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A Adobe anunciou a primeira versão do Apollo, um biblioteca que ajuda a levar aplicações web para o desktop, dentro do conceito RIA – Rich Internet Application, utilizado junto do HTML, AJAX, Flash, Flex.
É mais fácil entender ao assistir ao vídeo com a demonstração de uma aplicação do Apollo no ambiente no Ebay, onde a integração com o desktop pode trazer muitas vantagens: aplicação do Apollo no Ebay.
No site da Adobe: Informações sobre o Apollo.
Na Wikipedia: Rich Internet application.
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Você já deve ter ouvido falar do Ajax e de como ele contribui para a revolução da Web 2.0. Diferente do que muitos pensam, Ajax não é uma tecnologia, mas um conjunto de tecnologias que já existem há algum tempo e foram “combinadas” mais recentemente. Como maior exemplo do uso do Ajax temos o Google, pioneiro com o seu Gmail.
Mas este conjunto de tecnologias só está se popularizando agora e muita coisa boa vem por aí, como o E4X.
E4X signfica "ECMAScript For XML", uma extensão ao JavaScript já padronizada pela ECMA. A vantagem do E4X é a inclusão de suporte nativo ao XML dentro do JavaScript sem a necessidade de controles ActiveX ou códigos complexos.
Basicamente você declara um objeto XML diretamente no código da mesma forma como faz com datas, strings, números etc, e pode manipulá-lo como desejar.
A especificação inicial da tecnologia foi lançada oficialmente em 2004. Veja um exemplo da simplicidade do uso do E4X. Considere um XML com este conteúdo:
<nome>John</nome>
<sobrenome>Johnson</sobrenome>
</cliente>
<item>
<produto>Maxilaku</produto>
<qtd>5</qtd>
<preco>155.00</preco>
</item>
</compra>
Este código pode ser inserido diretamente no trecho JavaScript conforme abaixo:
<script type="text/javascript;e4x=1">
var dadosCompra = new XML();
dadosCompra=<compra id="123">
<data>2005-08-01</data>
<cliente>
<nome>Fulano</nome>
<sobrenome>de tal</sobrenome>
</cliente>
<item>
<produto>Sabonete</produto>
<qtd>5</qtd>
<preco>2.0</preco>
</item>
</compra>
Repare como é diferente do tratamento com strings padrão. Basta associar o código ao objeto "dadosCompra", sem necessidade de complicados métodos DOM tratar o conteúdo:
var dadosCompra = new XML();
dadosCompra=<compra id="123">
<data>2005-08-01</data>
<cliente>
<nome>Fulano</nome>
<sobrenome>de tal</sobrenome>
</cliente>
<item>
<produto>Sabonete</produto>
<qtd>5</qtd>
<preco>2.10</preco>
</item>
<item>
<produto>Desodorante</produto>
<qtd>3</qtd>
<preco>11.50</preco>
</item>
</compra>
//mostra dados na tela
document.write("Nome do cliente: ");
document.write(dadosCompra.cliente.nome + " ")
document.write(dadosCompra.cliente.sobrenome)
//calcula total da compra
var totalCompra = 0
for each (i in dadosCompra.item)
{
totalCompra += (i.qtd * i.preco);
}
document.write("<br>");
document.write("Total da compra: R$" + totalCompra);
</script>
É claro que o conteúdo deste XML pode estar armazenado no servidor ou ser gerado dinamicamente e capturado pelo JavaScript.
Há muitas vantagens no uso desta tecnologia. É possível, por exemplo, ter um modelo XML padrão e dinamicamente “preencher” o conteúdo dele sem ter que gerar um novo XML, com economia de código, tempo e memória. Com uma curva de aprendizado menor, E4X é como uma versão 2 do Ajax. Você pode utilizar diversas técnicas para enriquecer suas aplicações como antes, mas agora reduzindo as linhas e para Javascript e Web. Menos código = menos uso de recursos e banda, logo sua performance é melhor.
Embora já exista uma documentação de padronização do E4X, até o momento somente o Firefox e Safari dão suporte a tecnologia. Mas por seu uso simples e padronização acredito que seja natural o suporte pelos navegadores em suas futuras versões, permitindo a diminuição da dependência de Ajax e tornando mais simples, mas não menos poderoso, o desenvolvimento que a Web 2.0 tem revelado pra trazer simplicidade ao usuário final.
