Ferramenta MSN sugere idade e sexo dos visitantes de um site
Por Rodrigo Polacco em 12 dUTC dezembro 2006, 10:12
 

MSN disponibiliza ferramenta que prevê o perfil demográfico de sites com base nas buscas realizadas no MSN Search.

A ferramenta indica a distribuição de faixa etária do mercado para você verificar se o site em questão possui maior afinidade com algum público em específico.

Segundo a MSN, a ferramenta está baseada no comportamento online das pessoas, ou seja, em buscas e páginas vistas.

Quer testar? Veja aqui: http://adlab.msn.com/DPUI/DPUI.aspx

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

Melhores práticas para a criação de URLs
Por Phillip Klien em 11 dUTC dezembro 2006, 11:12
 

Uma das fontes primárias de informação para a análise dos dados gerados pelo movimento do público em seu site é a informação que está contida na própria URL.

No entanto, é muito comum as URLs dos sites dificultarem a análise, o que provoca o que os analistas chamam de efeito GIGO (garbage in, garbage out).

O pessoal do Seomoz.org publicou um artigo bastante interessante onde são citados 11 pontos importantes a considerar para a criação de URLs.

Há um ponto não sugerido no texto deles que considero fundamental: mantenha a taxonomia persistente. Ou seja, não adianta ter apenas parte do site com URLs “organizadas”.

A vida de profissional de webanalytics seria muito mais fácil se todos usassem as melhores práticas sugeridas no texto — como URLs que procuram descrever seu conteúdo, que sejam curtas, que evitem caracteres como “?” e “&” e que usem palavras chave, entre vários outros pontos. Vale checar e discutir.

11 Best Practices for URLs.

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

Second Life e a redução do poder do superego
Por Marcelo Marzola em 05 dUTC dezembro 2006, 05:12
 

Em seu belíssimo ensaio O Mal-Estar na Civilização, Freud dá continuidade ao trabalho iniciado com O Futuro de Uma Ilusão, de 1927, e explica o que ele acredita ser uma das grandes fontes da infelicidade humana.

Sinteticamente, Freud argumenta que para viver em sociedade o ser humano precisa tolher os instintos de sexualidade e agressividade e com isto perde a capacidade de ser plenamente fiel à sua natureza e vive sob uma condição de insatisfação permanente.

Um dos temas centrais do ensaio diz respeito ao indivíduo e à civilização — como o desenvolvimento do indivíduo e a evolução da civilização estão intrinsecamente ligados e quando/onde esta ligação ocorre. Basicamente estamos falando de formação de caráter, sublimação (a canalização da energia para outras atividades físicas e psicológicas) e não-satisfação/renúncia dos instintos, que ocorre quando enterramos nossos instintos em troca por viver em sociedade.

Pensando no mundo moderno, nos últimos anos assistimos ao sucesso fantástico do desenvolvimento de mundos virtuais que se tornaram possíveis graças à Internet. Estes mundos, chamados de Massive Multi-player Online Role Playing Games (MMORPG) ou jogos multi-jogador massivos online de role playing, reúnem cada vez mais pessoas. Alguns títulos contam com dezenas de milhões de jogadores.

Os primeiros que surgiram, à luz dos jogos de RPG fora do mundo virtual, tratavam de histórias fantásticas com gnomos, trolls e castelos. Mas o que mais causa espanto é o surgimento de jogos de RPG ‘normais’ que possibilitam ao usuário ter uma segunda vida na internet – este é, aliás, o título do jogo mais famoso desse gênero nos últimos tempos, Second Life.

No “Second Life” os jogadores criam ‘avatares’ (este é o termo técnico dado pela indústria para os personagens) que são homens, mulheres, travestis, etc, com características ditas normais, e o único objetivo do jogo é viver uma segunda vida.

É impossível não pensar em Freud quando se pensa em Second Life. Se começarmos pelo termo técnico citado acima ‘avatar’ – vem do sânscrito que significa ‘descida’ e era usado pelos hindus para descrever a manifestação corporal de um Ser Supremo (um Deus) – sim, no Second Life você cria um ‘Deus’.

Caindo no detalhe do dia-a-dia do jogo, podemos entender que o Second Life é uma forma moderna de minimizar desejos não atendidos. Quando Freud em seu ensaio fala sobre as formas que o ser humano encontra para dissipar esta energia ele fala de “substituições satisfatórias”, o que está diretamente ligado à fantasia. Segundo Freud, a fantasia é uma forma de dissipação da energia acumulada por desejos não-atendidos. Os jogos MMORPG são claras manifestações modernas disto.

Conforme exposto anteriormente, viver em sociedade implica em renunciar a nossos instintos – a vida em sociedade limita a nossa sexualidade. Aparece neste ponto outra característica interessante dos MMORPG – uma boa quantidade de jogadores homens usa avatares femininos no mundo virtual. Até que ponto isto está conectado à sexualidade ou ao desejo de liberdade sexual é questionável, mas o fato é que o homem, tão ‘macho’ na sociedade moderna, estabelece e usa sem culpa uma representação feminina na sua segunda vida.

