Após leitura do artigo Marketing de guerrilha invade o mundo da TI, fiquei curiosa pelo assunto e fui atrás de definições.
O termo surgiu da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional visando a mobilidade dos combatentes. No marketing de guerrilha, os termos bélicos são traduzidos da seguinte forma, segundo a agência de marketing de guerrilha Espalhe:
Pequenos grupos constituídos ilegalmente. Energia em vez de dinheiro (não é preciso um mega-orçamento para fazer sua marca ser vista; basta trabalhar com posicionamento e ferramentas de guerrilha de forma consistente).
Desobediência às normas estabelecidas nas convenções. Métodos não-convencionais (no marketing de guerrilha não se utiliza mídia regular ou eventos tradicionais que consomem a maior parte da verba de marketing).
Extrema mobilidade. Resposta rápida ao mercado (sem grandes produções, pode-se implementar uma ação em poucos dias ou horas).
Conhecimento do campo de batalha. Conhecimento do público-alvo (fundamental para um “ataque” preciso).
Grande capacidade de atacar de surpresa. Ações surpreendentes (chamar atenção da imprensa e do público-alvo para que todos comentem).
Ações deste tipo foram utilizadas inicialmente por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente pela sobrevivência, porém atualmente grandes empresas começam a utilizar o marketing de guerrilha em seu mix de marketing para atingir seus públicos-alvo e trazer atitude para suas marcas.
As principais ferramentas do marketing de guerrilha são o marketing viral, o teatro de rua e o marketing de emboscada. É preciso lembrar sempre que estas ações procuram chamar a atenção mas não devem ultrapassar a fronteira do incômodo; ou seja, convém cuidar para não obter também resultados negativos para as marcas.
Leia mais no Wikipedia, fonte para esse texto: Marketing de guerrilha.
Outros links interessantes: Blog de Guerrilha, Marketing de Guerrilha e Guerrillheiro.