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A partir de 2007, a Toyota assume o primeiro lugar no setor automobilístico e supera os criadores dos sistemas de produção automotiva (Ford e GM). Seus números são melhores, inclusive, do que os das montadoras que se fundiram para sobreviver como, por exemplo, a DaimlerChrysler e a Renault-Nissan.
Como eles conseguiram esse feito?
A raiz dessa conquista, provavelmente, está nos primórdios de sua existência com a criação do TPS (Toyota Production System). Uma das características mais marcantes do TPS é a qualidade que deve ser assegurada a cada etapa do processo, pelo próprio processo. Defeitos são sinônimos de problemas, que, para serem eliminados, precisam ter suas causas combatidas. Mas não basta combater a causa: faz-se necessário incorporar ao processo mecanismos capazes de impedir que ela volte a existir.
Fazer com a qualidade o que cliente deseja da maneira menos dispendiosa possível é o que garante preços competitivos e rentabilidade. Trata-se de identificar o que é valor para o cliente e ser operacionalmente eficaz ao criá-lo. Quando se tem processos capazes de assegurar qualidade, fazendo certo da primeira vez sempre, o resultado é certo: clientes satisfeitos (experiência com a marca, fidelidade, confiança, etc.) e níveis de lucratividade elevados (baixos custos, menos retrabalho, produtos melhores, etc.).
Não é à toa que a Toyota é modelo de produção, não somente na indústria automobilística, mas em qualquer indústria. Entretanto, o TPS não é nenhuma “fórmula secreta” (como a da Coca-Cola) e seus conceitos são amplamente estudados. Acredito que muito pode ser aproveitado para qualquer segmento de produtos e/ou serviços.
Qualidade está intrinsecamente relacionada à lucratividade e algumas (na verdade muitas) empresas dão pouco valor aos processos que garantam qualidade. Vale a pena investir e estudar algumas soluções simples que trazem excelentes resultados.
Na Wikipedia: Toyota Production System.
Na Folha de São Paulo: Toyota supera GM como líder mundial em vendas.
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O protesto está marcado para amanhã às nove da manhã durante a conferência Ad:Tech em São Francisco. O grupo protestará contra o uso de páginas genéricas criadas para receber os visitantes do site. Eles acreditam que os anunciantes devem repensar a página ao invés de otimizá-las.
No Brasil, a maioria das campanhas ainda redireciona o usuário para uma página já existente do site, o que acaba interrompendo o diálogo iniciado com as peças da campanha. O resultado disso é que a maioria dos visitantes de campanha nessa página acaba quicando no site do anunciante. Ou seja, eles entram e saem sem aprofundar a navegação.
Em minha opinião testar exaustivamente e criar uma base de conhecimento de como seus usuários respondem a determinadas ações no seu site são itens essenciais para o desenvolvimento de seu negócio na internet, mas isso não pode cortar o pensamento criativo, exatamente como o grupo coloca.
Entenda o ponto de vista no blog NoMoreLandingPages.com.
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O IAB (Interactive Advertising Bureau, associação de anunciantes no meio online) divulgou hoje um release sobre uma carta que enviara aos dois players principais de mensuração baseada em painel, a Nielsen NetRatings e a comScore, solicitando que as pesquisas passem por um processo de auditoria para obter transparência e revisão de metodologias ultrapassadas.
Essa posição de padronização e exigência de transparência dos veículos, empresas de adserving e institutos teve mais destaque na mídia em 2004 e 2005 quando os principais veículos americanos foram obrigados a rever suas metodologias de contabilização de AdServers para ficarem compliant com o instituto.
Passaram por esse processo veículos como AOL, MSN, Yahoo, CNET e Wheather, além dos principais fornecedores de Adserving.
No Brasil, em 2001, tínhamos os dois player presentes e os resultados das pesquisas também eram divergentes. Para se ter uma idéia do impacto, tivemos um caso onde dois grandes portais afirmavam a liderança de audiência no meio, mas ambos eram primeiros lugar em audiência no mesmo mês, cada um baseado na pesquisa que apresentava o resultado mais vantajoso. Imaginem a confusão e insegurança que isso pode ter gerado na cabeça dos anunciantes na época.
