Prepare-se para o IE7, as métricas podem mudar
Por Rodrigo Polacco em 19 dUTC setembro 2006, 11:09
 

A Microsoft já disponibilizou uma versão prévia do Internet Explorer 7 para download. Ainda não é a versão definitiva, mas sim o RC1 (Release Candidate 1). Existe uma discussão de que até o final do ano ela irá forçar a atualização para os usuários de Windows XP. Ou seja, seu computador pode estar baixando o IE 7 aos poucos e subitamente seu browser pode mudar para a nova versão.

Do ponto de vista do usuário a nova versão possuirá uma série de melhorias de segurança, além de integração com RSS, navegação com “abas” e outros benefícios já bastante difundidos e utilizados no Firefox.

Para seu website, essas mudanças poderão mudar o jeito que seus visitantes navegam em seu site. Por isso, é recomendado que você baixe a nova versão do browser, instale num outro computador (que não o seu de uso diário) e navegue pelo seu site para identificar os impactos causados pela nova versão. Lembramos que esta não é a versão definitiva ainda.

Mantenha-se informado das futuras atualizações no Blog do IE aqui: http://blogs.msdn.com/ie/archive/category/8680.aspx

Baixe uma cópia do IE 7 aqui: http://www.microsoft.com/windows/ie/default.mspx.

 

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Fox e Amex oferecem conteúdo para testar investimento maior
Por Claudia Woods em 19 dUTC setembro 2006, 11:09
 

Uma nova parceria entre o American Express e o canal de televisão aberta americano Fox exemplifica o uso da Internet como um canal de pré-teste para investimentos mais caros, como mídia de tv.

A parceria oferece acesso exclusivo às previas dos próximos capítulos do seriado Prison Break (a ultima febre nos EUA) apenas para clientes do American Express.

Através da captação dessas informações, o Amex consegue avaliar a afinidade entre seus clientes e o seriado antes de investir em mídia na televisão. Obviamente esse tipo de teste tem suas limitações. Não podemos assumir que todos os clientes do American Express que assistem o programa Prison Break têm o habito de entrar na Internet para ver novidades sobre o programa. Mesmo assim, o pré-teste pode se provar mais eficaz do que os testes tradicionais de focus groups por fornecerem resultados mais tangíveis sobre a afinidade entre uma marca e um programa de televisão.

Caso a Amex ache vantajoso anunciar durante o programa Prison Break, poderá fazê-lo de forma consistente e linkada à estratégia online. É um excelente exemplo de marketing integrado.

Mais detalhes: Fox, AmEx Offer Content To Target Audience

 

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Gerenciamento de performance é negócio grande
Por André Barros em 19 dUTC setembro 2006, 11:09
 

O noticiário internacional de negócios reporta que a Business Objects adquiriu, por US$ 56 milhões em dinheiro, a Armstrong Laing (ALG).

A aquisição da desenvolvedora de software de gerenciamento de rentabilidade é mais um passo da Business Object em direção ao crescimento na área de softwares de gerenciamento de performance, ou corporate performance management (CPM).

A ALG Software tem cerca de 400 clientes (American Express, British Airways e Heineken entre eles), que utilizam seus softwares para medir o desempenho da empresa e a rentabilidade.

A Bussines Objects também integrou suas aplicações de gerenciamento de desempenho com sua suíte de análise de dados, a partir da incorporação da SRC Software, em uma transação avaliada em 100 milhões de dólares. E confia na boa rentabilidade da área, que cresceu 70% em relação ao ano passado.

 

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Campanhas virais distribuídas YouTube já perto do limite?
Por Rodrigo Polacco em 12 dUTC setembro 2006, 11:09
 

O público consumidor tem sido cada vez mais impactado por diferentes formatos publicitários.

Isso ocorre em função da pulverização da atenção dos consumidores em diversos meios de comunicação, como TV, internet, jornal, rádio, celular e marketing direto, entre outros.

Com o consumidor saturado de informações, o desafio dos anunciantes tem sido conseguir a atenção dos consumidores, pois os formatos mais tradicionais não têm mais conseguido alcançar a eficiência que se tinha no passado.

Para se ter um exemplo, aqui no Brasil na década de 80 bastava ao planejador de mídia voltado a produtos de varejo ter verba para algumas inserções no horário nobre da TV de maior cobertura (Rede Globo) e pronto, estava praticamente tudo resolvido. O foco deste profissional estava para a capacidade de negociação, pois fórmulas matemáticas previam a eficiência baseada na cobertura e freqüência da campanha.

Com este novo cenário, os mídias (ou planejadores de mídia) estão sendo forçados a repensar o planejamento criativamente, pois como diz o dito popular: “o que foi sucesso ontem não garante o sucesso de hoje”.

Afinal de contas a nova moeda é a atenção do consumidor. Para conseguir a atenção do consumidor itens como novidade, relevância e adequação podem diferenciar uma campanha de sucesso de uma campanha qualquer.

Neste mesmo cenário, na internet os veículos estão buscando suprir a necessidade da relevância através de segmentações mais assertivas, o que é bastante transmitido na figura do Targeting Comportamental.

