Não há mais dúvidas de que a internet é um dos principais canais de comunicação e negócios, que gera um percentual significativo de receitas e influencia direta e indiretamente outros canais.
Para elevar os níveis de confiabilidade, mensuração e resultados, milhões de reais estão sendo investidos no desenvolvimento de iniciativas de marketing online. A promessa desses benefícios coloca o Behavioral Targeting nos sonhos dos profissionais de marketing digital.
O conceito de segmentação comportamental, conhecido como Behavioral Targeting, surgiu nos Estados Unidos dentre os profissionais de marketing direto como uma estratégia dirigida a conquistar uma parcela maior de vendas dentro um subgrupo específico, ao invés de buscar uma participação mais limitada de compras por usuários de todas as categorias.
Em seguida surgiram as primeiras estratégias de Behavioral Targeting na internet, mas a imaturidade do mercado fez com que o assunto ficasse esquecido. Atualmente a necessidade crescente de se otimizar esforços de mídia, aumentar o ROI de campanhas e a lealdade do consumidor estão estimulando o crescimento do Behavioral Targeting, que hoje é um grande diferencial para portais e anunciantes. Em breve será essencial.
Mas com tantas ferramentas de segmentação na web, é importante entender a diferença ao se adicionar a palavra “comportamental” a essa frase.
Hoje é muito comum falar a respeito de segmentação por região, por perfil (aqueles preenchidos em cadastros), por IP, etc. Muita gente acha que isso é Behavioral Targeting. Não é – o diferencial está no foco dado aos hábitos de navegação e consumo dos usuários. Essa é a novidade.
Também é importante deixar claro que não há invasão de privacidade nesse tipo de estratégia. Muito pelo contrário. Os usuários deixam “rastros” ao navegar na web. Essas informações captadas geram um banco de dados anônimo contendo centenas de variáveis. A inteligência está na interpretação dessas informações e no agrupamento dos perfis de acordo com suas similaridades.
A partir daí é que vem o grande benefício: individualizar o público-alvo. O simples fato de conhecer previamente as atitudes de um usuário permite que o anunciante crie peças com linguagem direcionada a ele, demonstrando conhecimento de seus interesses.
Imagine que você, como consumidor, está no processo de escolher um computador. Compara preços, funcionalidades e ainda indeciso. Em algum momento, ao clicar em um portal qualquer para ler uma notícia, se depara com um banner dizendo “Vai continuar procurando um Pentium a vida inteira? As Casas Tabajara resolveram te dar uma forcinha: 20% de desconto, mas é só pra você. Pare de namorar e venha comprar“.
Essa situação já é possível. Ela é boa para o anunciante, que pode fazer render mais seus investimentos em mídia online, já que poderá direcionar suas verbas diretamente para o público-alvo, sem dispersão de dinheiro.
Os veículos também lucram com essa ferramenta, que amplia seu inventário publicitário e aumenta o interesse na veiculação em áreas ainda pouco exploradas.
A segmentação comportamental ainda alavanca a taxa de cliques de uma campanha consideravelmente, pois atinge um público realmente interessado no produto. Ajuda agências e anunciantes a atingir o verdadeiro objetivo da campanha e eleva o nível de satisfação do consumidor.
O assunto, muito explorado lá fora, ainda é recente no Brasil. Fique ligado que você ainda vai ouvir falar muito de Behavioral Targeting, ou BT para os íntimos!
Saiba mais sobre Behavioral Targeting no site da Predicta.