Os jogos online são ainda uma rica fonte para minimizar o sofrimento oriundo da nossa insatisfação. Se aceitarmos o exposto por Freud que diz que o corpo humano (por sua fraqueza e mortalidade), o mundo (por sua falta de controle) e as relações sociais (por sua legislação social restritiva) são limitadores da nossa capacidade de satisfazer prazeres, os jogos online representam exatamente o ‘escape’ destes limitadores. No mundo virtual o corpo é imortal, o mundo é controlável e as regras sociais são menos rígidas.

No mundo virtual não existe culpa ou remorso, o avatar não sofre – uma parte triste deste fenômeno que podemos também constatar é a interposição da vida primária (terrestre) com a vida secundária (jogos online) – chegando ao ponto de pessoas cometerem sacrifícios reais em virtude de desentendimentos virtuais.

As primeiras sociedades defendiam as artes (principalmente o teatro, que por definição é ‘role playing’ e não coincidentemente originou o termo ‘role playing game’) como uma ferramenta de catarse – ritual que era a forma mais explícita de minimizar o acumulo de desejos. Isto posto, cabe perguntar se os jogos online seriam mecanismos de catarse mais modernos?

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

Como fazer malabarismos e manter a classe
Por Clecia Simões em 30 dUTC novembro 2006, 11:11
 

Este vídeo você tem que ver. Porque métricas é a arte malabarista de buscar o sonho e a ilusão. Se é que você me entende. Com uma surpresa no final.

E tem mais: tem o making of…

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

Cresce uso de targeting comportamental em campanhas integradas
Por Clecia Simões em 29 dUTC novembro 2006, 03:11
 

A propaganda mundial está seguindo uma tendência que vem ganhando força substancial: exigir resultados claros sobre os investimentos realizados.

Durante décadas o mercado publicitário se estabeleceu em cima de um bom conceito e muito investimento em divulgação. Hoje os clientes fazem questão de conhecer o ROI de cada campanha.

Além disso, as opções de veiculação se limitavam à mídia impressa, TV e rádio. Esse plano de mídia só era viável às grandes empresas que então comandavam o mercado publicitário. Com a chegada da Internet esse cenário mudou. O marketing das pequenas e médias encontrou uma forma de se comunicar de maneira eficiente com seu público-alvo.

E não é só isso. A Internet possibilita um nível de segmentação infinitamente superior à mídia de massa que se limitava à audiência, regionalização e assuntos de interesse. Com as ferramentas, cada vez mais precisas de Behavioral Targeting, que é a palavra do momento, o sonho de consumo dos anunciantes está cada vez mais próximo.

Por que desperdiçar a verba de marketing, cada vez mais enxuta, com um alto nível de dispersão? Essa é a pergunta que vem estimulando a importância da segmentação. E estamos cada vez mais próximos do modelo ideal. Já é possível levar toda a inteligência em produzir esse targeting às outras mídias e criar campanhas integradas e focadas em compreender inclusive os efeitos da mídia offline e avaliar de onde estão vindo os melhores resultados.

O artigo abaixo, da iMedia Connection, ilustra esse conceito através do case de uma agência de viagens americana que pretendia falar com executivos que viajavam frequentemente a negócios. É um excelente exemplo de como o behavioral targeting pode apresentar resultados muito superiores.

Targeting Hard-to-Reach Customers

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

Tendências para acompanhar em 2007
Por Marcelo Marzola em 28 dUTC novembro 2006, 10:11
 

A IAB Smartbrief, a newsletter diária do IAB dos Estados Unidos, traz uma matéria muito interessante que enumera 10 tendências a serem observadas em 2007. São elas:

Em grupos de consumidores

  • 1. Alunos recém-formados nas faculdades – o meio online é o melhor para falar com esse pessoal
  • 2. Mulheres profissionais afluentes – grupo tem crescido com consistência nos últimos anos e está muito presente no meio online
  • 3. Crescimento da população asiática online
  • 4. Boca-a-boca – use a internet para criar buzzzzzz

Na mídia tradicional

  • 5. Páginas amarelas – quer atingir grupos demográficos mais jovens? Reduza o investimento em impressos e aumente a sua concentração em marketing de buscadores. Nos Estados Unidos 28% dos jovens procuram as Páginas Amarelas impressas e 47% dizem que uma ferramenta de busca online é a sua primeira escolha para encontrar algo!
  • 6. Uso simultâneo de mídia – não existe mais audiência de mídia cativa, as pessoas cada vez mais usam a web junto com outra mídia (rádio e TV, por exemplo)
  • 7. O uso conjunto de jornais impressos e na web – anunciantes tradicionais devem migrar parte da verba para a versão online dos jornais para cobrir a parcela da população que as consulta cada vez mais na internet

No meio online

  • 8. Webconferência – os Estados Unidos têm problema similar ao nosso… viajar é cada vez mais difícil (lá pela segurança antes do vôo, aqui… bem… pela segurança durante o vôo…). As reuniões online são a forma de bypassar a limitação de viagem física
  • 9. Pesquisa online – não importa se você é um vendedor online ou offline; antes de realizar uma compra o consumidor pesquisa cada vez mais na internet.
  • 10. Ferramentas de busca – precisa falar mais alguma coisa?

