lituânios (34%) e alemães (35%).

Os brasileiros também ocuparam o topo do ranking entre as nacionalidades que mais crêem em newsletters. A confiança desta modalidade chega a 79% entre os brasileiros, contra apenas 49% da média geral.

Pelos números da pesquisa, os brasileiros confiam tanto em anúncios em grandes portais de internet como em anúncios de TV (74%).

Outra diferença nossa em relação à média geral é a confiança dada a mídias geradas por consumidores, como comentários online e blogs. Esta foi a terceira fonte de informação mais confiada pela média das nacionalidades (66%), mas uma das últimas na lista dos brasileiros (55%).

“Embora as novas tecnologias e mídias estejam desempenhando um papel importante na sociedade ‘globalizada’, muitas decisões de compra ainda são baseadas em atitudes culturais e nacionais adotadas com firmeza”, disse o diretor gerente de Relação com o Consumidor da Nielsen, David McCallum.

Segundo ele, embora novas mídias comecem a tomar espaço das tradicionais em alguns países, o boca-a-boca continua sendo a melhor maneira de divulgar um produto. Porém, no Brasil a regra não se mantém, há mais brasileiros que confiam nos jornais (83%), do que no conhecido “boca-a-boca” (81%). No ranking geral, essa relação é inversa, e o “boca-a-boca” supera o jornal como a primeira fonte de informação confiável (78% a 63%).

“Nada viaja mais rápido que as más notícias. Há estimativas que calculam que as más experiências são cinco vezes mais contadas que as boas. A importância de serviços ao consumidor de alta qualidade ganha ainda mais destaque”, afirmou McCallum.

A pesquisa, feita por internet com cerca de 24,5 mil pessoas, teve como objetivo medir a credibilidade de cada meio utilizado para fins publicitários.

Notícias UOL, com BBC: Brasileiros ‘são os que mais acreditam em propaganda’.

 

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Novos rumos da publicidade online (e o click-to-call)
Por Heloisa Pontes em 02 dUTC outubro 2007, 12:10
 

Se o universo da publicidade online ainda é uma grande novidade para alguns, para outros os formatos atuais já ficaram obsoletos. Até mesmo os links patrocinados, em fase de ascensão, em pouco tempo vão dividir atenções com mídias mais inovadoras.

“A nova publicidade – os links patrocinados” foi o tema do debate realizado no evento Web 2.0 no Brasil, onde foram apontados novos rumos que deverão ser explorados na web.

Um ponto sempre presente é o questionamento por parte dos anunciantes no sentido de que sejam relacionados peça e conteúdo veiculado, algo pouco praticado hoje em dia, mas que deverá seguir os passos do mundo offline, onde algumas revistas disponibilizam suas matérias para que os anunciantes planejem campanhas que acompanhem o editorial.

Também foram discutidos temas como a veiculação de peças com vídeos (desde que sejam eficientes e que não incomodem), a utilização de comunidades online em campanhas e formas de mensurar os resultados obtidos.

Entre as novidades destacadas está o click-to-call, mix de ações na internet e celular. Um bom exemplo é o case Fiat Punto 2007. A campanha contém todo tipo de inovação, assim como o carro. Há banners que permitem o download para o celular de ringtones, wallparpers e fotos do Punto. Outros tipos de peças possibilitam o envio de mensagens para amigos – que podiam ser ouvidas em um site que simulava o leitor de SMS do carro.

Nos primeiros cinco dias, o hotsite recebeu 63 mil acessos de aparelhos celulares. Foi a primeira ação de publicidade no Brasil com acesso via celular e computador simultaneamente.

No site da Agência Click: AgênciaClick cria test drive on-line inédito para o Fiat Punto.
No site da Fiat: Punto – Sucesso do hotsite mobile.

 

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