Mais informações sobre essa nova sigla em Standard ECMA-357 ECMAScript for XML (E4X) Specification
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Não há mais dúvidas de que a internet é um dos principais canais de comunicação e negócios, que gera um percentual significativo de receitas e influencia direta e indiretamente outros canais.
Para elevar os níveis de confiabilidade, mensuração e resultados, milhões de reais estão sendo investidos no desenvolvimento de iniciativas de marketing online. A promessa desses benefícios coloca o Behavioral Targeting nos sonhos dos profissionais de marketing digital.
O conceito de segmentação comportamental, conhecido como Behavioral Targeting, surgiu nos Estados Unidos dentre os profissionais de marketing direto como uma estratégia dirigida a conquistar uma parcela maior de vendas dentro um subgrupo específico, ao invés de buscar uma participação mais limitada de compras por usuários de todas as categorias.
Em seguida surgiram as primeiras estratégias de Behavioral Targeting na internet, mas a imaturidade do mercado fez com que o assunto ficasse esquecido. Atualmente a necessidade crescente de se otimizar esforços de mídia, aumentar o ROI de campanhas e a lealdade do consumidor estão estimulando o crescimento do Behavioral Targeting, que hoje é um grande diferencial para portais e anunciantes. Em breve será essencial.
Mas com tantas ferramentas de segmentação na web, é importante entender a diferença ao se adicionar a palavra “comportamental” a essa frase.
Hoje é muito comum falar a respeito de segmentação por região, por perfil (aqueles preenchidos em cadastros), por IP, etc. Muita gente acha que isso é Behavioral Targeting. Não é – o diferencial está no foco dado aos hábitos de navegação e consumo dos usuários. Essa é a novidade.
Também é importante deixar claro que não há invasão de privacidade nesse tipo de estratégia. Muito pelo contrário. Os usuários deixam “rastros” ao navegar na web. Essas informações captadas geram um banco de dados anônimo contendo centenas de variáveis. A inteligência está na interpretação dessas informações e no agrupamento dos perfis de acordo com suas similaridades.
A partir daí é que vem o grande benefício: individualizar o público-alvo. O simples fato de conhecer previamente as atitudes de um usuário permite que o anunciante crie peças com linguagem direcionada a ele, demonstrando conhecimento de seus interesses.
Imagine que você, como consumidor, está no processo de escolher um computador. Compara preços, funcionalidades e ainda indeciso. Em algum momento, ao clicar em um portal qualquer para ler uma notícia, se depara com um banner dizendo “Vai continuar procurando um Pentium a vida inteira? As Casas Tabajara resolveram te dar uma forcinha: 20% de desconto, mas é só pra você. Pare de namorar e venha comprar“.
Essa situação já é possível. Ela é boa para o anunciante, que pode fazer render mais seus investimentos em mídia online, já que poderá direcionar suas verbas diretamente para o público-alvo, sem dispersão de dinheiro.
Os veículos também lucram com essa ferramenta, que amplia seu inventário publicitário e aumenta o interesse na veiculação em áreas ainda pouco exploradas.
A segmentação comportamental ainda alavanca a taxa de cliques de uma campanha consideravelmente, pois atinge um público realmente interessado no produto. Ajuda agências e anunciantes a atingir o verdadeiro objetivo da campanha e eleva o nível de satisfação do consumidor.
O assunto, muito explorado lá fora, ainda é recente no Brasil. Fique ligado que você ainda vai ouvir falar muito de Behavioral Targeting, ou BT para os íntimos!
Saiba mais sobre Behavioral Targeting no site da Predicta.
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O usuário chega a um site, se interessa e decide prosseguir clicando. O que está por trás dessa decisão?
Segundo um estudo da empresa NextStage, ele toma a decisão de avançar e se aprofundar no assunto contido na página nos primeiros três segundos de contato.