Ao solicitar que os institutos de pesquisa sejam transparentes quanto à metodologia quem ganha é o anunciante. Se as metodologias forem disponibilizadas, os anunciantes poderão escolher a metodologia que acreditem mais adequada.
Confiram a notícia completa no site do IAB americano: The Interactive Advertising Bureau challenges comScore e Nielsen/NetRatings in open letter.
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O Ruby on Rails é um framework para desenvolvimento de aplicativos web, desenvolvido em Ruby.
O Ruby é uma linguagem de código aberto criada por Yukihiro Matsumoto, totalmente orientada a objetos e interpretada. Ao contrário do que acontece em outras linguagens orientadas a objeto, não é necessário instalar uma aplicação, basta apenas alterar o código e visualizar o resultado.
O Rails foi desenvolvido por David Heinemeier Hansson, segue a arquitetura MVC (Model-Controller-View) e dois conceitos para aumentar a produtividade de desenvolvimento: DRY (Don’t Repeat Yourself) e Convention over Configuration.
DRY: procura rendimento com a técnica de definir nomes, propriedades e códigos em somente um lugar e reaproveitar essas informações em outros.
Convention over Configuration: diminui o tempo gasto para configurar o XML que alguns frameworks de outras linguagens necessitam. Para isso é usado um conceito que assume valores padrões onde exista uma convenção.
Outro ponto forte da linguagem é ser multiplataforma, já que você pode rodar as aplicações web com o Apache ou lightTPD nos sistemas operacionais Linux, Windows ou OSX.
No Webinsider: Gigantes lutam pelas tecnologias de programação
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Pesquisa aponta crescimento na utilização do Firefox, especialmente na Europa.
É interessante notar que, de acordo com o instituto, há países com mais de 40% de utilização, como na Finlândia e na Eslovênia.

Na XiTiMonitor: Close to 25% of Use Rate in Europe for Firefox.
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Com a aquisição da DoubleClick, o Google leva junto a Performics, agência de search marketing que faz gestão de campanhas de links patrocinados, otimização de sites e possui um sistema de filiação.
Na minha visão, a compra da Doubleclick, economicamente, significa muito mais do que a compra do YouTube.
Ao passo que a compra do YouTube foi de certa forma um movimento horizontal (comprando uma empresa que concorria na mesma altura de consumo que o Google), a compra da Doubleclick é um movimento de integração vertical.
Para os estrategistas, integração vertical é quando as empresas começam a sentir necessidade de ter um envolvimento maior nas empresas antes ou depois de si na cadeia produtiva. Pensem por exemplo na indústria do petróleo – todos os elos da cadeia possuem uma importância estratégica tão grande, que incentivam as empresas a atuarem em todos as partes do processo produtivo. É por isso que a Petrobras faz exploração, perfuração, extração, transporte, refino, petroquímica, distribuição e ponto de venda.
Estes movimentos geralmente acontecem na indústria de forma homogênea – ou seja: é muito mais uma característica da indústria do que de uma empresa específica. Se isso for verdade, Microsoft, Yahoo, AOL etc etc etc devem sentir necessidade de adquirir suas próprias empresas de adserving em breve.
A aposta na integração vertical é, portanto, um movimento muito audacioso por parte do Google. Será que ele vai redesenhar o modelo da indústria de mídia?
Na Wikipedia: integração vertical.
No IDGNow: O Google agora é uma empresa de SEM.
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Consumo exagerado, indiferença aos interesses comuns, falta de consciência política e da realidade que existe além dos nossos interesses. São inúmeras as formas de expor a neutralidade e, por que não?, inércia que afeta a maioria de nós.
Mas em contrapartida a este comportamento solitário há muitos defensores de ações integradas. Muita gente consegue torná-las rentáveis, além de promover “um bem comum”. A discussão é antiga e está se adaptando ao nosso jeito online de lidar com a realidade.
