Telefónica e Tim: players se preparam para a convergência
Por Douglas Tokuno em 11 dAmerica/Sao_Paulo setembro 2006, 10:09
 

Após quase 10 anos de privatização das teles, em um modelo monopolista e estatal, o mercado parece estar passando por outra grande transformação, causada pela inevitável convergência de meios de comunicação.

Isso já acontece em mercados maduros, como é o caso do americano e o europeu, mas aqui no Brasil alguns players antes nunca vistos como concorrentes estão se posicionando e se preparando para esta etapa de convergência.

Como bons exemplos disso podemos citar a estratégia da Telemar de prover um grande serviço de comunicação através do celular (Oi), internet (Velox), telefonia fixa (Telemar) e longa distância (31) tudo em um pacote integrado que possui um portal de banda larga que fornece conteúdo por vídeo. Assim, o usuário poderá ter acesso a conteúdos antes exclusivos da televisão (Globo.com).

Por outro lado, operadoras de TV a cabo, como a NET, oferecem também outros serviços de comunicação, que incluem TV por assinatura (NET), internet (Virtua) e telefonia IP (NET Fone em parceria com a Embratel).

Este novo cenário está se configurando não mais como concorrência em indústrias (telefonia, televisão a cabo, internet), mas concorrência em setores (grupos de comunicação).

Portanto, o interesse da Telefonica em controlar a Vivo ou a TIM faz parte da tendência de convergência e será inevitável especialmente para as teles, que possuem custos altos com suas infra-estruturas de telefonia comutada em comparação com a telefonia IP. Acredito que aquisições e parcerias se firmarão com maior frequência e a concorrência entre grupos de comunicação será cada vez mais acirrada.

Este comentário é em função da notícia do New York Times que informa que a Telefónica pode comprar TIM no Brasil. Segundo a notícia, a Telecom Italia deve anunciar nesta segunda-feira um plano de reestruturação que incluiria o Brasil, com a venda da TIM Participações. A espanhola Telefónica estaria interessada no negócio e a venda parece próxima.

 

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A conversão e os objetivos relativos e absolutos
Por Phillip Klien em 11 dAmerica/Sao_Paulo setembro 2006, 10:09
 

O amadurecimento natural de métricas de resultado de sites pode fazer com que analistas utilizem o impacto de “conversão” como medidor-mór da eficiência de alguma mudança. Ou seja, usar taxas de comparação de conversão para ver se a mudança melhorou ou piorou estes índices.

O problema é que a mudança pode ter melhorado o objetivo específico, mas por outras razões pode não estar óbvia no “bottom-line”. O artigo discute várias razões para isso.

É fundamental ter indicadores de performance baseado em objetivos. O que podemos aprender mais e mais com web analytics é a necessidade de ter um objetivo relativo, além do objetivo absoluto. Onde determinadas ações ou partes do site sejam destrinchadas e analisadas individualmente, com base no comportamento antes, durante e depois de determinada mudança (veja mais na parte do artigo chamado “Functional KPIs”).

Leia: Why the “Measure for Conversion” Mantra Isn’t Simplistic Science

 

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