O estudo vale também para qualquer outro tipo de material de marketing e é dividido em três fases:
1. Atração
São os primeiros 3 a 5 segundos de interação do usuário com o material, onde ele julga a relevância da informação. Nesse ponto, as pessoas não estão avaliando a utilidade da informação, mas apenas decidindo se querem explorar aquele assunto e quanto tempo será necessário investir.
Quando você passou os olhos rapidamente sobre esse artigo antes de efetivamente parar e ler com atenção, você estava na fase de Atração.
2. Foco
Aborda a segunda faixa de interação do usuário com o material, que acontece dos 4 aos 7 segundos, onde as pessoas decidem se conseguem compreender o material em questão a ponto de continuar o esforço de assimilação da informação. Nesse ponto, a informação deixa de ser apenas interessante para tornar-se útil.
Se você chegou até aqui e leu os detalhes do artigo a ponto de julgar se fazem sentido ou não, você conseguiu focar a sua atenção.
3. Ação
A terceira fase de investimento ocorre entre os segundos 6 a 8 e diz respeito a como as pessoas reagirão às informações apresentadas. Alguns materiais podem alongar esse tempo de 8 para 10, 15 segundos de atenção antes da “tomada de decisão” ser feita de forma consciente pelo cérebro. Um exemplo de ação seria salvar o material para leitura em um segundo momento, ou voltar a ler o mesmo artigo para compreender melhor.
Nesse ponto, você está realmente avaliando o conteúdo da informação; se os conceitos e idéias principais apresentados terão utilidade de fato. Pode ainda decidir que vale a pena ler o artigo em outro momento. Nesses casos, você toma uma ação em função da informação desse artigo.
Conclusão: o material de marketing (ou o site, ou a página) precisa atrair, focar e levar o usuário a agir em um período de 3 a 10 segundos. Uma eternidade nos dias-de-hoje, onde o tempo é a moeda mais valiosa.
Está lançado o desafio! Be quick!
Artigo no iMedia Connection: Websites: You’ve Only Got 3 Seconds.
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Sites podem optar por receber por resultado e aumentar o controle sobre os anúncios que exibem.
Num mundo onde as margens dos produtos estão cada vez mais reduzidas e os profissionais pressionados a esticar seus recursos produtivos, parece um sonho falar em um modelo que permita ao anunciante pagar pela propaganda apenas quando o consumidor conclui uma compra.
Parece um sonho, não?
Parece sonho mesmo, mas o Google, maior site de busca do mundo, começa a testar uma evolução do modelo de cobrança de custo por click (CPC) para custo por ação (CPA) na versão Adsense de links patrocinados.
Agora os veículos que aceitarem veicular publicidade por esse novo modelo de remuneração terão controle sobre o tipo de publicidade que vão exibir.
Com isso, o Google espera atrair ainda mais sites para sua rede Adsense e melhorar as taxas de conversão.
Os resultados vindos dos sites que formam a rede Adsense frequentemente são inferiores aos obtidos nas resultados de busca.
Leia mais no Adweek: Google Tests Action-Priced Ads.
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A recente informação de que a Mozilla vai suspender o suporte ao FireFox 1.5 em 24 de abril nos faz pensar sobre o legado dos navegadores. O FireFox 1.5 nem é “tão velho assim”… por que acabar com o suporte? O que essa notícia representa?
Na minha opinião, representa um movimento pró-ativo para diminuir o legado. A W3C, entidade que trabalha para determinar os padrões da Web, sempre levou essa idéia para a comunidade.
Uma mudança drástica mas não negativa, pois estamos atrasados. Se o trabalho nos padrões fosse mais respeitado e as definições seguidas, essa transição seria muito mais suave e menos trabalhosa.
Maior exemplo é o Internet Explorer, que ficou sem uma nova versão por anos e que essencialmente ainda tem o núcleo do velho IE 4. Nenhum recurso especial foi incluído, nenhuma novidade que tornasse a navegação mais fácil ou rápida, apenas foram corrigidos bugs críticos de segurança. Isso acabou levando os desenvolvedores a seguirem desenvolvendo sites sem pespectiva de evolução das navegações ou até mesmo do suporte a novas tecnologias. Paramos no tempo. Só a perda de mercado e a presença dos concorrentes com suas novidades moveu a Microsoft.
