Propaganda mais perto dos games online
Por Herman Fuchs em 27 dUTC setembro 2007, 03:09
 

Parece que a propaganda vai emplacar na nova geração de videogames, agora conectados à internet. Os investimentos em anúncios dentro de jogos devem chegar a US$ 852 milhões até 2011, segundo estudo realizado nos Estados Unidos.

O número de consoles conectados à internet é muito grande e já representa uma área bem expressiva para a propaganda ocupar.

(O único problema vai ser manter a atenção nas notas do Guitar Hero e no floater-expansível-interativo-com-vídeo-streaming…)

Na ClickZ: In-Game Advertising on Console Systems to Spike.
No Webinsider: Anuncie dentro de games e ganhe em branding.

 

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No recall da Mattel sobrou para o Wal-Mart, diz estudo
Por Douglas Tokuno em 23 dUTC setembro 2007, 09:09
 

Um estudo mostra que os consumidores americanos estão perdendo a confiança no Wal-Mart em conseqüência do recall da Mattel.

O grupo de consultoria de marketing Strategic Name Development conduziu o estudo entre os dias 22 e 23 de agosto, pouco antes da Mattel anunciar o terceiro recall de brinquedos.

A empresa entrevistou online 503 consumidores e descobriu que somente 40% deles confiam no Wal-Mart para mantê-los seguros contra produtos feitos na China.

Quando perguntados sobre comprar do Wal-Mart vs. Target, 39% disseram ser mais temerosos em comprar do Wal-Mart enquanto 22% disseram o mesmo sobre o Target.

Mais detalhes no About.com: Study Shows Mattel’s Recalls Affect Wal-Mart.

 

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Vergonha nacional leva ao site do Senado: novo Google Bomb
Por Douglas Tokuno em 19 dUTC setembro 2007, 05:09
 

O Google é a maior ferramenta de busca da Internet e estar bem posicionado em seu ranking é essencial para ter melhores índices de visitas nos sites. Seu algoritmo de indexação é um segredo e foi criado inicialmente por Larry Page, em 1995, como parte de um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford.

Dele se aproveita um fenômeno conhecido como Google Bomb, caracterizado por tentativas de influenciar a classificação de uma determinada página ou site nos resultados retornados pelo Google, normalmente com intenções humorísticas ou políticas.

Em função do sistema utilizado pelo Google para criar o algoritmo de PageRank, uma página terá uma classificação melhor à medida que o website que dá acesso a ela use melhores termos de referência. Uma bomba é criada caso um grande número de sites apontem para estes locais.

Assim surge uma nova forma de spam, o spamdexing, que é a prática de fazer modificações no código fonte de forma a enganar o robô e provocar maior visibilidade a uma determinada página, colocando-a em melhores posições na página de resultados. Ou ainda para influenciar a categoria onde a página foi designada.

Não é difícil conseguir uma bomba do Google. Veja um exemplo possível:

  • 1. O usuário escolhe uma palavra ser procurada: “mentiroso”.
  • 2. O usuário escolhe o website como alvo: “http://exemplo.com/”.
  • 3. O usuário cria um link como este: “<a href=”http://exemplo.com/”>mentiroso</a>”.
  • 4. O usuário coloca este código no seu website, em sua assinatura em fórums, em blogs etc.
  • 5. O usuário fala com outras pessoas sobre a bomba e pede para colocarem e fazerem uso dela em seus códigos.
  • 6. O GoogleBot faz a indexação e classificação do resultado da busca: “http://google.com/search?q=mentiroso” tendo a página web da vítima entre os primeiros classificados.

Os casos mais famosos do Google Bomb no Brasil foram “déspota cachaceiro”, que redirecionava para a biografia do presidente Lula, e agora com “vergonha nacional”, que direciona para o site do Senado Federal, após a absolvição do presidente do Senado Renan Calheiros.

Impedir esta prática é mais um desafio encarado pelos principais buscadores para garantir sua confiabilidade e integridade.

 

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O gerenciamento de projetos nas campanhas online
Por Douglas Tokuno em 18 dUTC setembro 2007, 09:09
 

As campanhas on-line trazem complexidades que não existem em outras mídias. Tecnologias são atualizadas diariamente, com inovações que permitem ações em formatos novos – que apesar de estarem no escopo de publicidade on-line, são diferentes de todas as ações passadas.

É fundamental ter processos de controle para maximizar o retorno na inovação.

Na indústria de propaganda na internet temos três principais stakeholders: veículos, anunciantes e agências.