Um exemplo de manifestação política virtual – com resultados reais – é o MoveOn, site que promove discussões e articula ações conjuntas entre seus mais de 3 milhões de cadastrados, visando interferir nas decisões políticas americanas.
O site LetsBuyIt promove compras coletivas. Você escolhe seu produto e quando outros 100 usuários também o escolherem, o preço será reduzido, em função de uma parceria feita diretamente com o fornecedor. Quanto mais compradores, menor o preço.
Para músicos e fãs há muito espaço no mundo de ações integradas. O site SellaBand permite a pré-compra de CDs de bandas “alternativas” que ainda não tiveram a possibilidade de gravar seu primeiro CD. O usuário compra um ticket por 10 dólares. Após 5 mil compradores, o site promove a banda. No pacote está incluso gravação de CD em estúdios profissionais, produtores e empresários.
Cada “investidor” recebe uma edição especial do CD produzido e as músicas ficam disponíveis para download. Bandas como Second Person, Nemesea e Cubworld já gravaram os seus CDs e outras estão a caminho.
Mais do assunto no relatório Crowd Clout. feito pela Trendwatching.
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As telas de LCD (Liquid Crystal Display) podem estar com os dias contados. A tecnologia OLED (Organic Light-Emitting Diode), ou diodo orgânico emissor de luz, vem com a promessa de telas mais finas e leves. Isso se deve aos diodos orgânicos formados por moléculas de carbono que emitem luz ao receber uma carga elétrica.
O que permite as telas mais finas é a aplicação das moléculas diretamente na superfície da tela.
Dentre outras vantagens da tecnologia OLED estão o baixo consumo de energia, o tempo de resposta mais baixo do que o LCD, a possibilidade de visualização em 180º e o contraste muito melhor (de 1000:1 contra 100:1 das telas LCD no escuro).
A Sony pretende lançar ainda neste ano uma TV com a tecnologia OLED, um protótipo foi apresentado na International Consumer Electronics Show: uma TV de 11 polegadas com 11 milímetros de espessura e uma resolução de 1024×600 pixels. Deixou muita gente de boca aberta.
A tecnologia promete e seria muito bem recebida principalmente para ajudar a diminuir o peso e aumentar a autonomia das baterias de notebooks.
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Agências e anunciantes estão sempre em busca de novas ferramentas de marketing que permitam uma comunicação eficiente com seu público-alvo.
Na internet essa necessidade é cada vez mais intensa e as novidades não param de chegar. Algumas delas extremamente brilhantes pela criatividade e a maneira como interagem com sua audiência.
Um exemplo vem da Goodby Silverstein & Partners. É a agência de publicidade que criou a campanha “Got Milk” em 93 para o California Milk Advisory Board. A campanha se tornou um ícone pop da cultura norte-americana e atingiu recorde de consumo em 2001.
É impossível não lembrar dos bigodinhos brancos estampados em Whoopi Goldberg, Bill Clinton, de Angelina Jolie, Naomi Campbell e vários políticos, estrelas de cinema, televisão e esportistas.
A nova ação brilhante da Goodby Silverstein & Partners foi concebida na internet e prende a atenção de crianças, adolescentes e adultos. Trata-se de um advergame que consegue divertir e ao mesmo tempo divulgar a marca e o conceito da campanha com maestria.
Em um tabuleiro em 3d, uma família de fugitivos desprovidos de leite tenta invadir o “Forte Fridge” para conseguir um copo especial que promete leite para o resto da vida. Você ainda é perseguido pelos seguranças do “Forte Fridge”, que se te alcançarem o jogarão na “Milktraz”. Ainda existem mini-jogos que são etapas para concluir o objetivo.
Vale a pena conferir em Gotmilk.com.
Essa nova onda de sites gráficos e interativos está crescendo e estimulando a criatividade das agências. Mas é preciso avaliar a eficiência e evitar as falhas comuns.