Desde que o IE 7 foi lançado, muitos desenvolvedores têm tido trabalho para implementar modificações por causa do legado das versões mais antigas dos navegadores, na tentativa de evitar que seus sites fiquem inacessíveis e ainda garantir que estas modificações não interfiram com outros navegadores.
Ao invés de evoluir, continuamos nos preocupando com múltiplas versões dos navegadores, com a perspectiva de ter problemas em cada um e impedidos de trabalhar em novos recursos.
Estamos abandonando a inovação, uma característica vital para a evolução. Sem radicalismos, mas o legado é o grande inimigo do futuro das padronizações. Enquanto nos preocuparmos com este passado, seremos reféns. A divulgação das novas tecnologias e pioneirismos como o da Mozilla impulsionam movimentos de evolução, como o que a Microsoft acabou executando “sob pressão”.
É importante ler sobre estes padrões, implementa-los e evitar utilizar aqueles recursos “exclusivos” de um determinado sistema – caso contrário, você ficará dependente dele. Há um ano um amigo tentou utilizar o personal banking de um famoso banco com o Opera em seu Mac, sem sucesso. Ligou para o suporte do banco e perguntou porque ofereciam um serviço que ele não pode utilizar, pois foi montado com recursos específicos para o IE. Com a briga dos navegadores você não pode se dar ao luxo de fazer um site ou aplicação especificamente para um sistema, pois perderá muitos usuários.
Padronizar significa evitar esse legado. Torna a vida de todos muito mais fácil: todos são beneficiados, dos desenvolvedores aos usuários.
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Durante anos, os analistas de marketing, engenheiros de sistemas e analistas financeiros trabalharam juntos para definir o que deveria ser mensurado e como deveriam ser mensurados os resultados dos sites.
Neste processo, verificou-se que o tripé visitante (quem), visita (quando ou quais momentos) e page view (o que ele busca) eram os vetores mais relevantes para formar conclusões mais sólidas.
Em 2000 já possuíamos um refinamento de métricas inimagináveis em outros mercados. Era possível saber quais foram os produtos visualizados na sua loja e quais foram os abandonados pelas pessoas – coisas impossíveis antes devido aos custos de pesquisa no mundo off-line.
Desta forma, o page view veio se firmando ao dar informações sobre os caminhos usados pelas pessoas para entrar no site, onde elas costumam abandonar a navegação, a profundidade média de navegação e a previsão do inventário publicitário, entre outras métricas.
Com a evolução da internet, os sites queriam melhorar a experiência da navegação do visitante e permitir que ele pudesse personalizar as páginas que via. Ou ainda, o próprio site queria personalizar o conteúdo exibido de acordo com o perfil de navegação do visitante, visando aumentar a capacidade de persuasão e retenção.
Novas tecnologias surgiram para atender essas demandas. As mais conhecidas atualmente são Ajax e Flash. Ferramentas para otimização de conteúdo se popularizaram, mas com a inserção dessas novas tecnologias o conceito de página entrou em crise, pois agora dois usuários poderiam entrar na mesma “página” do site e ver conteúdos completamente diferentes.
Por exemplo, em minha home page personalizada do Google existem diversos blocos de informação, como horóscopo e UOL Cinema, que podem ser diferentes do que você selecionou para você, como na figura abaixo.

Hoje nos principais fóruns de discussão de Webanalytics a pergunta que paira no ar diz respeito ao impacto destas novas tecnologias na aferição da audiência do site. Para alguns, o page view já não é uma métrica válida, já que as páginas podem ser em grande parte distintas. Alguns analistas acreditam que o page view vai morrer.
Em minha opinião, o page view ainda está na adolescência e não deve morrer tão cedo assim. Em primeiro lugar porque é ele quem diz por onde seus visitantes entram no site, por onde saem e o que procuram.
Em segundo lugar, as homes dos portais sempre exibiram conteúdos diferentes e mesmo assim sempre se utilizou a série histórica de page views para alguns tipos de análise.
Na verdade o que deverá ocorrer é uma evolução nas métricas do site, que passarão a ter uma granularidade maior de informações. Ou seja, os sistemas de Webanalytics conseguirão detalhar quais foram os conteúdos mais vistos dentro das páginas do site.