Os veículos são principalmente os grupos de mídia que vendem seus espaços ou canais para publicação de anúncios. Os anunciantes são as empresas interessadas em divulgar suas marcas, produtos ou serviços na internet. Na maior parte dos casos, o link entre veículos e anunciantes é feito pelas agências, que são responsáveis por criar, planejar e executar uma campanha on-line.

De maneira geral, o desenvolvimento de uma campanha on-line segue os seguintes passos: concepção, planejamento, execução, monitoramento e finalização e documentação de resultados.

Da mesma forma, o PMI (Project Management Institute) recomenda a utilização de cinco grupos de processos (iniciação, planejamento, execução, monitoramento e encerramento) e nove áreas de conhecimento (integração, escopo, tempo, custos, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos e aquisições) que podem ser extensamente aplicadas para gerenciar o desenvolvimento de uma campanha on-line.

A área de marketing deverá abraçar metodologias e best practices de gerenciamento de projetos para poder maximizar cada centavo investido em marketing e criar uma base de conhecimento forte.

A área responsável pelas campanhas on-line deve se observar como um PMO – gerenciando um programa com vários projetos aproveitando o conhecimento comum da empresa.

A mudança de cultura será um dos maiores desafios para implementação, mas fica claro que as empresas que não abraçarem a eficácia nestas ações perderão mercado para as concorrentes que agem desta forma.

A base de conhecimento obtida com processos estruturados permite métricas dignas de retorno de investimento. A base do PMI pode ser a melhor fonte de reestruturação das áreas de marketing para campanhas on-line.

E com essa base, os profissionais de marketing poderão finalmente responder a dúvida do John Wanamaker, comerciante renomado e criador de uma das primeiras lojas de departamento dos Estados Unidos – “Sei que 50% da minha publicidade é jogada fora, e eu queria saber qual metade.”

Site do Project Management Institute
Chapter do PMI em São Paulo

 

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Apple “devolve” 60 milhões de dólares a compradores
Por Herman Fuchs em 11 dUTC setembro 2007, 02:09
 

Recentemente a Apple anunciou corte nos preços do iPhone – de $599 para $399 – e vários usuários que haviam feito compra nos dois meses iniciais ficaram insatisfeitos, por terem pago $200 a mais.

E não é que eles anunciam $100 em créditos para estes usuários que fizeram as compras do aparelho (pela Apple ou AT&T) até o momento? Estima-se cerca de 600 mil usuários, ou míseros $60 milhões.

Mais detalhes na carta aberta do Steve Jobs: To all iPhone customers.

 

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Concentrar anúncios aumenta a intenção de compra
Por Rodrigo Polacco em 04 dUTC setembro 2007, 04:09
 

A Dynamic Logic acabou de divulgar um estudo que compara o efeito entre impactar o usuário mais de uma vez no mesmo dia ou impactá-lo em dias diferentes.

O estudo mostra que para aumentar a intenção de compra é melhor concentrar os impactos dentro de um mesmo dia, do que impactar as pessoas em dias diferentes (considerando que recebam a mesma freqüência de impactos).

Segundo o estudo, três impactos dentro de um mesmo dia é a freqüência ideal para aumentar a intenção de compra.

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Pelo gráfico, com o aumento da freqüência, o impacto da exposição também aumenta. O impacto é maior na linha vermelha, concentrado em um período de um dia. A linha azul representa a distribuição das exposições em um período de tempo maior.

Mais detalhes na Dynamic Logic: Concentrated Online Ad Exposures Enhance the Impact on Purchase Intent.

 

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Pinte o Google de preto para chamar a atenção
Por Heloisa Pontes em 03 dUTC setembro 2007, 12:09
 

Em posts anteriores falamos sobre o Blackle, um buscador com tela de fundo preto.

É interessante perceber que o projeto não foi criado para concorrer com o Google (na verdade está baseado na busca personalizada dele), mas para lembrar a todos da necessidade de salvar energia com os pequenos gestos do dia-a-dia.

Ou seja, podemos considerá-lo uma ação de campanha que “vende” a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.

Quando o monitor de vídeo (os monitores CRT, não os LCD) de um computador está todo branco (ao exibir uma página do Word, por exemplo), o computador consome cerca de 74 watts. Quando o monitor está todo preto, a mesma máquina utiliza, em média, 59 watts.

Partindo deste princípio, há alguns meses, Mark Ontkush escreveu um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto ao invés do fundo branco que utiliza.

Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/hora por ano. Em resposta ao post, o Heap Media criou a versão Blackle.

Leia os posts anteriores sobre o Blackle aqui no NaMedida:
Qual dos dois consome mais energia: fundo preto ou branco?
Vim de preto para gastar menos

 

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