Já os mídias encontraram na internet a possibilidade da criação de campanhas virais (ou Buzz Marketing) de sucesso devido a adequação do meio para divulgação de informações.

Com este novo filão surgiram agências especializadas na criação de campanhas virais utilizando vídeos no Youtube, advergames, e-mail marketing e blogs. Neste filão alguns já se destacam, como é o caso de Cal McAllister, fundador de uma empresa especializada em vídeos-virais, que já atendeu clientes como Microsoft e Nike.

Em sua última campanha (“Tea Partay”) para a Smirnoff, apesar de toda a controvérsia causada pela distribuição no Youtube, Cal MacAlllister conseguiu um resultado bastante positivo. Foram mais de 1 (um) milhão de visualizações do vídeo, que possui cerca de dois minutoes e meio de duração. Um resultado bastante impressionante, não? Mas isso é apenas o que foi medido dentro do Youtube, pois a campanha conta também com um hotsite (www.teapartay.com), de onde é possível baixar o vídeo que pode ser compartilhado por e-mail, em FTPs e sites pessoais.

Traçando um paralelo com os formatos mais tradicionais de publicidade online, fica a pergunta: quantas impressões seriam necessárias para termos 1 milhão de cliques com mais de 2,5 minutos de interação com a marca? Quem sabe? O fato é que idéias criativas e inovadoras podem apresentar resultados surpreendentes.

Talvez a farra da publicidade gratuita no Youtube acabe, mas certamente outras formas impensadas surgirão.

Leia no Advertising Age: sociedade de consumidores nos Estados Unidos investigam se vídeos virais violam a privacidade do consumidor. Viral Video Marketing Under Scrutiny By Watchdog Groups

 

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Telefonia e internet na disputa pelo last mile
Por Marcelo Marzola em 11 dUTC setembro 2006, 11:09
 

Excelente a matéria e discussão (Telefónica e Tim: players se preparam para a convergência).

Queria dar a minha contribuição. No meu ponto de vista, essa sinalização de compra está um passo antes, no que o mercado chama de consolidação. O mercado brasileiro pós-privatização criou algumas empresas de telefonia, mas este perfil do mercado (vide mercado americano/europeu) não tolera todas essas empresas.

A tendência é então a de consolidação em poucas empresas (é claro que com todo cuidado e observação dos órgãos que regulam mono/oligopólios, como o CADE).

A consolidação é um esforço para a grande batalha: telefonia versus lógica. Ou seja, a questão é, no final das contas , qual o cabo que vai te dar comunicação (entenda comunicação como telefonia fixa local + longa distância + internet + quem sabe um pouquinho mais pra frente, telefonia móvel) – o RJ45 de rede ou o bom e velho cabo de cobre?

Vemos então as duas forças do mercado de comunicação. De um lado a telefonia, do outro internet/banda larga (via TV a cabo)… É a briga da NET com a Telefonica, por exemplo. Acho que as empresas de TV a cabo têm relativa vantagem (em termos de custo de operação).

Se você parar para pensar um pouco, a pergunta maior é: quem domina o “last mile” (last mile, pra quem não conhece o termo, é a expressão usada no mundo de telecom para descrever a “última milha” do cabo que chega até a sua casa. Porque não adianta você ter uma rede central de altíssima velocidade se a última milha ainda é de cabos de cobre. Pelo outro lado, não adianta tentar dar capilaridade a cabos de fibra ótica (pois o custo é muito alto).

E qual o melhor “last mile”? E aí temos as novas formas de comunicação que estão surgindo como a internet de alta velocidade via a rede de energia elétrica (por falar em capilaridade…) ou então pela tubulação de gás (que também tem grande penetração no Brasil).

Mas será que a gente precisa mesmo de um “last mile” com um meio físico? O futuro não é wireless? É aí que entra o concorrente que eu, pessoalmente, acho o mais forte – o Wi-Max (rede wireless de alto alcance e alta velocidade).

Então, as telecoms provêem a espinha dorsal de acesso subterrâneo/submarino à internet e players locais criam várias redes wi-max, que depois vão se consolidando. Ué … mas o pessoal de TV a cabo não tinha a vantagem? Agora parece que a vantagem está nas telecoms…

(Claro, se vocês acompanharam, o leilão de wi-max no Brasil acabou em pizza na semana passada e foi suspenso por o que alguns dizem ter sido marmelada. Coisas da nossa terra.)

 

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Telefónica e Tim: players se preparam para a convergência
Por Douglas Tokuno em 11 dUTC setembro 2006, 10:09
 

Após quase 10 anos de privatização das teles, em um modelo monopolista e estatal, o mercado parece estar passando por outra grande transformação, causada pela inevitável convergência de meios de comunicação.

Isso já acontece em mercados maduros, como é o caso do americano e o europeu, mas aqui no Brasil alguns players antes nunca vistos como concorrentes estão se posicionando e se preparando para esta etapa de convergência.