Agora começam a surgir novas questões como: quais são os elementos mais visualizados na página, a quantidade de usuários que selecionaram esse bloco para sua home page ou, dentre os usuários que mais visualizam a home page, quais são as ferramentas mais utilizadas. Tudo isso poderá ser quantificado. E os gerentes de negócios terão uma oportunidade única de conhecer melhor os comportamentos e desejos dos seus visitantes dentro do site.
Mais detalhes no iMedia Connection: The Death of The Page View.
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A propagação boca a boca é uma forma eficiente e muito utilizada para difundir uma idéia e compartilhar informações.
Um produto ou serviço indicado por um amigo, por já ter sido testado e “aprovado” por uma pessoa do seu meio, possui maior credibilidade para o receptor do que uma publicidade convencional. Por isso uma prática muito utilizada por sites é o famoso “indique a um amigo”.
Apesar de bastante utilizada, a viralização encontra uma barreira: as pessoas estão com as caixas de e-mail lotadas de spam e mensagens de amigos. Diante desse quadro, como fazer com que a mensagem enviada não passe despercebida ou seja deletada?
A resposta encontrada por alguns sites foi personalizar a mensagem enviada, ou fazer com que o usuário possa interagir com o conteúdo do e-mail.
Um exemplo disso foi a ação desenvolvida pela Almap BBDO no site Bar da Boa, da Antarctica. De lá o usuário pode enviar um e-mail onde a Juliana Paes zoa o seu amigo. A mensagem enviada vai com o título “A Juliana está de tatuagem nova”, chamando assim a atenção do amigo para o conteúdo da mensagem.
Quando o destinatário clica no e-mail, é exibido um vídeo mostrando a tatuagem de uma rosa com o nome do amigo que enviou o e-mail no ombro da Juliana, enquanto o nome dele aparece na bunda de um garçom gordão. Ao final a Juliana o convida para visitar o site e zoar outro amigo.
Através da medição do site e da ação viral pela Predicta, constatou-se um aumento em 20% o tráfego do site, sem exigir custo adicional de mídia.
Quando bem feita, a viralização acontece e traz bons resultados para os sites.
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Utilizando estudos de webanalytics podemos descobrir que o clique nem sempre é o fator principal para atingir um objetivo final de uma campanha (como a venda de um produto).
Um exemplo disso acontece quando o usuário é impactado por uma peça da campanha, não clica, mas decide depois visitar o site, pois teve interesse no que lhe foi apresentado.
Portanto, para avaliar o real resultado do impacto da campanha online, deve ser considerado o post-impression, além de outros conceitos.
Post-impression é o índice dos visitantes que foram impactados pela campanha e que acessaram o site sem ter clicado nas peças. Ele pode ser expressado pela seguinte equação:
- total de visitas feitas por “non clickers” / total de visitas da campanha (clickers + non clickers)
Uma segunda relação pode ser vista quando além do post-impression, onde olhamos para compra do produto fora do fluxo de compra do site, consideramos também as compras feitas na loja física.
Um estudo de marketing feito pelo Media-Screen descobriu que 50% dos usuários de banda larga nos Estados Unidos dizem ser influenciados a comprar depois de pesquisar no site da loja, mesmo que a loja possua um fluxo de compra online batendo de frente com a televisão (11%).
O site pode funcionar como apenas uma vitrine (window shopping), pois algumas pessoas preferem utilizar os cinco sentidos para interagir com o produto antes de chegar a uma decisão final. Outras pessoas ainda têm medo de comprar online.
É importante lembrar que devemos analisar onde o site ou a campanha online podem influenciar na decisão de compra, mesmo que ela não ocorra diretamente ligada ao fluxo de compra online. Teoricamente podemos dizer que se o usuário não conclui o fluxo, não se trata necessariamente de um cliente perdido.
O estudo concluiu que a internet é uma grande influência para a compra e que está em primeiro lugar em relação ao outros meios de comunicação.

Internet Retailer: 50% of broadband users say the Internet influenced a recent purchase.
eMarketer: Are Retail Sites Driving Consumers to Stores?.
MediaPost Publications: Artigo requer cadastro.
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