10 Marketing Trends to Watch in 2007, do Enterpreneur.com, via MSNBC.

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

Conversões por targeting comportamental
Por Phillip Klien em 27 dUTC novembro 2006, 12:11
 

Os resultados em conversões obtidos por targeting comportamental (TC) fora das categorias do contexto trazem resultados superiores aos do próprio contexto.

É o que sugere um artigo da Clickz, ao demonstrar resultados de uma pesquisa onde existe uma proposta de esta seja uma “rule of thumb” (regra geral).

Destaco os seguintes pontos:

1. Resultados da pesquisa: anúncios com TC em categorias de conteúdo diferentes apresentaram taxa de click 108% e taxa de ação de 19% superior a anúncios com TC na mesma categoria;

2. Existência em exceções: no próprio estudo ocorreram exceções com relevância estatística.

A conclusão que tiro deste estudo é que mesmo quando as pessoas não estão buscando determinado assunto e/ou especificamente pensando neste assunto, elas podem reagir e interagir com mensagens direcionadas baseada em comportamento passado – inclusive de forma mais eficiente do que quando apresentado com o assunto em questão.

Study: Behavioral Ads Convert Better Out of Context

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

NaMedida recebe textos de leitores
Por Claudia Woods em 24 dUTC novembro 2006, 09:11
 

A Predicta lançou este Blog com o objetivo de fazer daqui um bom lugar para aprender e opinar sobre métricas e tendências na mídia interativa. E atrair gente que adora o assunto.

Tudo fica mais animado quando você também fala. Já abrimos espaço para comentários nos posts. Agora queremos que você publique aqui também!

Quer mandar seu texto? Ele será recebido com prazer pela equipe do NaMedida.

Envie sua colaboração para o e-mail blog@predicta.com.br

Ajuda muito se você colocar junto ao seu texto:

  • Seu nome e e-mail
  • Uma frase sobre você com url, se desejar
  • Uma sugestão de título
  • O link para algum conteúdo em referência, se necessário, no final do texto

E até lá. :-)

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

IPod tende a perder mercado. O que você faria?
Por Douglas Tokuno em 23 dUTC novembro 2006, 06:11
 

Essa semana uma reportagem da Reuters contou sobre uma empresa que criou um código de software que de certa forma engana o iTunes e a faz acreditar que um aparelho concorrente é um iPod.

Na prática, sites concorrentes que vendem música na internet podem tornar seu conteúdo compatível com o iPod e tocadores de MP3 concorrentes poderão tocar as músicas compradas no iTunes. Eles planejam licenciar este código, que não remove nenhuma proteção a direitos autorais, a partir de 2007.

Um artigo recente de Clemente da Nóbrega também já discutiu a questão do licenciamento do uso do software da Apple para outras empresas. Segundo ele, o sucesso da Apple (participação de 88% em termos de canções baixadas legalmente nos Estados Unidos, e o iPod responde por cerca de 75% dos players vendidos no país) é temporário e vai diminuir à mediada que outros “players” (Sony, etc…) entrem no jogo para valer e haja muitos produtos bons o suficiente.

Parece que a estratégia de produto proprietário está novamente indo por água abaixo com a quebra da proteção do iPod (eles já fizeram isso com o Mac nos anos 80) e será interessante avaliarmos os próximos movimentos da Apple neste assunto.

A Apple foi reconhecida como a empresa mais inovadora do mundo em 2005, segundo a Business Week, mas já perdeu a oportunidade de ser uma Microsoft em termos de mercado de massa com os PCs. Resta saber se eles vão deixar novamente essa oportunidade passar…

Novo software promete abrir acesso ao iPod, na Info Online

iPod – o que você faria?, Clemente Nóbrega

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

 

O Yahoo divulgou a parceria com 176 jornais norte-americanos para expandir seu modelo de local advertising. Os anunciantes dos jornais teriam a opção de anunciar também no portal e vice-versa, criando uma rede focada inicialmente em anúncios de vagas de empregos.

Por outro lado, a Google já havia colocado em prática sua versão beta de parcerias com jornais e revistas, onde os anunciantes podem utilizar a interface online (do AdWords) para veicular anúncios impressos. Veja na imagem abaixo.

Print screen

Um modelo interessante de “coopetition” para esta convergência de mídias, como citado no artigo Yahoo Aligns with Newspapers, Major Impact for Local Ads, da ClickZ.

Leia também:
Yahoo’s Classified Ad Vision (Business Week)
Google Extends Print Run (ClickZ)

 

Comentários | Permalink | Envia a um amigo

    setembro 2010
    D S T Q Q S S
    « jul    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    2627282930