Como bons exemplos disso podemos citar a estratégia da Telemar de prover um grande serviço de comunicação através do celular (Oi), internet (Velox), telefonia fixa (Telemar) e longa distância (31) tudo em um pacote integrado que possui um portal de banda larga que fornece conteúdo por vídeo. Assim, o usuário poderá ter acesso a conteúdos antes exclusivos da televisão (Globo.com).

Por outro lado, operadoras de TV a cabo, como a NET, oferecem também outros serviços de comunicação, que incluem TV por assinatura (NET), internet (Virtua) e telefonia IP (NET Fone em parceria com a Embratel).

Este novo cenário está se configurando não mais como concorrência em indústrias (telefonia, televisão a cabo, internet), mas concorrência em setores (grupos de comunicação).

Portanto, o interesse da Telefonica em controlar a Vivo ou a TIM faz parte da tendência de convergência e será inevitável especialmente para as teles, que possuem custos altos com suas infra-estruturas de telefonia comutada em comparação com a telefonia IP. Acredito que aquisições e parcerias se firmarão com maior frequência e a concorrência entre grupos de comunicação será cada vez mais acirrada.

Este comentário é em função da notícia do New York Times que informa que a Telefónica pode comprar TIM no Brasil. Segundo a notícia, a Telecom Italia deve anunciar nesta segunda-feira um plano de reestruturação que incluiria o Brasil, com a venda da TIM Participações. A espanhola Telefónica estaria interessada no negócio e a venda parece próxima.

 

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A conversão e os objetivos relativos e absolutos
Por Phillip Klien em 11 dUTC setembro 2006, 10:09
 

O amadurecimento natural de métricas de resultado de sites pode fazer com que analistas utilizem o impacto de “conversão” como medidor-mór da eficiência de alguma mudança. Ou seja, usar taxas de comparação de conversão para ver se a mudança melhorou ou piorou estes índices.

O problema é que a mudança pode ter melhorado o objetivo específico, mas por outras razões pode não estar óbvia no “bottom-line”. O artigo discute várias razões para isso.

É fundamental ter indicadores de performance baseado em objetivos. O que podemos aprender mais e mais com web analytics é a necessidade de ter um objetivo relativo, além do objetivo absoluto. Onde determinadas ações ou partes do site sejam destrinchadas e analisadas individualmente, com base no comportamento antes, durante e depois de determinada mudança (veja mais na parte do artigo chamado “Functional KPIs”).

Leia: Why the “Measure for Conversion” Mantra Isn’t Simplistic Science

 

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Uso de tabs no browser impacta métricas
Por Phillip Klien em 29 dUTC agosto 2006, 10:08
 

Artigo publicado na ClickZ fala de alguns possíveis impactos nas métricas em sistemas de medição de audiência com o crescimento de utilização de browsers com “tabs”.

A junção tabs + buscador também tem seus impactos. Já reparamos determinadas situações interessantes sobre o comportamento de usuários em alguns clientes Predicta. Em determinada análise notamos visitas de usuários que clicaram em busca orgânica após procurar determinada palavra-chave no site de busca. Ao receberem mensagem de erro do site de destino, voltaram ao “buscador”, colocaram o nome do site e entraram por busca orgânica.

É interessante identificar como as pessoas estão dependendo até do “buscador” para ir para o site de destino – inserindo o nome do site na busca ao invés da URL no campo de endereço do browser.

Também destaco o impacto nos relatórios de caminhos de navegação – onde teremos um acréscimo de caminhos de navegação teoricamente impossíveis naturalmente pelo site.

Veja o início do artigo a seguir ou leia completo na ClickZ.

Web Analytics: The Results of Tabbed Browsing
Web Analytics: The Results of Tabbed Browsing Web browsing behaviors are constantly changing. As a result, analysis of those behaviors must evolve to match those changes. A recent change that has become more prevalent over the past few months is tabbed browsing. The Firefox browser made tabbed browsing much more common, and now Microsoft has added it to Internet Explorer. Tabbed browsing allows people to open more than one window within a browser and easily bounce back and forth.

 

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Cid Torquato sai da Câmara-e.net
Por Rodrigo Polacco em 25 dUTC agosto 2006, 10:08
 

Cid Torquato, advogado e consultor, deixou a diretoria executiva da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), após cinco anos no cargo.

Torquato, que participou de diversos fóruns nacionais e internacionais e atuou como consultor para o ITC – International Trade Center (ONU), BID, Banco Mundial, Softex e APEX, parte em busca de um novo destino profissional no Brasil e no exterior.

 

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Casas Bahia aderem à web
Por Claudia Woods em 25 dUTC agosto 2006, 10:08
 

Notícia no Estadão revela que as Casas Bahia se preparam para vender pela internet. A famosa varejista de utilidades domésticas criou um companhia de call center, que já funciona no bairro do Bom Retiro, em São Paulo.

O call center atende à demanda própria (que não é pouca e lida também com inadimplentes) e servirá mais adiante para as vendas geradas pelo canal online. Foram contratadas cerca de 400 pessoas.

O call center, que inicialmente era um departamento de pequeno porte, poderá mais adiante prestar serviços ao mercado, como crédito e cobrança.

 

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