Veja por exemplo a Miss Dewey. É incrível e super bem feito: um search engine interativo, onde você é recebido pela Miss Dewey. Se não começar a digitar o que deseja buscar, ela vai tentar chamar sua atenção, sempre da maneira mais engraçada possível.
O problema está no fato de que se você não está em busca de diversão, mas de um search engine, provavelmente jamais voltará a conversar com a Miss Dewey. A menos que seja para mostrar a um amigo mais curioso.
O marcado brasileiro tem hoje 32,1 milhões de usuários, segundo o IBGE, sendo 78% pertencentes à classe A/B dentre os quais, 70% acessam via banda larga.
Ou seja: é possível fazer esse tipo de campanha por aqui? Claro que sim. Principalmente se o produto é voltado para a nata brasileira. Mas e se parte de sua audiência estiver dentre os 21% desafortunados que ainda usam acesso discado? Esses, certamente agonizarão frente a ferramentas tão brilhantes e que não farão nenhum sentido além da palavra “loading”.
Mas essa não é a única saída. Existem ferramentas de segmentação que conseguem avaliar o tipo de acesso do usuário e apresentam peças diferentes para cada público. Mas isso depende da boa vontade da agência, que terá trabalho para criar duas campanhas diferentes.
A má utilização dessas ferramentas acaba prejudicando gravemente o anunciante. Um exemplo são as campanhas que estimulam o usuário a clicar compulsivamente em peças publicitárias com o objetivo de aumentar as taxas de click. Uma análise mais aprofundada mostrará que os resultados são na verdade irreais e não elevam a taxa de conversão.
A utilização inteligente eleva não só as taxas de click, mas ajuda a cumprir os objetivos. É o caso de uma recente campanha que integrava marketing viral e um hotsite gráfico, com o humor como pano de fundo: O Bar da Boa. O usuário podia enviar um e-mail para os amigos com o seu nome tatuado no ombro da Juliana Paes e o do amigo nas costas de um troglodita.
As inovações são bem-vindas, na Califórnia, no Brasil ou em qualquer lugar.
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O que você faz, ao sentar-se frente ao computador e abrir o seu browser?
Cada um tem a sua rotina. Particularmente, entro primeiro no UOL e me dirijo à Folha para saber das notícias do dia. Logo após, verifico se tenho e-mails novos nas minhas três caixas de correio principais. Talvez entre em um site de esportes para ver as vitórias do Tricolor. Basicamente, sigo um padrão de visitas e meus sites preferidos nem estão necessariamente nos meus Favoritos.
Parece que todo mundo é assim: pesquisa realizada pelo instituto inglês Directgov aponta que apenas seis sites são acessados com freqüência por cada usuário. Foram aplicados 10 mil questionários na Inglaterra e o resultado apontou que 95% dos usuários acessam a internet com o destino e um caminho pré-definido.
Trazendo esses dados para cá, podemos acreditar que um dos sites que fazem parte deste caminho é um portal (UOL, iG, Terra), onde podemos ter acesso a diversas informações sem a necessidade de procurar em algum buscador o assunto que desejamos. Outro membro comum da lista são os sites de notícias e normalmente os veículos que possuem mídia offline têm boa audiência na internet pela “tradição” que os mantém na mente dos usuários.
Se você se encaixa neste cenário e percebe que sua rotina não muda há algum tempo, lembre-se que informação também é diversidade. Uma das formas de enriquecer a sua rotina de visitação é procurar novos sites dentro de seus interesses. Talvez começar a utilizar o velho Bookmarks para marcar aqueles realmente favoritos, para que você não precise lembrar o endereço e volte facilmente.
Tudo isso acontece porque o ser humano gosta da rotina. De certa forma, todos temos um fluxo a seguir todos os dias. As crianças vão à escola os adultos vão trabalhar. Estamos acostumados a traçar um caminho que nos proporciona mais eficiência e eficácia, mesmo porque “time is money”.
Mais no Adonline: Usuários visitam com freqüencia não mais do que 6 sites.
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